Emerson, assassino confesso do apresentador de TV baiano morto em 2009.
Foto: Arestides Batista/Ag A Tarde/Futura Press (extraída do "Terra")
É triste, mas as estatísticas e as notícias demonstram que o número de assassinatos de gays por ano no Brasil supera o de todos os demais países do mundo, segundo estudo feito pelo Grupo Gay da Bahia - GGB.
E o que está acontecendo com a Bahia? Pela pesquisa acima, é o Estado mais homofóbico do País! Até o mês de agosto já foram registrados 138 crimes de homicídios contra homossexuais por lá.
Você pode pensar que não se trata necessariamente de homofobia porque cada crime tem o seu motivo e suas circunstâncias, o que leva cada caso a ser julgado individualmente pela justiça.
Porém, que outro sentimento poderia aflorar de um ser humano para ele tirar a vida de alguém, em particular de um homossexual? Seria desrespeito, ódio ou aversão? Juntos ou separados, estes adjetivos formam o significado de homofobia. Não importa se o motivo do crime se deu por que o gay Fulano não quis pagar os serviços prestados pelo garoto de programa Sicrano [sabe-se lá o porquê] e este perdeu a cabeça. Sicrano pode até possuir um instinto assassino, mas pensaria dez vezes mais antes de sair matando os seus desafetos heterossexuais.
Há gays que pagam para transar, assim como há heterossexuais que também o fazem. O problema é que parece existir uma impressão generalizada, principalmente nos homens bissexuais, de que todo gay é um "bolsa-família". Ao se aproximarem dos gays, toda aquela atenção exclusiva, simpatia e educação podem ser desmascaradas pelos cifrões saltando dos olhos deles. Se a vítima então preencher os requisitos que eles procuram são capazes de tudo, até de se transformarem em príncipes montados em cavalos brancos, desde que isso não lhes tomem muito tempo, claro.
Todo esse blá-blá-blá serve de alerta, evidentemente, mas também há outro motivo: destacar o trabalho da polícia baiana que, essa semana que passou, prendeu dois bandidos pesos-pesados dessa modalidade de crime. 
O primeiro, conhecido como Royal, é um traficante que pode ter sido o mandante daquele crime bárbaro que aconteceu na parada gay de Barra do Pojuca (Camaçari-Ba), onde nove pessoas foram baleadas, dentre as quais um adolescente de 15 anos, resultando na morte de dois.
Jorge Pedra, apresentador baiano assassinado em 2009.
O outro é o sujeito da foto que encabeça esta postagem, de nome Emerson Neves de Jesus (Jesus!), que, no final do ano passado, matou o baiano, apresentador de programa de TV de Salvador, Jorge Pedra, por causa de, segundo ele, uma dívida de R$ 500,00 (o crime ocorreu dentro de um motel no centro da cidade de Salvador).
Se você tem um blog ou site e é contra o crime, divulgue a notícia e a foto desse cara para que ele fique marcado pro resto da vida. É o mínimo que podemos fazer.

Fontes: sites "Parou Tudo" e "Terra".
 

19 comentários:

  1. Não sei até que ponto dá pra confiar nos dados do GGB, às vezes eles exageram. Não sei se somos campeões na homofobia - acho que não, pra falar a verdade. O que muitas vezes estes números não mostram - já li pesquisa a respeito - é que grande parte dos homossexuais assassinados são vitimas de seus parceiros ou estão envolvidos em dívidas com traficantes, por exemplo.

    Nem todo assassinato de gay se deve à sexualidade, mas os números acabam sendo usados pelos movimentos gays para acentuar a questão da homofobia. Nesse sentido, nada mais natural do que a Bahia - sede do GGB - aparecer no topo.

    Discordo quando você fala que "Sicrano pode até possuir um instinto assassino, mas pensaria dez vezes mais antes de sair matando os seus desafetos heterossexuais". Não há dados que comprovem isso. Até pelo contrário, muitos matam porque o outro torce para um time de futebol diferente! O que eu acho que faz diferença, nestes casos, é que são pessoas do sexo masculino, e a testosterona costuma cegar.

    O problema real do Brasil é o baixo nível de educação. Educação leva à tolerância. Pessoas educadas se preocupam menos com a vida alheia.

    ResponderExcluir
  2. Dois, a seguinte frase foi escrita por você, no seu blog, a respeito do protesto de pessoas "educadas" contra a "imprensa golpista", quando deveriam lutar contra qualquer tipo de censura nos meios de comunicação:

    "...eu também acreditava que a educação resolveria o problema, mas não acredito mais. As pessoas que eu conheço que possuem mais afinidade com estas idéias totalitárias - censura à imprensa, por exemplo - são acadêmicos, professores e estudantes lá da USP..."

    Da mesma forma, muitos matam, sim, porque o outro torce pra um time diferente, mas não acredito que o motivo seja o nível social delas. O assassino nasce com esse instinto mais desenvolvido do que as demais pessoas.
    Ah, e há dados que comprovam isso.

    ResponderExcluir
  3. Mas se estivermos falando de psicopatas, aí não há o que fazer, né? Nem campanhas contra a homofobia, nem qualquer tipo de (odeio a palavra, mas vá lá) conscientização possui efeito. O que eu acho difícil é que todos estes assasinatos sejam ações de psicopatas, acho que as motivações são comuns.

    Sobre os esquerdopatas da USP (rs), é justamente o oposto, já que é um comportamente estimulado.

    Eu acho sim que o nível educacional (não é o mesmo que social) seja um fator que ajuda a diminuir a violência. Não impede as pessoas de serem idiotas, como meus amigos da USP, mas ajuda a diminuir sim a violência. Sei que pega mal dizer isso, mas eu não faço questão de ser politicamente-correto...kkk

    Um abração!

    ResponderExcluir
  4. Não, querido. Você já entrou em outra seara e está confundindo as coisas. Nem todo psicopata é assassino e vice-versa. O assassino mata porque gosta de matar. Ponto.
    A psiquiatria jurídica afirma que a esmagadora maioria dos assassinos não têm traços de psicopatia. Alguns 'serials killers' até foram diagnosticados como tal, mas também são minoria.
    De verdade, nada do que estamos discutindo aqui tem a ver com o conteúdo da minha postagem.
    Há um equívoco generalizado da população - e até da imprensa - em associar as duas coisas.
    Abraços.

    ResponderExcluir
  5. Interessante e muito necessária essa reflexão, parabéns!

    Você aborda pontos importantes aqui... realmente é inegável que o ódio de certos assassinos (ou assassinos em potencial) parece acentuar quando a vítima e um homossexual!

    Mas tem o outro lado também... o de gays que se arriscam imensamente ao confiarem em figuras que nuncam viram antes, abrirem suas casas, sua intimidade, numa relação baseada em dinheiro e não em afeto! Erro gravíssimo!

    Será mesmo que o sexo pelo sexo compensa o risco que se corre em situações como essas? Sabe, nem quero saber se heteros pagam por sexo, se os bissexuais acham certo, o que eu sinalizo é que, definitivamente e diante das circunstancias, esse não é o caminho mais indicado!

    Lendo seu texto, me pergunto, por exemplo: o que o jornalista baiano assassinado estava fazendo num motel com um assassino desses, de alta periculosidade? Foi-se a época em que podíamos confia uns nos outros, atualmente (e infelizmente), a nossa frente todos são suspeitos ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO!

    Em suma, para os que insistem na prática, TODO CUIDADO e pouco!
    Um abraço e desculpe o sumiço. Prometo voltar.
    Jr.

    ResponderExcluir
  6. Sem analisar o caso específico do jornalista baiano...
    Somos muitos brasis, e vários deles são, sim, homofóbicos. Não há como negar. Quem nunca foi vítima de preconceito, de homofobia?
    Mas é mesmo preciso considerar que nem toda homofobia incentiva ou admite ir até o assassinato de gays, assim como nem todo assassinato de gays é decorrente de homofobia.
    A título de exemplo, lembro daqueles casos levantados por Roldão Arruda (Dias de Ira). Muitas, se não todas as vítimas, eram presas fáceis, pessoas carentes ao extremo que acabavam se expondo a risco além do razoável, envolvendo-se com o assassino.
    A marginalização dos gays, sem dúvida, sempre contribuiu para isso. Hoje em dia, com a Internet, disseminação de locais para encontros etc, esse problema, pelo menos nos grandes centros, diminuiu muito.
    Educação, se não resolve, pode, sim, contribuir para que as pessoas sejam mais esclarecidas (buscando, claro, informações e desenvolvimento além da escola), o que contribui para a maior aceitação da diversidade. O que também não elimina o preconceito e a homofobia.
    No fundo, vivemos no Brasil mais um preconceito de classes. A homofobia costuma ser mais amena quando se trata de alguém do "meu" meio.
    Em suma, o ser humano ainda tem muito a aprender. E no Brasil, mais ainda.

    ResponderExcluir
  7. ""que outro sentimento poderia aflorar em um ser humano para ele tirar a vida de alguém""

    simples, qualquer um, já vi nego ser morto por o outro cabloco simplesmente "estava com dor de cabeça", matar faz parte da natureza humana.

    ResponderExcluir
  8. Eu sou homofóbico e odeio gays e derivados. Odeio gays como a escolha sexual mas não as pessoas.
    Isso é crime?
    Se for, eu vou ter que ficar fingindo falsamente que sou um cara bacana.

    ResponderExcluir
  9. É vergonhoso, sim... O Brasil é homofóbico, sim!

    ResponderExcluir
  10. Anônimo aí de cima.
    Não, de forma alguma odiar quem quer que seja é, e nem poderia ser, considerado crime, desde que seja um problema seu e vc o guarde com vc.
    Por exemplo, você pode odiar até a sua mãe, mas, não por isso, tem o direito de agredi-la física ou moralmente e, muito menos, de matá-la. Entendeu? Espero que sim.
    Obrigado pelo seu comentário.
    Abraços.

    ResponderExcluir
  11. Não dá pra dizer que todo gay que é assassinado é por causa de homofobia. O assassino pode matar um gay, não sabendo de sua orientação sexual; ou pode matar em um assalto, não fazendo a mínima questão de distinguir héteros de gays; existem N situações.
    O Brasil é inegavelmente homofóbico. Mas não acho que é nada acima do ''comum'' (não seria essa a palavra exata) considerando ser um país ainda em desenvolvimento.

    ResponderExcluir
  12. "O problema é que parece existir uma impressão generalizada, principalmente nos homens bissexuais, de que todo gay é um "bolsa-família"."

    Ah, agora entendi!!! Então é tudo culpa dos bissexuais filhos da puta, não é???

    Adoro quando pessoas, ao invés de unir forças no combate aos preconceitos, promovem mais e mais ideias completamente deturpadas...

    Desculpa, mas não vou nem estruturar todo meu raciocínio depois de ler tal afirmativa...

    ResponderExcluir
  13. Cara Comum, não entendi a sua revolta.
    Se vc prestar atenção ao que está escrito, não há afirmação de que "tudo é culpa dos bissexuais", mas, "PRINCIPALMENTE". Essa palavrinha aí não exclui a culpa de quem quer que contribua para tal violência.
    Não bastasse, a postagem foi focada nos bissexuais que fazem programa e/ou têm o seu tesão movido por $.
    Há bissexuais que não se inserem nessa modalidade e conheço muitos legais, porém, graças, eles não se inserem nesse contexto de matária criminal.
    Vá com calma, reflita melhor nas entrelinhas, ok?
    Obrigado.

    ResponderExcluir
  14. Junnior, desculpe minha ignorância mas não consegui perceber as tais entrelinhas a que vc se refere. Nos sites em que li notícias sobre os tais casos criminosos que você usou para ilustrar seu texto não há alusão à bissexualidade de nenhum dos tais assassinos. Assim, como eu saberia que seu texto foca no caso específico de bissexuais com desvios de caráter?

    Pode ser apenas uma questão de mal entendido, mas, pelo menos pra mim, o seu texto não demonstra nas entrelinhas com clareza suficiente que você focava em casos de bissexuais que fazem programa e/ou têm o seu tesão movido por dinheiro.

    Contudo, mesmo que isso fosse claro, me assusto ainda mais com vc reafirmando o que disse. Pra mim, a diferença entre o meu proposital exagero em dizer que "TUDO é culpa dos bissexuais" para o seu eufêmico "PRINCIPALMENTE" é quase zero. Pois dizer que os bissexuais são os principais culpados por essa violência soa como uma generalização no mínimo preconceituosa.

    Você sentiria a mesma revolta se alguém, generalizando, dissesse que os gays são todos pervertidos e sem caráter. E para coroar tal raciocínio, ainda dissesse no final: "há gays que não são assim e conheço muitos legais, inclusive que, graças, não fazem essas coisas". O que equivale a dizer: "como regra geral, gays não prestam, mas há exceções que, graças, não confirmam a regra".

    O problema não é que PRINCIPALMENTE os bissexuais pensam que os gays são meramente uma fonte de renda e que sua vida não tem valor. O problema é que esse pensamento é generalizado em toda a sociedade entre as empresas que só querem nosso "pink money", entre os políticos que só querem garantir nossos votos para se elegerem e entre heteros, homossexuais, bissexuais e assexuados de todas as classes sociais. O preconceito está aí e arraigado fortemente em nossa cultura.

    Na minha experiência de vida, por exemplo, eu vejo na maioria dos casos, homossexuais jovens (de no máximo 20 anos) abusando financeiramente de homossexuais mais velhos. Mas daí a pegar minha experiência pessoal como verdade absoluta e soltar a afirmativa de que "PRINCIPALMENTE jovens homossexuais enxergam gays como 'bolsa-família'" soaria como uma generalização grosseira e com um tom preconceituoso.

    Pode ter certeza de que eu fui com muita calma e com todo o respeito que eu poderia ter por vc. No meu comentário anterior, eu só usei de ironia e tentei não ser ofensivo. Mas também não me peça pra ler uma coisa dessas e ter uma reação "blasé" não, ok?

    Eu é que agradeço a atenção...

    ResponderExcluir
  15. Cara, continuo achando que vc não quer enxergar o óbvio, mas vamos lá, por partes.
    1. Quando encontrar postagens aqui no blog com referência a fontes, não quer dizer que foram copiadas, pelo menos no meu caso. Fonte pra mim é inspiração. Ao citá-la, quero com isso dizer que a postagem foi desenvolvida em cima do que foi relatado na fonte, mas, definitivamente, não irei tolher minha liberdade de expressão. Raríssimas são as postagens copiadas. Quando são, deixo isso bem claro. Se porventura encontrar alguma que não tenha sido, pode apontar e direi que foi ato falho.
    2. O tema, o conteúdo ou a inspiração da postagem não foi a bissexualidade, mas o crime. Mencionei porque, na minha opinião, o crime foi cometido por garotos de programa bissexuais. Se você conhece esses homens assassinos e se puder afirmar que são homo e não bissexuais, me desculpe, as minhas fontes não mencionaram tal fato. Uma certeza sobre isso podemos ter: heterossexuais não são. Se fossem, não teriam ido a motéis com outros homens como as fontes citaram - ainda que tenha sido o dinheiro seu maior interesse.
    3. O que você considerou eufemismo, insisto que é a maneira de dizer que, o que foi dito, não pode ser dado como verdade absoluta e 'sorry' se você se assustou. Não foi somente a palavra "PRINCIPALMENTE" que demonstrou. Usei como exemplo.
    Você escreveu de novo e com mais palavras, mas apenas endossou o raciocínio anterior sem sequer ter se dado ao trabalho de analisar as entrelinhas como, gentil e educadamente, pedi. Vamos transcrever a frase novamente?
    "O problema é que PARECE existir uma IMPRESSÃO GENERALIZADA, PRINCIPALMENTE nos homens bissexuais, de que todo gay é um 'bolsa-família.'"
    "PARECE", do verbo parecer, no contexto da frase acima transcrita, teve o condão de "aparentar". "IMPRESSÃO", seguindo o mesmo raciocínio do contexto, significa "influência". "PRINCIPALMENTE" foi usado com a mesma intenção da palavra "especialmente".
    E por que "especialmente/principalmente"? Porque, repito, acredito que a maioria dos garotos de programas que roubam, agridem e matam é bissexual (aquele que sente atração ou que mantém relações sexuais com indivíduos tanto do sexo masculino quanto do sexo feminino).
    Não poderia afirmar que são heterossexuais porque, literalmente, heterossexual não faz sexo com pessoas do mesmo sexo.

    Agora transcrevamos a frase com os sinônimos mencionados:
    "O problema é que "APARENTEMENTE" existe uma "INFLUÊNCIA" generalizada de que todo gay é um bolsa-família, "ESPECIALMENTE" nos homens bissexuais."

    Ora, meu caro, convenhamos. Se já descartamos os heterossexuais pelas razões clara e fundamentalmente expostas acima, só nos restam as outras duas orientações sexuais: homo e bissexuais.
    São mais raros os casos nos quais os garotos de programas criminosos sejam homossexuais assumidos - se comparados aos tantos noticiados nos jornais e, atualmente, nos sites que divulgam crimes homofóbicos cometidos por homens que estavam com as vítimas em motéis ou em suas próprias casas. Se tais garotos de programa, os criminosos claro, forem gays enrustidos - vivem como héteros ou bi, se casam com mulheres, têm filhos, etc - ou sofrem de homofobia interiorizada, "sorry again", mas não disponho de bola de cristal e as fontes não entraram nesse mérito.
    Logo, por exclusão, só nos restaram os garotos de programa bissexuais.
    E mesmo tendo excluído as demais orientações sexuais, serei meticuloso novamente (pra você isso é eufemismo, né?) para afirmar que não são todos, mas apenas os que usam a bissexualidade com má-fé, com intuito criminoso de levar vantagem financeira a qualquer custo, mesmo que tal custo seja a vida. São homens de programa bissexuais que não querem satisfazer ímpetos sexuais, mas os financeiros.
    E repito: bissexualidade, de maneira alguma, é/foi o tema dessa postagem.
    Mais uma vez obrigado.

    ResponderExcluir
  16. Ah, ia esquecendo algo muito importante. Outra prova que você não se ateve às entrelinhas.
    O que está mesmo escrito logo antes da frase que você transcreveu e criticou?
    Imediatamente antes dela está assim:
    "Há gays que pagam para transar, assim como há heterossexuais que também o fazem. O problema é que parece existir uma impressão generalizada..."
    Como então (ou por que) você afirmou no seu último comentário não haver clareza suficiente nas entrelinhas de que eu "focava em casos de bissexuais que fazem programa"?
    Tá, teria eu então que que ser mais literal com você e usar outra palavra que não "entrelinhas" para que vc se ligasse na frase anterior?
    Não teria sentido eu escrever aquilo e 'linkar' com a frase transcrita e tão criticada por você.
    Aquelas palavras não estão ali para enfeite.

    ResponderExcluir
  17. O q mata os homossexuais é o estilo de vida q eles levam. Exemplo: Uma mulher hétero não sai com estranhos a fim de sexo a não ser q ela seja louca ou prostituta, já no caso dos homossexuais ele saem com qualquer um sem saber se a pessoa está procurando apenas sexo ou está fingindo ser gay pra atrair uma possivel vítima. Acho q os gays deviam parar de frescura e tomar mais cuidado com quem se relacionam e não tentar combater preconceito com mais preconceito, mentiras e desinformação. Conheci um gay q foi assassinado, ele não conhecia o assassino mas isso não impediu de tirar o carro da garagem e dirigir com ele a um local ermo e escuro, resultado: o culpado matou, roubou carteira, dinheiro e jóias, levou o carro e o gay nem um beijinho ganhou, agora vão me dizer q foi um crime homofóbico ? Claro q não, esse gay foi apenas uma presa fácil, nada mais.

    ResponderExcluir
  18. Nunca fui homofóbico, nunca tive problemas com gays, sempre os respeitei como pessoa e nunca a opção sexual deles me impediu de conversar ou manter amizade, mas confesso q essa onda de q "tudo virou homofobia" me fez vê-los com outros olhos, me desculpem, mas eu não quero q pessoas "tão superiores aos outros" fiquem próximas de mim pq nunca se sabe quando ela vai ver homofobia em alguma atitude, palavras ou olhares. É o feitiço virando contra o feiticeiro. Só tenho uma coisa a dizer p/os gays "não militantes", não entrem nessa onda pq aí sim vcs vão ser discriminados, pensem nisso e não apoiem quem no fundo não querem o bem de vcs.

    ResponderExcluir

Para se cadastrar, preencha o formulário na coluna do lado direito do blog.
Seu comentário é bem vindo, desde que:
1. possua nome e link válidos;
2. não contenha cunho racista, discriminatório ou ofensivo a pessoa, grupo de pessoas ou instituições;
3. não contenha cunho de natureza comercial ou propaganda.
Grato pela compreensão.