Sentado no chão segurando um rifle de guerra,com várias armas e munições espalhadas no chão
Ramzan Kadyro

O presidente da Chechênia emitiu um aviso arrepiante aos homens gays da região: até o início do Ramadã, não existirá comunidade gay na região chechena.


O presidente da República Chechênia não está mais preocupado com a imprensa internacional. Há algumas semanas Ramzan Kadyrov negou que houvesse uma força tarefa para 'exterminar' os gays de sua região, mas agora parece que foi declarada uma perseguição na mídia da Rússia.

Quem revelou a terrível ameaça do líder checheno foi o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Alan Duncan, durante uma reunião urgente no parlamento sobre tal situação.

De acordo com o site Pink News, Duncan disse que "grupos de direitos humanos informaram que essas campanhas contra os gays e as ocorrências de mortes são mesmo orquestradas pelo chefe da república chechena Ramzan Kadyrov".

"Ele levou a cabo outras campanhas violentas no passado, mas desta vez ele foca seus esforços para a comunidade LGBT", Allan Duncan.
O ministro acrescentou que "tais atitudes e ações são absolutamente desprezíveis". De acordo com Elena Milashina, a escritora que revelou os ataques do governo checheno à comunidade LGBTQ, uma investigação russa estava programada para começar no último final de semana.

O Ramadã, que é o nono mês sagrado muçulmano, começa no dia 26 de maio deste ano e é amplamente comemorado na Chechênia.

'É na nossa vida cotidiana que todas essas identidades complexas se unem para nos tornar quem somos", Eric Gyamfi.

O projeto de Eric Gyamfi "Just Like Us" nasceu como forma de preencher um vazio do fotógrafo.

Ele é nativo de Gana, uma nação onde a homossexualidade é ilegal e um candidato presidencial declarou uma vez que ele queria "colocar os gays diante de um pelotão de fuzilamento".


"O plano era documentar um aspecto de minha história que eu sentia que não havia sido documentado", explicou ele para o New York Times

Para Gyamfi, a ideia era construir um espaço em Gana para mostrar que as pessoas LGBT existem e que elas são como qualquer outra pessoa. "É uma maneira de estabelecer que há pessoas LGBT aqui", disse ele. "Não se trata apenas de divulgar para o resto do mundo, mas para criar um espaço para nós na história."

Em 2015, ele passou um tempo com uma organização que luta para para acabar com a violência contra a comunidade LGBT. Gyamfi fotografou algumas das pessoas com as quais organização trabalhava e depois exibiu as fotos por toda parte. 

As pessoas respondiam coisas como: "Essa pessoa merecia" ou "Essa pessoa não é normal" e essas reações o convenceram de que ele precisava organizar uma intervenção mais radical para mudar a forma como as pessoas vêem a comunidade LGBT.


O objetivo foi mostrar os ganeses LGBT são mais do que apenas vítimas. Gyamfi passou cerca de um ano tirando as fotos de "Just Like Us", vivendo com seus atores por semanas, às vezes meses, antes de tirar qualquer foto.

Muitas imagens não se concentram na sexualidade ou na identidade: "As pessoas são queer, mas também são outras coisas", disse Gyamfi ao New York Times. "As pessoas que não entendem o modo de vida gay têm uma noção peculiar de como os gays são ou como devem ser."

"É na nossa vida cotidiana que todas essas identidades complexas se unem para nos tornar quem somos", diz ele. "Mostrar pessoas em sua vida cotidiana pode ser poderoso e tem potencial para conquistar empatia das pessoas ou fazê-las se sentir conectadas".



As pessoas que visitavam "Just Like Us" frequentemente perguntavam: "Mas onde estão as pessoas LGBT?" E esse é mais ou menos o ponto, diz Gyamfi.

"E eu perguntava a eles, 'quem é uma pessoa LGBT?' ou 'com o que se parece uma pessoa LGBT? Porque, essencialmente, as pessoas têm ideias preconcebidas de como a comunidade LGBT é representada."

Comissão do Senado aprovou projeto de lei que altera o Código Civil para reconhecer a união estável entre duas pessoas e não mais 'entre o homem e a mulher'.

A votação ocorreu na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) que possui 27 membros. Eles votaram na última quarta-feira (8) com 17 votos favoráveis e uma abstenção.

A decisão é terminativa e o projeto de lei pode ser encaminhado à Câmara dos Deputados para aprovação, se não houver pedido de recurso para votação no plenário do Senado nos próximos cinco dias úteis.

Na Câmara, o PLS 61/2011 será encaminhado à CCJ de lá para analisar as mesmas condições (só irá a plenário sob recurso). Uma vez aprovado na Câmara, segue para sanção presidencial - se o presidente assinar a lei será sancionada, se não assinar ele veta a lei.

Na primeira hipótese acima, o projeto de lei altera a definição de família estabelecendo que a entidade familiar será 'a união estável entre duas pessoas' - atualmente, o Código Civil reconhece como entidade familiar 'a união estável entre o homem e a mulher'.

O projeto de lei determina ainda que a conversão da união estável em casamento 'mediante requerimento formulado dos companheiros ao oficial do Registro Civil, no qual declarem que não têm impedimentos para casar e indiquem o regime de bens que passam a adotar, dispensada a celebração'.


Xavier Jugelé, morto no atentado em Paris na quinta-feira (20), era membro de uma associação europeia de policiais LGBT.

O policial foi baleado na cabeça por um terrorista já identificado como Karim Cheurfi, conforme informou o site Diário de Notícias (Portugal). 

O sujeito "saiu de um Audi 80 com uma arma de guerra na mão e abriu fogo contra os agentes. Jugelé, de 37 anos, acabou morrendo na sequência dos disparos".

O agente da polícia francesa era membro ativo da comunidade do Facebook Flag, página que representa uma associação de policiais LGBT, a 'European Gay Police Association', segundo informou The Telegraph

Ele serviu em Paris durante toda sua carreira e pertencia à 32ª Intervention Company, responsável pela ordem em toda a capital francesa.

Xavier foi um dos primeiros agentes que chegaram à casa de espetáculos Bataclan (Paris), após o atentado terrorista que matou pelo menos 130 pessoas em novembro de 2015. Um ano depois esteve na reinauguração da casa de shows no concerto de Sting.

Na ocasião, ele declarou à revista People. "Estou feliz por estar nesta reabertura tão simbólica. Estamos aqui como testemunhas e em defesa dos valores cívicos, em defesa da humanidade. Este concerto é para celebrar a vida e dizer não aos terroristas".

Seu marido, cujo nome não foi revelado, é também membro da associação embora não seja policial.

Mickaël Bucheron, um dos colegas de Xavier que chefia a associação, disse ao The Telegraph: "Quando soube que era um de nós [que tinha sido morto], foi chocante. Toda vez que um policial morre no cumprimento do dever, todos nós ficamos muito emocionados e afetados pela tragédia. Mas a emoção é ainda mais forte quando você conhece e ele era um membro da associação."

O Sr. Bucheron disse que muitas condolências e mensagens de apoio vieram da associação e de muitos sindicatos de policiais.

A Flag cancelou seu encontro anual de dança, o "Tea Dance". "Não nos parece humanamente possível ir dançar no domingo, quando um de nossos colegas morreu ontem à noite", disse Bucheron.

Os membros da associação estudam ainda a melhor forma de prestar condecoração a Xavier Jugelé. Uma homenagem nacional está prevista para a próxima semana .

No vídeo abaixo, a Polícia de Paris faz tributo a Xavier Jugelé.


Reuben de Maid, de Llandaff, País de Gales, tem apenas 12 anos e canta lindamente. Ele também sonha com sua própria marca de maquiagem e com um canal no YouTube.

A estrela infantil então se encontrou com Ellen e conversou sobre seu amor pela maquiagem.

Ellen se impressionou tanto pelo garoto que postou on-line sobre a entrevista em seu Facebook e escreveu: "Eu absolutamente amo esse garoto de Gales - sua voz, seu caráter, sua singularidade, tudo nele."

De Maid, que recentemente terminou a escola primária, contou como ele sempre amou maquiagem e aprendeu a usá-la assistindo aos tutoriais online.

Ele disse: "Eu adoraria estar no palco, mas queria ter minha própria marca de maquiagem e um canal no YouTube com minha irmã onde nós faríamos tutoriais de maquiagem".

Então, o bate-papo chegou naquela  parte desagradável, mas necessária, sobre o assédio cruel que sofre como uma criança do sexo masculino que é apaixonada por maquiagem, dizendo para Ellen: "No meu grupo de teatro eu costumava ser agredido, socado e chutado".

"Eles continuaram assim por dois meses, depois eu tentei ignorá-los, mas não funcionou. Então eu me defendi deles e contei a minha mãe."

Ellen respondeu, dizendo: "Muito legal você defender quem você é!"

E o garoto também tem uma voz impressionantemente bela. Ele cantou "And I Am Telling You I'm Not Going" [Dreamgirls] e foi ovacionado pelo público do Ellen Degeneres Show. Ele disse: "Eu canto desde que comecei a falar. Implorei minha mãe que me desse um karaokê e um dia ela comprou."

Assista ao vídeo abaixo e confira a performance artística de DeMaid - além da grande surpresa que Ellen preparou para ele no final (ative a legenda).


O eterno NBA Magic Johnson baixou a guarda para o filho gay, Earvin Johnson III, em entrevista ao programa Ellen DeGeneres.

Para  começo de conversa, Earvin Johnson III, conhecido simplesmente por EJ, está com a silhuete invejável desde que se submeteu, em 2015, à cirurgia bariátrica. Ele perdeu mais de 80kg.


Sobre a sexualidade do EJ, a lenda do NBA abriu o coração para a apresentadora do talk show. Além da declaração de amor ao filho, ele aconselhou os pais de filhos LGBT. Acompanhe.
"Quando meu filho saiu do armário, eu fiquei feliz por ele e feliz por nós, os pais dele. Nós o amamos. EJ é uma pessoa incrível. Então, você deve apoiar seu filho porque já existem muitas pessoas que tentam discriminá-los, então eles precisam dos pais para apoiá-los. Se não apoiá-los, quem irá? E amá-los?"
Perguntado por DeGeneres que conselho daria aos pais que se deparam com um filho que quer sair do armário, Magic Johnson, 57, foi categórico: "Aceite ele."

"Eu acho que a questão é você não tentar decidir por seu filho ou por sua filha o que eles devem ser ou querer que eles se tornem o que você quer. Estamos falando de amá-los. Não importa quem eles sejam ou o que eles decidam fazer."

Em 2013, Johnson já havia comovido o público com suas belas palavras durante entrevista que deu ao programa AC360, da CNN, comandado pelo apresentador Anderson Cooper - que também já saiu do armário.

Na ocasião ele pediu compreensão para as pessoas LGBT e ajuda para que seu filho para que fosse bem aceito e recebido pela comunidade.


Existe um cara chamado Robert Yang que é ativista LGBT e um famoso desenvolvedor de games. Atualmente ele está trabalhado em um jogo de realidade virtual (VR) que vai assustar os homofóbicos.

Esse é seu plano.

Yang já criou jogos de temas gays, como o de dominação "Hurt me Plenty" e "Rinse and Repeat". Neste último, o jogador explora banheiros públicos e esfrega uma bucha de banho em um cara nu enquanto recebe comentários sobre seu desempenho.

Acompanhe no vídeo do youtuber Luba "Extremamente Constrangedor".

Segundo ele escreveu em seu blog, sua vontade é criar um VR "obscenamente gay" para parar os homofóbicos de jogar. "Seria lindo se eu conseguisse convencê-los de que VR é para pessoas gays", escreveu ele. "Assim, essas pessoas grosseiras se afastariam definitivamente da VR."

Mais tarde, n'outra postagem em seu blog, ele falou de como queria promover sua visão gay de VR. "Vamos inundar VR com histórias gay, idéias gays, imagens gays, corpos gays, sentimentos gays, sistemas gays e interações gay", disse ele.

"Radiador 3" é um jogo de Yang que acabou de ser lançado.  A promessa é de um VR que leva o jogador a questionar sua própria sexualidade e a relação com seu corpo.

Outro game é o "Stick Shift". Neste, o jogador tem que fugir da polícia enquanto masturba um carro gay - e objetivo é fazê-lo gozar. Yang tem fama de ser um desenvolvedor bizarro.

Seus jogos são destaques em vários canais de jogos famosos do YouTube.

Mas não são apenas os jogos indie que se expandem em temas gays, como falamos há algumas semanas jogos como "Mass Effect Andromeda" também têm explorado novos conteúdos LGBT.
Ativista gay russo Kirill Kalugin foi preso inúmeras vezes ao tentar fazer manifestações públicas contra a homofobia [Imagem Scene So Freason]
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia aconselhou os cidadãos russos, que desejam sair do país em férias, para se abster de qualquer comportamento homofóbico.

O governo publicou um documento chamado "General Elements of Behaviour" (Elementos Gerais de Comportamento,em tradução livre) no qual faz a observação de que há muitas "pessoas de orientações sexuais não-tradicionais" na Europa e na América, por isso a recomendação é:

(*) Prestar muita atenção no Canadá, porque 'há verdadeira fixação por igualdade de gênero', logo nada de piadas homofóbicas. 'Além da condenação pública, em áreas urbanas com muitas minorias sexuais (particularmente Vancouver, Toronto e Montreal), existe o risco de punição sob a forma de multas ou ser acusado de "crimes de ódio'.

(*) Na França, 'não se dirigir, falar ou agir de forma ofensiva aos membros da comunidade LGBT'.

(*) Na Espanha, o conselho é se abster de 'expressar publicamente atitudes negativas em relação a pessoas com diferentes orientações sexuais', porque isso não seria compreendido.

(*) Na Dinamarca e Áustria, os russo são advertidos a não fazer comentários ofensivos aos homossexuais locais.

(*) A saia justa da sensibilidade cultural continua na Holanda, onde 'numa conversa, é melhor não questionar os holandeses sobre a família real'.

Essa recomendação do governo russo é triste porque é como se dissesse a seus cidadãos: "não faça lá fora o que você pode fazer aqui". Desde a vigência da lei que proíbe qualquer propagação LGBT, a LGBTfobia cresceu assustadoramente na Rússia.

Segundo o The Independent, o Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido alertou recentemente as pessoas LGBT sobre os perigos de viajar para a Rússia.
"Desde 2013 entrou em vigor a lei que proíbe promoção de "relações sexuais não convencionais", mas a definição e o escopo da atividade proibida são vagos e os cidadãos estrangeiros condenados sob esta lei podem ser detidos, presos, multados e deportados."
Gianecchini e o top model Diego Fragoso celebram bons momentos em viagens e compartilham importantes datas juntos.
"Momentos que marcaram: a amizade. Todos unidos por uma causa maior. Aqui, com Diego Fragoso (sei que fazemos até um casal bonito,mas não somos um casal, viu, gente. Haha mas viva a diversidade!)"
Com essa mensagem publicada em rede social, Gianecchini parece se antecipar aos inevitáveis rumores sobre seu relacionamento com Diego Fragoso, 25, que há algum tempo vem sendo retratado em revistas e sites de celebridades e pelo próprio Giane em seu Instagram.

Foto:Rodrigo Zorzi
Em outubro do ano passado, os dois foram juntos ao aniversário e lançamento de um livro da Trousseau e posaram para foto ao lado do ator Klebber Toledo e do DJ Alok.

Foto Glamurama / Divulgação Jamile
Numa singela comemoração do aniversário de Giane, em novembro de 2016, no auge das gravações de “A Lei do Amor”, o ator celebrou seus 44 anos no restaurante Jamile, na Bela Vista, em São Paulo entre poucos amigos e parentes. Diego Fragoso homenageou o ator.

As últimas fotos publicadas no Instagram da Gianecchini são da viagem que os dois amigos fizeram para Jamaica e Moçambique. 

No Caribe foi para curtir férias, já na África os dois compartilharam momentos divertidos a dois ou em companhia da mãe e da assessora do ator, Heloísa Helena e Tatiane Zeitunlian, respectivamente, mas a viagem teve o propósito de também divulgar o trabalho do Centro de Acolhimento da Fraternidade Sem Fronteiras, uma ONG localizada na Aldeia Muzumia que acolhe crianças órfãs.


Momentos de descontração.

Uma publicação compartilhada por Reynaldo Gianecchini (@reynaldogianecchini) em




Comentários de alguns usuários:

"junior_carvalhooficial Casal lindo!!!"

"leicamluisuma pena que a Globo não deixa vc se assumir, mas vocês são um lindo casal,parabéns"

Uma publicação compartilhada por Diego Fragoso (@diegofragosonyc) em