Uma rapidinha sobre a Ana Angélica, a Morango do "BBB10".
Durante a sua participação no programa "Superpop", na última sexta-feira, ela estava linda, simpática, educada e bastante paciente com a apresentadora e os demais convidados  - que a encheram de perguntas, mas não tinham paciência para ouvir uma resposta completa sequer. 
Abra-se um parênteses aqui para falar sobre a Luciana Gimenez e o seu marido, Marcelo de Carvalho, no programa "Megasenha". Alguém precisa chamar a atenção deles. Não bastassem as patéticas e insistentes brincadeiras de ambos dando pinta de marido e mulher, ele, apesar simpático, exagera na dose de desinibido ou de exibido. Se torna um chato prolixo quando explica dezenas de vezes a mesma coisa e, a cada programa, piora. Dá a impressão que quer aparecer mais do que ela (como se isso fosse possível) e mais ainda do que convidados. Ele "puxa" a câmara o tempo todo, sem se importar se o que tem a falar é idiota ou desnecessário. 
Aff, só porque o homem é o vice-presidente da casa não quer dizer que seja um bom apresentador ou que não possa ser chamado a atenção. E o público não é obrigado, né não? [#fikdik]
De volta à Morango, ela explicou que a sexualidade não é opção (claro), nem orientação (porque ninguém a orientou sexualmente), mas, sim, condição, no sentido de característica pessoal: "na condição de gay, ela falou sobre a homossexualidade". Ela e muitos outros homossexuais sustentam essa teoria sobre a sexualidade. Creio que há um engano aí. Quando se fala de orientação sexual não é no sentido de que alguém ensina ou orienta o outro a ser gay. São os fatores internos (biológicos e psicológicos) e externos (educação = pai de menos e mãe de mais para os homens, simplificando a teoria freudiana) que orientam - no sentido de direcionar - o indivíduo para esta ou aquela sexualidade
Estou certo ou errado?

3 comentários:

  1. Condição é um termo bem inadequado, pois passa a ideia de algo transitório... é exatamente a diferença que existe em português entre "ser gay" e "estar gay"...

    Como você disse, "orientação" não é no sentido de "ensinar", mas sim no de "direção" da sexualidade - embora nisso ela também esteja errada, é óbvio que a gente aprende a "ser gay"... não que nos ensinem a nos tornar, mas aprendemos desde cedo como viver/agir/pensar/amar/transar sendo gays... Orientação é bem mais simples: para que lado vai o teu desejo, para homens, mulheres, ou dois, nenhum deles?

    Quanto ao Freud, acho que é bem polêmico, não acho que a presença/ausência de modelos de pai ou mãe levem alguém a ser gay. Podem influir no comportamento, mas não vai mudar a orientação sexual da pessoa. Traduzi um livro do Freud faz uns anos e depois disso confesso que não consigo imaginar como alguém o leva a sério...kkk

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  2. o problema é que a teoria freudiana por exemplo não é comprovada, então existe algo mesmo q nos orienta? genética, psiquica ou socialmente a nos tornarmos gays? como historiador eu não posso concordar com isso, prefiro chamar de prática (eu faço sexo com homens), de identidade (eu sou gay, eu sou homossexual), do que essa pseudo-cientificidade de orientação sexual.

    No entanto, a expressão orientação sexual costuma dizer q eu, gay, oriento minha sexualidade em direção a outro homem. a orientação é minha, no fim, parece escolha tb.

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  3. Orientação sexual pode ser a expressão certa, pelos motivos que você falou - que não é alguém oriente outro a ser gay, mas sim os fatores internos (e/ou externos). Mas, condição sexual também não está errada, assim como preferência sexual.
    O único completamente descabido é realmente opção sexual.

    E, quanto ao marido da Luciana Gimenez, ele explica em todos os programas a mesma coisa, as mesmas regras, para quem ainda nunca assistiu - e, para que tudo seja bem claro, sem dúvidas.

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