Recentemente, a Secretaria de Educação do Distrito Federal publicou uma portaria que obriga as escolas a adotarem os nomes escolhidos pelos travestis e transexuais, como forma de incentivar a educação destas pessoas e tirá-las da prostituição, quase a única forma de sobrevivência. É o meio justo para a diminuição do preconceito e, consequentemente, à inserção delas no mercado de trabalho convencional.

Em paralelo, o Correio Brasiliense publicou uma pesquisa na qual os leitores respondem o seguinte:

"Você concorda com a permissão dada a travestis e transexuais de usar nas escolas o nome que escolheram em vez daquele registrado em cartório?"

Até poucos dias atrás, o "não" prevalecia com 70%. No exato momento desta postagem o percentual diminuiu para 50,2%.

Colabore para que o "sim" deixe de ser minoria, ainda com 49,8%.

Vote aqui (não há necessidade de acrescentar nenhum dado pessoal). Ou, se preferir, acesse aqui  a página do Correio Brasiliense e procure a pesquisa. Ela aparece lá em baixo, no final. Do lado direito do seu monitor, no campo "opinião".

Assista aqui ao depoimento de um travesti, Fernanda Müller. Ela fala, de forma bem humorada, sobre as dificuldades enfrentadas.

Obrigado.

2 comentários:

  1. Não entendi uma coisa: A pesquisa é pra saber se os transsexuais podem usar, APENAS nas escolas, o nome que escolheram? E em outros lugares, além de escolas, não vão poder?
    Votarei. Boa iniciativa

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  2. Oi Willians.
    Não. As portarias já estão em vigor e as escolas localizadas nos municípios ou Estados de onde foram expedidas, TÊM q seguir a regra. Neste caso, é sim, somente para as escolas. Um incentivo à educação destas pessoas e uma forma de afastá-las da prostituição.
    A pesquisa é só uma curiosidade do jornal (ou não?) para verficar o que a população achou disso.
    Abraços.
    Junior.

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