Foto do site: "Mundo Mais". Apoio à operação "mancha do malafaia"
O pastor Silas Malafaia resolveu, de novo, provocar os homossexuais e criou uma campanha na qual justifica que, pela preservação da família e da espécie humana, "Deus fez o macho e a fêmea".
Como o dinheiro, no caso dele, chega fácil - ele pede e, veja só, as pessoas dão! - espalhou 600 outdoors para divulgar o mexerico pela cidade do Rio de Janeiro.
Um grupo formado por gays e comandado por um professor, chamado pela mídia de Aloisio Reis, reagiu e lançou a campanha da foto acima, divulgada e aceita por algumas redes sociais, como o #twitter. A parada é  manchar os cartazes com tinta vermelha e pichá-los com uma resposta até mais admirável e pacífica do que a intriga do pastor protestante: "Os gays amam".
Apoiar, eu apoio. Embora o ato do pastor deva mesmo ser contrariado, pessoalmente vejo uma dose de ingenuidade do grupo gay que, no final das contas, acabou gerando mais dinheiro importância ao investimento à campanha do pseudopastor. Se ele esperava lucrar a longo prazo, com o feito o retorno financeiro será rápido.
Não esqueça que os  "fieis" da Avec - o ministério criado por Silas, a sua maior investida -  não percebem que um pastor que se preza não fica por aí segregando as pessoas; colocando umas contra as outras. Por influência dos gritos do Malafaia - muito mais um apresentador de espetáculos do que pastor - eles confundem a admiração que sentem pelo homem da voz empostada, que fala do jeito que eles gostariam de falar e que detém o status que eles gostariam de ocupar, com os sentimentos religiosos que lhes são mais   verdadeiros do que os do ardiloso rabadão.
Sou contra qualquer igreja. Pra mim, todas são fachadas para arrancar dinheiro das pessoas que necessitam ouvir, mas ouvir de voz falada, que Deus as perdoarão pelos seus pecados. Nem que, pra isso, paguem caro. E as centenas ou milhares de bispos, pastores ou seja lá os nomes que eles usam para autopromoverem, estão prontos e com as contas bancárias os braços abertos para recebê-las.
Se nem Jesus Cristo precisou de religião para sentir Deus no coração e com Ele se comunicar, por que nós não seguimos mais esse exemplo Dele? Façamos o que tem que ser feito para propagar o amor que está dentro da gente, perdoar os que nos julgam e vivamos com nossas consciências tranquilas e em paz com Deus. Amém, irmão!
Obs: quem tiver uma graninha sobrando, me avisa. Posso colocar o número da minha conta bancária aqui no blog para depósitos, ok? Infelizmente só possuo uma. Quem me dera ter as quatro recheadas contas bancárias que constam do site da Avec, o tal ministério do Malafaia. Lá, você encontrará diferentes bancos para todos os tipos de 'fieis': Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e HSBC.

3 comentários:

  1. Vamos ver agora o comentário vai... tentei de manhã, mas estava dando erro no envio.

    O que eu disse antes é que acho a reação do pessoal exagerada e acaba dando até mais destaque às abobrinhas do pastor.

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  2. Concordo. Na minha faculdade tinha um grupo de pessoas querendo até se filmar manchando ou queimando os out-doors, montados de Lady Gaga ou Cher.
    Acho desnecessário. Isso depõe contra nós e passamos de "militantes" a "guerrilheiros". O Brasil só tem um problema (unzinho só) que impede a aprovação do PLC 122: A OBRIGATORIEDADE DO VOTO!
    Garanto que se o voto não fosse obrigatório, só eleitores conscientes iriam decidir nossa política.

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  3. Temos mais é que ignorar esses seres,
    como ele pode querer pregar a palavra de Deus e o ódio contra o
    ser humano ao mesmo tempo?!

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