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Game super popular apresenta opção de sexo gay, mas fãs reclamam que sexo heterossexual está melhor

quinta-feira, março 23, 2017

Mass Effect Andromeda, série de videogames de milhões de dólares apresenta cenas de sexo gay em sua última edição.

A série começou há dez anos e tem um grande número de séquitos no mundo inteiro. A nova edição foi lançada na terça-feira (21/03) e a expectativa é de vender três milhões de unidades.

Foi revelado que o novo game segue os passos de Mass Effect 1, 2 e 3 ao incluir gays, héteros e encontros sexuais entre humanos e aliens.

Jogando como o personagem protagonista Scott Ryder, você pode flertar com o engenheiro de navios Gil Brodie ou o contrabandista Reyes Vidal - ou ambos.

Quando escolher qual relacionamento prosseguir - e se jogar seus cards direito (no caso, o personagem Gil) - você terá ótimos momentos com ambos e com diferentes resultados bem quentes.

Já se escolher jogar como Sara Ryder, o jogo também lhe dará opção de prosseguir com relações lésbicas, por exemplo, com Suvi, a autoridade científica, com a jornalista Keri T'Vessa ou com a alien Peebee.


Os gamers gostaram da nova edição, mas alguns se queixaram das cenas de sexo gay comparadas às heterossexuais: são frias. Outra reclamação é de conseguir se relacionar com apenas dois personagens na versão gay de Scott Ryder.

Se escolher a versão hétero do personagem principal, você pode explorar relacionamentos sexuais com cinco fêmeas diferentes.

Para comparar as cenas, e se você não se importa com spoilers, confira primeiro as cenas entre Ryder e Gil (adiante o tempo para depois de 5:50).


Agora veja as cenas entre Ryder e Cora (adiante até 24:20).

Casa do ícone mundial da arte homoerótica Tom Finland se transforma em patrimônio histórico de LA

quinta-feira, março 23, 2017

Recentemente, como parte de uma campanha para reconhecer e preservar a história LGBT de Los Angeles, a casa onde morou o artista Tom of Finland (1920-1991), no bairro de Echo Park, Los Angeles, Califórnia (EUA), recebeu o status de patrimônio histórico e cultural da cidade.

Touko Laaksonen, mais conhecido como Tom of Finland, deixou um tesouro de relíquias da história gay de Los Angeles, mas começou sua carreira como ilustrador homoerótico nos anos 1950, quando ainda morava em Helsínquia, Finlandia.



Nos EUA, as leis proibiam a venda de qualquer coisa que descrevesse "atos homossexuais explícitos", então ele diversificou seu trabalho criando imagens de policiais e ciclistas mais disfarçadas, mas sexy o suficiente para a imaginação dos leitores das revistas fitness norte-americanas que compravam e publicavam suas obras. 

Em 1962, uma decisão da Suprema Corte derrubou essas leis de censura e Laaksonen se sentiu livre para explorar sua arte a seu modo.

No final da década de 1970, o amigo Durk Dehner comprou a casa em Echo Park e convidou Laaksonen para visitá-lo. Laaksonen se mudou para lá e a casa se tornou um importante clube noturno frequentado por personalidades da comunidade gay local, tais como Robert Mapplethorpe e John Waters.

Dehner se tornou parceiro de negócios de Laaksonen e é até hoje o dono da casa que agora é base das operações da Fundação Tom of Finland. A fundação organiza eventos ocasionais, aulas de arte e um festival anual de arte e cultura. A fundação também arquiva todo o trabalho do artista e detém o que se acredita ser a maior coleção do mundo de arte gay erótica.



"Nós temos a casa Tom of Finland como exemplo de trampolim para chegarmos aonde estamos hoje", diz Adrian Scott Fine, diretor jurídico da Los Angeles Conservancy, que apoiou a campanha que elegeu a casa como patrimônio histórico de LA. "Lugares como esse nos ajudam a traçar o curso da história LGBTQ e, nesse momento, esse projeto parece mais oportuno e relevante do que nunca."



Uma das formas da Tom of Finland's house arrecadar fundos é a venda de produtos com temas do artista, como os calendários de 2017 "Tributo a Tom of Finland", vendidos no Amazon. Confira mais fotos abaixo.

Mais sobre Tom of Finland: "O homem por trás do artista"















YouTube admite erro e pede desculpas aos usuários LGBT

terça-feira, março 21, 2017
Johanna Wright, vice-presidente do YouTube, admite: "Erramos". 
YouTube reconhece que cometeu erro e promete corrigir o fenômeno que ocultou vários vídeos de youtubers LGBT.

O recurso "Modo Restrito" do site, introduzido pelo Google para "filtrar conteúdo potencialmente inapropriado", ocultou automaticamente vários vídeos LGBT aparentemente benignos.

Depois que o site se desculpou por "toda a confusão" em um tweet na última segunda-feira (20/03), Johanna Wright, vice-presidente de gerenciamento de produtos do YouTube, foi além em suas desculpas pelo mau funcionamento.

"Nós entendemos que isso gerou uma confusão generalizada e foi perturbador, e muitos de vocês demonstraram suas preocupações sobre o Modo Restrito para o conteúdo de vocês que foi injustamente impactado", ela escreveu.
"O ponto é que esse recurso não funciona da maneira que deveria. Lamentamos e vamos corrigi-lo."
Por padrão, a opção fica desativada, mas usuários podem ativá-la e bloquear a configuração. Essa decisão é tomada muitas vezes para que crianças não tenham acesso a vídeos ofensivos ou explícitos.

Wright esclareceu que o Modo Restrito foi criado para restringir mensagens com profanidade, violência, vícios e transtornos alimentares e não para vídeos LGBT educacionais, como por exemplo "Do LGBT+ Australians Want Gay Marriage?" (Será que LGBT e australianos querem casamento gay?), do canal de Fiona Morris, uma das youtubers prejudicada.

"Nosso sistema, por vezes, comete erros no entendimento do contexto e nuances quando avalia vídeos pelo Modo Restrito", continuou Weight.

Ela pediu desculpas pelo bloqueio aos youtubers LGBT e admitiu: "nós erramos".
"Levará tempo para auditar completamente nossa tecnologia e apresentar novas mudanças, por isso, tenham paciência conosco. Não há nada mais importante para nós do que ser uma plataforma onde qualquer um possa fazer parte, ter uma voz e falar quando acreditarem que algo precisa ser mudado."

Youtube no Twitter: "Nos desculpem por toda confusão com o Modo Restrito. Alguns vídeos foram incorretamente taxados e isso não é justo. Estamos correndo atrás disso. Mais notícias em breve."


Outro tweet: "O que está acontecendo e como estamos consertando o problema [Modo Restrito]":

Morre policial que aparece dançando em vídeo viral da Parada LGBT de New York

terça-feira, março 21, 2017

O policial, que ficou mundialmente conhecido por sua incrível performance de dança na Parada LGBT de 2015, de Nova Iorque, faleceu aos 44 anos de idade.

Michael Hance, que era heterossexual, se tornou ídolo de muitos gays em 2015 após aparecer em vídeo dançado com um participante do desfile do "LGBT Pride" da cidade norte-americana.

No vídeo, o oficial - designado para proteger o desfile - é abordado por Aaron Santis enquanto no evento tocava a música "Don't Stop 'Till You Get Enough", de Michael Jackson.

O oficial então rebola e quebra tudo para delírio e aplausos da multidão.

O pequeno vídeo recebeu mais de 8 milhões de visualizações no YouTube e o policial Hance ganhou prêmio por sua capacidade receptiva à comunidade LGBT.

Relembre a performance de Hance.


Muitos pêsames foram enviados à família após o oficial falecer de câncer no cérebro durante essa semana.

Ele serviu o NYPD (Departamento de Polícia de Nova Iorque) por 17 anos e participou do serviço de emergência pós 9/11.

Hance foi diagnosticado com câncer no cérebro em novembro último, após um colapso - mas rapidamente a doença se espalhou para os pulmões, fígado e tórax.

O oficial Hance continuará vivo no coração de suas filhas Kaitlyn, de 12 anos, e Jenna, de 10.

Brian Downey, presidente da Liga de Ação dos Dirigentes Gay do NYPD (GOAL), declarou para o New York Daily News: "Fiquei impressionado e feliz ao mesmo tempo quando o vi naquele vídeo ... Ele não é membro da GOAL nem da comunidade LGBT, mas ficamos muito felizes em vê-lo no vídeo".
"Ele representa o verdadeiro espírito da família policial. É desse jeito que 99,5% dos policiais são", completou Downey.
Paige Ponzeka, que gravou o vídeo, acrescentou: "Foi muito especial. Aaron dançou na frente de um monte de policiais, mas eles não eram tão sensíveis. Então vimos esse oficial entrar no espírito. Ele entendeu o que era o desfile: se divertir sendo você mesmo."
"Essa é a melhor mensagem que ele nos deixa. A maioria dos policiais tem a vibe do cara durão, mas a vibração de Michael Hance é que você pode se divertir sendo quem você é. E não há nada de errado com isso."

BBC corta de novo letra de Born This Way em apresentação de TV e enfurece fãs de Lady Gaga

terça-feira, março 21, 2017

No Reino Unido, fãs de Lady Gaga se indignaram - pela segunda vez - com o canal de TV BBC One, por eventual preconceito.

O motivo é a performance dos apresentadores do The One Show no programa de talentos Let's Sing & Dance, que usaram o hit inclusivo 'Born This Way', de Lady Gaga, com um corte na letra da canção, justamente a parte que fala de gay, lésbica, bissexual e transexual.

A frase “No matter gay, straight, or bi/lesbian, transgendered life” (Não importa se gay, hétero, bi/lésbica ou transexual) simplesmente foi banida da versão cantada pelos apresentadores da BBC.


A BBC deu uma explicação para o descaso. O principal canal de TV do país afirma que foi devido a restrições de tempo, mas não explicou por que escolheram justamente a frase LGBT da canção para ser removida diante de tantos versos.

Em sua declaração oficial, a emissora disse que "Born This Way, de Lady Gaga, interpretada pelos repórteres do programa "The One Show" no "Let's Sing And Dance For Comic Relief" foi encurtada simplesmente por uma questão de tempo". E continuou."É procedimento padrão editar faixas das músicas para que caibam no tempo de execução dos programas."

"Don't be a drag, just be a queen" - trocadilho para a expressão drag queen - algo como "esqueça o "drag" e seja a "queen" (rainha)" - foi a única parte a música com um viés LGBT que permaneceu na versão mostrada na BBC.

O público que assistia ao programa correu ao Twitter para reclamar pela segunda vez, um mês após a BBC ter sido criticada por ter feito a mesma coisa no programa Let It Shine, quando a boyband Iron Sue cantou uma versão de 'Born This Way' e omitiu uma parte crucial da canção inclusiva.
"Não importa se gay, hétero, bi, lésbica ou transexual. Estou no caminho certo, amor. Nasci para sobreviver".
Um usuário do Twitter escreveu: "Semanas após a BBC apanhar por ter cortado a parte gay da letra de Born This Way, advinha? Ela corta a parte gay da letra de Born This Way #LetsSingAndDance".

Outro acrescentou: "Não sou gay, mas nojo da @BBC @comicrelief - Que tipo de mensagem a BBC quer enviar aos jovens LGBTQ? #LetsSingAndDance ".

Assista.

Pesquisa revela atraso de 4 décadas na tolerância LGBT em 3 regiões do mundo

terça-feira, março 21, 2017

A aceitação dos direitos dos homossexuais experimentou um aumento mundial sem precedentes nos últimos anos, com governos concedendo às pessoas LGBT o direito de casar e as proteções contra a discriminação. 

Mas isso não acontece em todos os lugares do mundo, em grande parte por causa de culturas locais inflexíveis que impedem perspectivas globais a favor dos homossexuais, conforme desvendou uma pesquisa.

Essa cultura anti-LGBT prevalece em três regiões do mundo: muçulmano, Bloco Oriental e antiga União Soviética e África subsaariana, disse a pesquisadora do estudo Louisa Roberts, com doutorado em sociologia na Ohio State University.
"Mesmo com esse empurrão de aceitação da homossexualidade em nível global, você encontra resistência em vários níveis regionais", disse Roberts à Live Science.

Louisa baseou grande parte de seu trabalho em dois grandes conjuntos de dados: pesquisa de valores mundiais e pesquisa de valores europeus. Usando dados coletados de 1981 a 2012, Louisa examinou como as opiniões das pessoas sobre a homossexualidade mudaram ao longo do tempo.

Ao todo, foram analisados dados de 87 países, com uma amostra de cerca de 1.600 pessoas por país. Em particular, ela observou a pergunta na qual os participantes responderam o quão aceitável é para eles a homossexualidade numa escala de 1 a 10, sendo 1 "nada aceitável" e 10 sendo "totalmente aceitável".

Por exemplo, em 1981, o Japão tinha uma pontuação média de 2,51, o Reino Unido de 3,40, a Austrália 3,78 e a Holanda 5,60. Em 1982, os Estados Unidos tinham uma pontuação média de 2,36.

No entanto, em 2009 e 2010, o Japão teve uma pontuação média de 5,14 e o Reino Unido 5,50. Em 2011, os Estados Unidos tinham 5,40. Em 2012, a Austrália tinha 6,86 e a Holanda 7,90.


Mas as médias dos países muçulmanos (que incluem grande parte do Oriente Médio, partes da África do Norte e de várias nações do Sudeste Asiático) e da África Subsaariana permaneceram abaixo de 2,0, e as médias para os países da ex-União Soviética e do Bloco Oriental permaneceram abaixo 3 na totalidade da pesquisa, apontou Louisa.


Aumento de aceitação

Louisa descobriu que pessoas que vivem em diferentes regiões do mundo mudaram suas percepções sobre homossexualidade de várias maneiras. Por exemplo, os países que aceitavam mais pessoas gays em 1981 revelaram mudanças mais positivas de aceitação ao longo do tempo.

As nações menos tolerantes mudaram suas percepções mais lentamente, o que ampliou a distância entre elas e os países mais flexíveis, mostrou a pesquisa.

Na Europa, os países começaram a descriminalizar a homossexualidade nos anos 60 e 70, e a maioria dessas leis nasceu na década de 1990. 

Em 1994, o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas determinou que a criminalização da homossexualidade violava o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos da ONU. Em 2012, a discriminação no emprego era proibida em 59 países e as uniões civis ou casamentos entre pessoas do mesmo sexo eram legais em 24 países.

Na área médica, a Associação Americana de Psiquiatria disse já em 1973 que não classificava a homossexualidade como transtorno mental, e a Organização Mundial da Saúde seguiu o exemplo em 1990.

A mídia globalizada também desempenhou um papel ao promover "tanto a aceitação como a conceitualização da homossexualidade como identidade e não apenas comportamento", disse Louisa. 

Os países em que as pessoas estavam mais expostas às ideias globais, às telecomunicações e às viagens, em geral, assim como aos países cujos cidadãos receberam mais educação, em média, tendiam a aceitar mais pessoas gays ao longo do tempo.

A exposição a idéias globais e níveis de educação foram baixos nas três regiões que não cresceram na aceitação da homossexualidade, descobriram os pesquisadores. Além disso, as culturas destas regiões resistiram à aceitação dos homossexuais. Por exemplo, em 2013, a Rússia aprovou uma lei contra a chamada "propaganda homossexual". Os governos muçulmanos rejeitaram a homossexualidade classificando "como uma importação ocidental decadente", e muitos líderes africanos condenaram a homossexualidade como contrária aos "valores e tradições africanas", disse Louisa.

Cerca de dois terços dos 76 países que ainda criminalizavam a homossexualidade em 2012 estavam na África subsaariana ou na maioria muçulmana, segundo a pesquisa.

O estudo foi apresentado em 20/08/2016 na reunião anual da American Sociological Association em Seattle.

Os olhos revelam a orientação sexual, diz estudo

segunda-feira, março 20, 2017

Ser gay ou heterossexual, a verdade sobre o gênero que atrai uma pessoa pode estar nos olhos.

A dilatação da pupila é um indicador preciso da orientação sexual, segundo um estudo. Quando as pessoas olham para imagens eróticas e se excitam, suas pupilas se dilatam em uma reação inconsciente. Isso pode ser usado para analisar a orientação e a excitação sem medidas genitais invasivas.

O estudo é a primeira experiência em grande escala que mostra que dilatação pupilar coincide com a sensação de excitação das pessoas, disse o pesquisador do estudo Ritch Savin-Williams, psicólogo de desenvolvimento da Universidade de Cornell.

"Se um homem diz que ele é hétero, seus olhos devem se dilatar para as mulheres", disse Savin-Williams à LiveScience. "E o oposto com homens gays, seus olhos se dilatam para homens."

A ligação entre o tamanho da pupila e a excitação existe desde o século XVI, quando, na Itália, as mulheres usavam um colírio feito a partir da Belladona, erva tóxica que comprimia as pupilas para conferir, segundo se acreditava na época, um olhar mais sedutor.


Na verdade, disse Savin-Williams, as pupilas se dilatam ligeiramente em resposta a qualquer estímulo excitante ou interessante, incluindo o rosto de um ente querido ou uma linda obra de arte. A dilatação é um sinal de que o sistema nervoso autônomo - sistema que controla ações involuntárias como pulso e respiração - está aumentando.

Tradicionalmente, os pesquisadores estudavam a relação entre excitação e orientação sexual com métodos mais invasivos que mediam com instrumentos próprios a contração da vagina e do pênis de acordo com imagens e filmes eróticos.

Essas medidas têm desvantagens, disse Savin-Williams. Algumas pessoas podem suprimir sua excitação genital, ou simplesmente não darem respostas genitais em ambiente de laboratório. E depois há a questão da invasividade.

Medindo a excitação

Para contornar essas questões, Savin-Williams e seu colega Gerulf Rieger, também da Universidade de Cornell, concentraram-se apenas nas pupilas. Eles recrutaram 165 homens e 160 mulheres, incluindo gays, heterossexuais e bissexuais. 


Os voluntários assistiram, separados, vídeos de um minuto de duração. Em um dos vídeos havia um homem se masturbando, no outro uma mulher também se masturbava e no terceiro somente aparecia cenas de paisagens neutras. Os vídeos foram exibidos com a mesma intensidade de brilho e resolução para que as diferenças na luz não alterassem os resultados.

Uma câmera de rastreamento do olhar registrou as alterações de tamanho das pupilas durante a exibição desses vídeos. As pessoas também relataram suas sensações de excitação em cada vídeo.

Os resultados mostraram que a dilatação pupilar coincide com o padrão observado em estudos de excitação genital. Nos homens, esse padrão é geralmente direto: os homens heterossexuais respondem às imagens sexuais das mulheres e os homens gays respondem às imagens sexuais dos homens. Homens bissexuais respondem a homens e mulheres.

Nas mulheres, as coisas são mais complexas, disse Savin-Williams. As mulheres gays mostram mais dilatação pupilar para imagens de outras mulheres, semelhante ao padrão observado em homens heterossexuais. Mas a resposta pupilar das mulheres heterossexuais basicamente foi a mesma tanto para a imagem do homem quanto da mulher se masturbando, apesar de elas relatarem sentimentos de excitação para homens e não para mulheres.

Isso não significa que todas as mulheres heterossexuais são secretamente bissexuais, alertou Savin-Williams, apenas que sua excitação subjetiva não corresponde necessariamente à excitação do seu corpo. Uma teoria apresentada pelos pesquisadores relaciona o instinto de sobrevivência para estupro, evoluído pelas mulheres ao longo dos séculos, para responder a qualquer estímulo sexual, até mesmo aos mais desagradáveis.

Os pesquisadores detalharam suas descobertas na revista PLoS ONE. O próximo passo, disse Savin-Williams, é medir as pupilas e as medidas genitais ao mesmo tempo, para testar o quão bem eles correspondem.

Eventualmente, disse ele, essa tecnologia pode ser usada para conduzir estudos interculturais de sexualidade, uma vez que a dilatação da pupila é universal e não depende de rótulos que não se traduzam em todas as línguas. O método poderia até ser usado para ajudar as pessoas que estão confusas sobre sua sexualidade, disse Savin-Williams.

10 respostas sobre pessoas LGBT que os homofóbicos não gostam

domingo, março 19, 2017

1 - Como é viver sabendo que vai para o inferno quando morrer?

Como é viver "sabendo" que vai para o inferno porque faz sexo antes do casamento ou sem procriar; porque ejacula fora do ventre da mulher; porque se divorcia; porque faz tatuagens; ou porque come carne de porco e frutos do mar?

2 - Por que os gays precisam se agarrar em público e na frente de crianças e pessoas com mais idade? Não é desrespeito?

Por que os heterossexuais se agarram em público? Paixão! Assim como há heterossexual sem noção de comportamento social, há homossexuais também. O problema é que quando um casal gay troca um simples beijo na boca na rua parece que acabou de fazer sexo oral em público. Mas o mesmo beijo vindo de casal hétero, ninguém percebe. 


3 - Por que gays gostam de aparecer mais que héteros?
Por acaso Luciano Huck gosta de aparecer menos que Ellen Degeneres? Se gostasse, não estaria todo sábado na tela da TV.

4 -  Por que  a pessoa opta por ser homossexual e quando é que acontece isso?
Acredita-se que é pelo mesmo motivo e na mesma ocasião em que o indivíduo "opta" por ser heterossexual.



5 - Como o gay sabe que não gosta do sexo oposto quando nunca experimentou?
Como o heterossexual sabe que não gosta de sexo homossexual sem experimentar? Só para esclarecer, muitos gays "experimentam" o sexo heterossexual para tentar ser hétero por causa da dificuldade de ser gay.


6 - Por que pedofilia é doença e homossexualidade não?

Essa é uma das perguntas mais cretinas porque estudos e pesquisas apontam que a grande maioria dos pedófilos é de pais e padrastos seguidos por tios, primos, etc. 

Outro ponto é que grande parte dos abusadores sente atração sexual por adultos também, ou seja, eles abusam de uma criança porque despreza os sentimentos dela e a encara como mera oportunidade sexual. Este ser é um criminoso e não um doente. Qualquer pessoa que praticar sexo com menor de 14 anos de idade no Brasil comete crime.

O pedófilo doente é um criminoso que sente atração sexual somente por crianças. Ou seja, seu crime é consequência de sua doença. Sobre isso, explicou Eli Vieira, biólogo, geneticista mirim e humanista.


- A luta da comunidade LGBT para criar leis que garantam direitos exclusivos é para ter privilégios sobre os heterossexuais?

O que um casal hétero faria se tivesse seu pedido de registro de casamento negado por um cartório que não aceita casamento de pessoas feias? Provavelmente se sentiria ultrajado por ter sido declarado feio e depois moveria uma ação para obrigar o cartório a registrar o casamento. De quebra, pediria aplicação de danos morais e à imagem pelo constrangimento. Pessoas LGBT passam por isso, mesmo pagando os mesmos impostos que os heterossexuais. A luta é para ter os mesmos direitos que a "comunidade" heterossexual tem. 

8- Por que os ativistas LGBT afirmam que no Brasil é onde se mata mais pessoas LGBT no mundo, se o país é um dos que possuem a maior taxa de homicídios do mundo? No Brasil morrem pessoas assassinadas e não somente gays assassinados!

As estatísticas, inclusive confirmadas pelo New York Times, apontam o Brasil como o país mais perigoso do mundo para pessoas LGBT. Por aqui, se mata praticamente 1 pessoa LGBT por dia.

Das 295 mortes de transexuais registradas até setembro de 2016 em 33 países, 123 ocorreram no Brasil (42%), de acordo com dados divulgados em novembro pela ONG Transgender Europe.

Será que é preciso surgir um serial killer para matar uma série de casais heterossexuais que se beijem em público para que os homofóbicos entendam o que é ter medo de morrer pelo que se é?

Com relação à taxa de homicídios, o Brasil ocupa o 11º lugar. É uma taxa vergonhosa, mas não é primeiro lugar.


9 - Tem necessidade de os gays saírem do armário para todo mundo? Não é melhor levar uma vida discreta?

Quem gosta de passar a vida inteira se escondendo, pensando dez vezes antes de falar ou fazer algo por receio de ser "descoberto"?

É só se colocar no lugar do gay no armário. Por exemplo, analise minuciosamente a foto com sua namorada antes de postá-la nas redes sociais para ver se não dá bandeira que vocês formam um casal. 

Enquanto isso, observe seus colegas de trabalho postarem inúmeras fotos com os namorados trocando selinhos. 

Você já ficou com sensação de que falou mais do que devia numa reunião de trabalho ou numa postagem do Facebook? No segundo caso, ainda vai lá e apaga tudo com medo de encarar os colegas héteros no dia seguinte. 


E aquela roupa rosa, será que fica mais rosa no gay do que no hétero? 

Melhor é viver, namorar e casar em paz. E se terceiros quiserem saber que saibam.

10 - As crianças podem se tornar gays por influência ou más companhias?

Alguém conhece um gay que se tornou hétero por influência? Por favor, divulgue o nome dessa "má companhia".
 
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