Presos políticos são torturados, espancados e mulheres estupradas. Homens e mulheres podem ser assassinados se se manifestarem contra o governo. 

Em 2005, após a entrada de Mahmoud Ahmadinejad, a coisa piorou e a sua fraudulenta reeleição em 2009 demonstrou o quanto a República Islâmica está nas mãos de um ditador da pior espécie, desgovernada pela violência e pelos flagrantes desrespeitos aos direitos humanos.

Esse País é o Irã e, a julgar pelas ações praticadas pelo próprio governo - sem qualquer  base legal -, deve ser o mais execrável do mundo. Em todos os sentidos. Ódio é que não falta por lá:
  • Os crimes comuns são punidos com penas que incluem tortura e espancamento;
  • Jovens deliguentes menores de 18 anos são executados;
  • Não há liberdade de imprensa e o jornalista que ousar descumprir as regras é preso e sabe-se lá mais o quê;
  • Não há liberdade religiosa. A depender da escolha, as pessoas podem ser perseguidas e atacadas;
  • Mesmo os "crimes" sem vítimas, tais como: fornicação e homossexualidade, são punidos e a condenação pode ser o apedrejamento ou o enforcamento.
Exemplo sórdido foi o de Ebrahim Hamidi, de apenas de 18 anos, preso e condenado à morte pelo 'crime' de sodomia porque se envolveu numa briga entre vizinhos e, na confusão, um dos envolvidos o "acusou" de ser gay por tê-lo supostamente assediado. O rapaz está preso há dois anos aguardando a sua execução, mesmo após o tal vizinho ter desmentido a acusação.

Você curte dormir agarradinho ou de conchinha com o seu namorido sob a mesma coberta? Lá, os dois seriam condenados à pena de 100 chibatadas se pegos em flagrante. Caso estivessem transando a pena seria outra e você já pode imaginar qual é.



Estima-se que atualmente há em torno de 26 homens e mulheres condenados à morte, aguardando a data da execução por supostos 'crimes' de adultério e homossexualidade, dentre os quais Sakineh Ashtiani, a mulher condenada à morte sob a acusação de trair e assassinar o marido. Sakineh livrou-se do apedrejamento em setembro deste ano por causa da repercussão mundial e a pressão de vários países em cima do governo do Irã.

Segundo os jornais de grande circulação mundo afora, um grupo de ativistas divulgou a informação de que a iraniana teria sido executada ontem, mas a notícia foi negada pelo ministro das Relações Exteriores, Manouchehr Mottaki.
Fontes: O Globo, Mundo Mais e Wikipédia.

4 comentários:

  1. Como acreditar que existe um deus que se cala diante de algo deste tipo? A cada dia fico mais cético...

    ResponderExcluir
  2. e ainda existem senhores q passaram a vida dizendo-se democráticos e engajados com os direitos humanos q apóiam e se relacionam com os comandantes deste regime troglodita ... que pena não é mesmo SR. Lula ...

    ;-)

    ResponderExcluir
  3. Irã sempre o Irã! Esse pais em mais atrasado que o Brasil!

    ResponderExcluir

Para se cadastrar, preencha o formulário na coluna do lado direito do blog.
Seu comentário é bem vindo, desde que:
1. possua nome e link válidos;
2. não contenha cunho racista, discriminatório ou ofensivo a pessoa, grupo de pessoas ou instituições;
3. não contenha cunho de natureza comercial ou propaganda.
Grato pela compreensão.