Em época de eleição aqui no Brasil, enquanto a maior preocupação nossa, homossexuais, é a de verificar (com toda razão) quais são os candidatos mais favoráveis - ou menos desfavoráveis - às causas LGBT para que muitos direitos sejam finalmente atingidos, a esperança dos eleitores gays de alguns países está voltada para a chegada de um chefe de estado que lhes dêem o direito de viver com dignidade, de não serem perseguidos até a morte por viverem o que são: homossexuais.

Como já informado aqui no Navve Guei são cinco os Países que oficial e legalmente punem a homossexualidade com penas severas que chegam até a morte do indivíduo que resolve assumir a homossexualidade: Arábia Saudita, Iêmem, Irã, Mauritânia e Sudão.

No Irã, por exemplo, desde que a perseguição aos homossexuais tornou-se mais conhecida no mundo, a evasão para países que lhes concedem asilo político, só vem crescendo. Já era assim antes da reeleição, no ano passado, do presidente Mahmoud Ahmadinejad, e, agora, após essa infeliz realidade, os homossexuais iranianos debandarão de vez, fazendo com que Mahmoud consiga o objetivo de extinguir os homossexuais do Irã, tomando por base a sua declaração de que não existia gays no seu País, numa palestra em Nova York em 2005.

O problema por lá é tão grave que, devido ao longo tempo de existência dessas leis, a cultura do povo iraniano fica cada vez mais comprometida com a intolerância e a homofobia. Não bastasse as ameaças da polícia, a sociedade também faz o papel de fiscalizadora e até de executora. Há casos de pais atearem fogo e matarem os próprios filhos adolescentes ao descobrirem a sua homossexualidade sob a alegação de conservar a honra da família.

No caso de serem presos, julgados e condenados pelo "crime" de conduta homossexual, um juiz da corte islâmica decidirá a forma de execução, que pode ser: apedrejamento, forca, corte por espada ou ser jogado do alto de um penhasco.

Várias postagens já ressaltaram esse problema, algumas até com pedido de colaboração do leitor para que assinassem petições contra projetos de leis de países da África que pretendem adotar o mesmo procedimento para punir os homossexuais africanos.

Não nos comparando a estes Países com leis retrógradas e reacionárias, fiquemos atentos para os novos políticos que vêm por aqui para que possamos dar sempre passos à frente. Vamos analisar mais o histórico de vida deles do que a plataforma política, que é importante, mas pode conter armadilhas. Exemplo de uma artimanha política é o PAC 2.

Para que apresentar, neste momento, a segunda parte do PAC, se a primeira está com apenas 1% (um por cento) de finalização dos projetos? Não seria outro o motivo senão o de exibir ao povo uma manobra ardilosa e ilusória de crescimento para ganhar votos e eleger a Dilma.

Ainda estou em processo de análise, mas, para presidente, estou cada vez mais encantado com o jeito, estilo e história de vida pessoal e política da pré candidata Marina Silva.

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