A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT divulgou em matéria publicada pela Folha de São Paulo que são, pelo menos, dez gays assumidos, duas lésbicas, um bissexual, uma travesti e uma drag queen disputando cargos políticos nesta eleição.
Leia abaixo o que alguns deles andam dizendo nas campanhas eleitorais para conseguir votos.
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(1) "Tenho 27 anos e sou candidato a deputado distrital. Quero trabalhar para que a palavra "inclusão" deixe de ser necessária." Michel Platini (PT).

(2) "Sou, sim, gay assumido. O Brasil inteiro sabe disso. Mas sou um candidato como outro qualquer. Limitar a candidatura a uma bandeira, acaba levando à derrota. Tiro por mim mesmo: não quero um candidato tão restrito." Jean Willis, ex BBB (candidato a deputado federal pelo PSOL).

(3) "Não pode ser uma visão exclusivista. É uma candidatura das minorias sociais. Defendo a cidadania plena LGBT, das mulheres, dos negros, deficientes e idosos." Fernanda Benvenutty, travesti (candidata a deputada estadual pelo PT-PB).

(4) "Manter uma defesa monotemática é insisitir num discurso ultrapassado." Fernando Alcântara, autor do livro Sargentos Não Choram e ex-sargento do exército que se tornou famoso por causa da repercussão nacional do seu caso amoroso com o colega Laci de Araújo (candidato a deputado federal pelo PSB).

(5) "Minha principal bandeira é LGBT. Temos 87 direitos negados." Osmar Rezende (candidato a deputado federal pelo PV-MG).

(6) "Quero tornar Brasília a primeira cidade gay-friendly do Brasil." Júlio Cardia (candidato a deputado distrital pelo PV).

Qual discurso convenceu você?


3 comentários:

  1. Da nossa parte, dois votos a menos para todos eles.

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  2. Simpatizo com as idéias e principalmente com a postura ética de Jean Willys... o acho bem corajoso também... as vezes um tanto radical, mas corajoso!
    Boa semana.
    Jr.

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  3. A nenhum deles darei meu voto. Inclusive porque voto em outro estado.

    Não basta ser gay pra levar meu voto.
    Aliás, não é pré-requisito.
    Sinto-me mais bem defendido por um hétero liberal e competente do que por um gay incompetente.
    Exemplos recentes na política não faltam...
    A gente elege, e se frustra.

    Se defendemos o fim do preconceito, não posso escolher candidatos simplesmente pela sua orientação sexual. Isso, pra mim, não garante que serão bons defensores da causa.

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