Vem lá de Goianinha, interior do Estado do Rio Grande do Norte, um dos maiores exemplos de bravura e determinação de um rapaz homossexual que tenho visto nos últimos anos.

Nem os jogadores gays engajados na carreira, os dos times mais conhecidos do mundo, assumem com tanto desapego a sua orientação homossexual, mesmo que o mundo todo já saiba disso.
Lembra dos jogadores do Barcelona, flagrados numa cena romântica? Era uma brincadeira [anhan]
O seu nome é Janderson Michel da Costa, mas é conhecido como Messi. Segundo vem sendo divulgado em vários sites, ele é super respeitado e querido por todos os amigos e conhecidos na pequena cidade de 20 mil habitantes.

Por volta do 13 anos, consciente de que era apaixonado por futebol e que queria ser um jogador, ele já estava certo da sua orientação sexual e resolveu assumir: "Meu maior medo era a família, mas chamei todos em 2005 e contei. Depois disso, não tive mais medo."

Entre os colegas impera o respeito: "Nós sabemos que ele tem os namorados dele, mas aqui ele é respeitado pelo seu caráter. Nunca o vi querendo ver jogador pelado ou dando em cima de um de nós", comentou um de seus colegas, Zig Zag

Com relação ao que lhe espera, ele demonstrou ainda mais confiança e garra: "Quero seguir com a minha carreira, jogar para um grande clube e acabar com o preconceito que existe dentro do futebol", concluiu.

Messi, muito sucesso e sorte! Já virei fã.


5 comentários:

  1. Pode parecer estranho o que vou dizer, mas sou totalmente a favor dos jogadores de futebol que não se assumem. E olha que quase fui jogador de futebol profissional (joguei em categorias de base da seleção, mas parei quando entrei na faculdade)! Explico melhor: acho que ninguém é obrigado a defender bandeira, nem a viver em função da sua sexualidade. Fico vendo o que o pessoal faz com o Richarlysson, do São Paulo! Se o cara é gay ou não, é da vida íntima dele, e apenas dele. Ficam cobrando que saia do armário, como se fosse uma obrigação. Se o jogador do post é assumido, ok, é só uma opção individual dele. Só espero que os grupos gays não o transformem em mártir...

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  2. Olha, concordo em parte, claro que nao devemos forçar ninguem a sair do armario, mas enquanto gays assumidos, sabemos o quanto é melhor viver uma vida sem culpas, sem ter que fingir algo que não é ilegal.Acho que o armario deve ser uma opção e não uma fuga , nesse sentido acho otimo quando alguem de influencia colabora, porque incentiva, encoraja muitos que sonham em fazer isso.Abs!

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  3. Dois, eu concordo com você. Em parte. Na que ninguém deve se sentir forçado ou obrigado a nada por ideologia ou qualquer outro motivo que não seja o seu bem-estar.
    Neste caso, penso diferente. O processo inverte quando a pessoa tem vontade de ser o que é, de se mostrar por inteiro, não se sente inferior a ninguém nem considera um demérito a sua orientação homossexual. Aí, não é caso de levantar ou defender uma bandeira, mas de viver de acordo com a sua satisfação pessoal, a qual, se contrariada, poderá acarretar mais incômodos e infelicidades do que enfrentar o preconceito.
    Abraços.

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  4. Acho que o "armário" sempre é repressor. Sair do armário não quer dizer começar a se vestir de mulher, mas não ter vergonha da sua orientação sexual. É poder viver seu amor sem medo de que ninguém o recrimine.
    No caso de PROFISSÃO X ORIENTAÇÃO SEXUAL acho que as duas coisas não deveriam se misturar.
    As pessoas precisam aprender a enxergar a homosexualidade como ela é: apenas a orientação sexual da pessoas. E que isso não influa no seu gosto musical, de esportes, de profissão... São coisas distintas que as pessoas ainda não aprenderam a separar.
    Não sei se me fiz entender, mas to tentando.

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  5. Olá, Livia. Obrigado pelo comentário.
    Eu entendi e concordo. O gay pode perfeitamente se assumir sem a necessidade de adotar estilos e/ou posturas que não têm a ver com a sua personalidade. Muito menos se tornar uma caricatura ao tentar ser o que não é. Claro, há gays naturalmente mais soltos, antenados com a moda, música, etc. Alguns até mais andróginos.
    Achei bem pertinente vc ter mencionado a música. Nem todo gay precisa amar a Lady Gaga pra ser feliz e se adaptar a realidade homossexual.

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