Foto: Radu Sigheti/Reuters - ("OEstadão")
Foi o que Mario Gómez, 25, jogador atacante do Bayer de Munique e da seleção que representou a Alemanha na Copa do Mundo deste ano, aconselhou numa entrevista à revista alemã "Bunte", há dois dias. Na entrevista, ele justifica a sua opinião pelo fato de a homossexualidade não ser mais um tabu: Temos o ministro de Relações Exteriores [Guido Westerwell] e o prefeito de Berlim [Klaus Wowereite] que são gays, então, os jogadores profissionais deveriam assumir sem culpas. Poderiam jogar sem esse peso.

Com quase 190m de altura e um belo par de olhos azuis, Gómez é de origem espanhola (parte de pai). O homem é um gigante não só no tamanho, mas também pelo seu desempenho no futebol. Os alemães o consideram uma máquina de fazer gols. Lembro bem dele - e do Arne Friedrich - durante os jogos da Copa porque foi um dos selecionados pelo Identidade G para exibir os seus dotes físicos na série de postagens sobre os jogadores da Copa (veja aqui).

Mas, nunca é demais conferir novas fotos deste jogador que, além de ser um colírio para os olhos do leitor, merecia uma homenagem das 'bibas' germânicas por contribuir, sem medos,  com a diminuição do preconceito e mostrar ao mundo que ser gay não faz de ninguém melhor ou pior. Uma lição do bofe.

Que [boa] pegada a dele, néam?



3 comentários:

  1. Ele não é gay, né? Só se mostrou simpatizante à "causa". Mas continuo com minha visão de que sair do armário não é uma causa pública ou política, mas uma questão privada. É só uma postura da minha parte, mas sempre me incomoda quando vejo essa coisa de "ter" de se assumir. Até entendo a história de dar visibilidade e tal, mas acho realmente que a homossexualidade é só mais uma característica da pessoa, e não necessariamente a mais significativa ou a que a define como indivíduo. Um abração!

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  2. ê, outro país, outra cultura né?

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  3. Também acho ninguém tem que abrir e declarar. Se é fato que todos nos beneficiamos com essas declarações, também é preciso considerar que a simples necessidade de alguém se declarar gay já é uma exigência decorrente do preconceito.
    Se ele está lá pra jogar bola, e não pra transar com os torcedores, que diferença faz se ele gosta de bananas ou de maçãs?

    Palmas pra ele, em todo caso!

    Agora, é mesmo outra cultura. Se um jogador brasileiro assumisse, seria linchado, ou demitido. Já pensaram um jogador do Flamengo, do Corinthians, sei lá, vir a público e declarar isso? A gente até sabe que já houve casos, mas não assumidos. E sabemos no que deu...

    Ah... mas que colírio, heimmm!

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