Não sou teólogo nem estudioso do assunto, mas acredito firmemente em Deus. E, por senti-Lo sempre presente, mesmo nos momentos em que, displicentemente, eu O tenha ignorado, sinto-me confortável para falar dEle.
Se pudesse somar os momentos de confidências, agradecimentos, pedidos ou simplesmente um "oi", poderia afirmar que essa relação tenha sido a mais discutida que tive até hoje. Já "trocamos" ideías em vários lugares diferentes: em casa, na praia, nas ruas, nas estradas e em várias de Suas casas, mas a melhor sensação é quando conversamos no meu quarto.
Por vezes, pensei que Ele tivesse me abadonado e supliquei a Sua atenção. E, quando O senti junto a mim novamente, percebia que era eu, mais uma vez, o culpado por isso e o quão ignorante eu ainda sou diante a Sua intensa paciência e bondade.
Algumas pessoas julgam-se mais íntimas e dignas dEle e falam coisas, em Seu nome, que, por várias vezes, me fizeram acreditar que eu não era digno da Sua companhia e, consequentemente, eu me afastava com vergonha e medo de expor o que sou e por reconhecer a impossibilidade de mudar isso.
Essas pessoas gostam muito de usar a palavra pecado para os indivíduos que, como eu, persistem em viver de forma diferente. A diferença resume-se à orientação sexual que, não sei como nem porquê, a nós foi imposta, mas nunca escolhida. Insistem em dizer que só mereceremos a companhia e o amor de Deus quando deixarmos de ser o que somos, porque, ser homossexual, viola os Seus preceitos. É o mesmo que afirmar que Deus me ama, mas odeia o que sou!
Confesso que a maior parte da minha vida fingi ser o que não sou para agradar ou adapatar-me ao que chamam de uma vida "digna" e "normal". Mas, confesso também, que foi a pior escolha.

Com a vivência, venho concluindo cada vez mais que a interpretação de pecado destas pessoas é algo peculiar delas e que isso não pode interferir na minha relação com Deus. Se serei julgado por considerar tais argumentos uma incoerência, deixarei para Ele esse encargo. Prefiro agora ser franco e condizente com a pessoa que me tornei.
Por outro lado, o que causa preocupação hoje em dia são os jovens que tiveram uma educação fortemente ligada a crenças conservadoras, como as do Cristianismo, e iniciam, cada vez mais cedo, a homossexualidade com o fardo pesado desta culpa.
É pessoal a escolha entre ser e aceitar-se ou fingir ser o que não é. Conforme deu prá perceber através dos relatos acima, a decisão não é simples muito menos deve ser influenciada por doutrinas religiosas. Buscar abrigo ou acreditar em instituições que pregam o amor aos "pecadores" e abominam o seu "pecado", não me parece a escolha mais acertada.
A respeito do que foi publicado na postagem de 18/02/2010, Uganda. África. O Mundo Sempre Será Gay., sobre o projeto de lei que visa incluir a pena de morte como uma das penalidades à prática da homossexualidade em Uganda, há, sim, uma forma mais concreta de você contribuir contra a aprovação desta lei anti-gay.
Basta clicar aqui e assinar uma petição que será entregue às autoridades de Uganda. Falta muito pouco para o número mínimo exigido de 450 mil signatários.
Vamos ajudar os nossos irmãos ugandenses a livrarem-se desse pesadelo.
Obrigado.
Gente, não se trata de fofocar, mas tem cada sandice por aí que não dá prá deixar passar, mesmo saída de uma linda cabecinha de miss.
Lauren Ashley, uma jovem americana aspirante ao título de Miss California, declarou, em entrevista a uma rede de tv americana, que é da vontade divina a morte dos homossexuais. Para justificar, falou em Bíblia, em abominação, em sangue derramado e blá, blá, blá. Para, no final, declarar amor aos seus lindos amiguinhos gays.
Esse é o ponto. A naturalidade com que algumas pessoas adoram polemizar negativamente a homossexualidade com único intuito de aparecer. A palavra gay parece sair iluminada com neon ao ser pronunciada. Elas adoram.
Pior do que usá-la com irresponsabilidade, como fez essa moça, é o ar blasé para repetir aquela chatice no final. Que tem muitos amigos gays, que eles são pessoas maravilhosas e merecem todo o respeito. Ah, poupe-nos dessa hipocrisia.
O resultado do concurso ainda não saiu, mas o título da mais tresloucada já está garantido. Com vocês, Miss A Loka !
O apresentador de um certo reality show, exibido numa emissora de canal aberto, deixou pelo menos dez dos onze participantes restantes do programa, com caras de bobos durante a sua apresentação ontem.
Embora o seu sobrenome real tenha uma sonoridade que lembra o termo em inglês: `Be + All´ = "Be all" (algo como seja, esteja com todos nós), no programa de ontem, ele evidenciou que não está nem aí para alguns participantes. Em especial, um dos bonitões, o que foi insistentemente chamado de bobo. Alías, com este já virou cisma. Da outra vez, ele foi chamado de Mané. No bom sentido, claro.
Embora o seu sobrenome real tenha uma sonoridade que lembra o termo em inglês: `Be + All´ = "Be all" (algo como seja, esteja com todos nós), no programa de ontem, ele evidenciou que não está nem aí para alguns participantes. Em especial, um dos bonitões, o que foi insistentemente chamado de bobo. Alías, com este já virou cisma. Da outra vez, ele foi chamado de Mané. No bom sentido, claro.
A preferência do "Be All" estava ainda nebulosa e começou a desanuviar há umas três semanas, quando ele provocou os participantes da casa dizendo o quanto gostava de um dos emparedados daquela semana. Ele se referia a dançarina.
O programa já está prá lá da metade, mas vamos resumir o episódio de ontem.
Na casa, já é notória a divisão em dois grupos. Até ontem, o grupo Salada de Frutas era formado por: 1. Cacau; 2. Banana (aquele que Pedro cismou); 3. Morango; 4. Frutinha (a drag); e o 5 chamemos de Babosa (por causa de um remédio que ele usa para queda de cabelos). Cinco, no total.
O outro grupo, o claramente preferido do Pedro, é o Natureba. Com seis participantes: 1. Adoro Pó Dourado; 2. Caduco por Linhaça; 3. Linhaça por Caduco (a dançarina); 4. Não Uso Escova de Dentes e Arroto (a dentista ☺); 5. Marroca (ou Boca-rota); e 6. GaGa-DuDu-Channel.
Os dois grupos estavam apreensivos por causa da disputa no paredão de três participantes da casa. Dois do grupo Salada de Frutas: Morango e Frutinha e o Adoro Pó Dourado, pelo grupo Natureba.
Durante a narração, Pedro "Be All", que a esta altura já pode ser chamado de Pedro "Leave Me Alone" ("deixe-me em paz"), desmazelou-se das formalidades e acatamentos - que lhe eram característicos em edições anteriores - para descambar no festival de mau gosto.
Primeiro, contou uma estorinha sobre um cacho de uva (que seria a Cacau) no pé de morango, misturando mais uma fruta na salada. Mas a banana atrapalhava a uva e o(a) morango. Entenderam? No final das contas, tudo isso foi para, mais uma vez, chamar o Banana de, digamos, banana. Mas essa estória nada tinha a ver com o participante Frutinha que estava no paredão.
Este, por sinal, levou um chega prá lá do Pedro, quando, sem nem abrir a boca, foi chamado de coadjuvante na disputa do paredão. E que era melhor nem abrir porque podia sobrar prá ele.
Enfim, o embate foi mesmo entre a(o) Morango e o Adoro Pó Dourado. Dos três, este foi o único que pode falar, gritar e mostrar seus dentes amarelados, ops, dourados, após ter sido confirmada a sua vitória da noite. Sim, vitória com direito a recorde de votos. Digna de final.
E, na confusão, isso não ficou muito claro prá ninguém, sequer para o Frutinha que, àquela altura, não sabia se comemorava ou se ia embora com a(o) Morango. No final e passada a euforia, era só mesmo a Morango quem se despedia da casa.
Não satisfeito com o festival de indelicadezas, Pedro "I Am Not All" (algo como: "meu negócio é com a dançaria") perguntou à Morango, já fora da casa, se o Banana era mesmo tão bobo como parecia. Êta cisma com Banana!
O programa já está prá lá da metade, mas vamos resumir o episódio de ontem.
Na casa, já é notória a divisão em dois grupos. Até ontem, o grupo Salada de Frutas era formado por: 1. Cacau; 2. Banana (aquele que Pedro cismou); 3. Morango; 4. Frutinha (a drag); e o 5 chamemos de Babosa (por causa de um remédio que ele usa para queda de cabelos). Cinco, no total.
O outro grupo, o claramente preferido do Pedro, é o Natureba. Com seis participantes: 1. Adoro Pó Dourado; 2. Caduco por Linhaça; 3. Linhaça por Caduco (a dançarina); 4. Não Uso Escova de Dentes e Arroto (a dentista ☺); 5. Marroca (ou Boca-rota); e 6. GaGa-DuDu-Channel.
Os dois grupos estavam apreensivos por causa da disputa no paredão de três participantes da casa. Dois do grupo Salada de Frutas: Morango e Frutinha e o Adoro Pó Dourado, pelo grupo Natureba.
Durante a narração, Pedro "Be All", que a esta altura já pode ser chamado de Pedro "Leave Me Alone" ("deixe-me em paz"), desmazelou-se das formalidades e acatamentos - que lhe eram característicos em edições anteriores - para descambar no festival de mau gosto.
Primeiro, contou uma estorinha sobre um cacho de uva (que seria a Cacau) no pé de morango, misturando mais uma fruta na salada. Mas a banana atrapalhava a uva e o(a) morango. Entenderam? No final das contas, tudo isso foi para, mais uma vez, chamar o Banana de, digamos, banana. Mas essa estória nada tinha a ver com o participante Frutinha que estava no paredão.
Este, por sinal, levou um chega prá lá do Pedro, quando, sem nem abrir a boca, foi chamado de coadjuvante na disputa do paredão. E que era melhor nem abrir porque podia sobrar prá ele.
Enfim, o embate foi mesmo entre a(o) Morango e o Adoro Pó Dourado. Dos três, este foi o único que pode falar, gritar e mostrar seus dentes amarelados, ops, dourados, após ter sido confirmada a sua vitória da noite. Sim, vitória com direito a recorde de votos. Digna de final.
E, na confusão, isso não ficou muito claro prá ninguém, sequer para o Frutinha que, àquela altura, não sabia se comemorava ou se ia embora com a(o) Morango. No final e passada a euforia, era só mesmo a Morango quem se despedia da casa.
Não satisfeito com o festival de indelicadezas, Pedro "I Am Not All" (algo como: "meu negócio é com a dançaria") perguntou à Morango, já fora da casa, se o Banana era mesmo tão bobo como parecia. Êta cisma com Banana!
Fico por aqui.

Há siginificativas diferenças entre ser e parecer ser gay no mundo dos famosos. Principalmente para a causa dos homossexuais.
Poucos artistas e atletas masculinos, famosos e GAYS, saíram verdadeiramente do armário e não arrependeram-se por isso.
Há muitas discussões sobre o assunto. Algumas pairam nos "prós", outras nos "contras", mas o número de celebridades influentes e assumidamente gays, pouco se aproximou daquilo que podemos considerar encorajador para que outros busquem nesta experiência, uma razão convincente para seguirem o mesmo caminho.
Esta semana, o ex-jogador de basquete John Amaechi (à direita, na foto), 39 anos, primeiro atleta da história da Liga Nacional de Basquete Norte-Americana - NBA, a assumir-se publicamente homossexual, em 2007, declarou ser mais fácil um meteoro cair na cabeça de um atleta de primeira linha da Liga do que este admitir-se gay, dando a entender que sua decisão em nada contribuiu para os "colegas".
Mas, não é outro o motivo senão a imagem do profissional que está em jogo. Sempre se fala que o medo da rejeição do público é o fator decisivo peso-pesado. Em ascensão e ganhando dinheiro, pouquíssimos atletas do mundo pensarão em mexer no time que está ganhando.
Até mesmo jogadores heterossexuais e mundialmente famosos, revelam mais detalhes íntimos de suas vidas pessoais do que os esportistas gays enrustidos. Diga-se de passagem, o metrossexual e gatíssimo David Beckham, que até já declarou ter usado as calcinhas da esposa, referindo-se às peças íntimas da não menos imodesta e ex Spice Girl, Vitória Beckham.
Por outro lado, o indefinidamente sexy e kilometrossexual, Cristiano Ronaldo - que recentemente substituiu David Beckham como garoto-propaganda da Armani - parece não se incomodar tanto com o que pensam sobre a sua sexualidade ao deixar-se fotografar sempre com diferentes modelitos de shortinhos, os quais, se não podemos afirmar que revelam algo sobre a sua orientação sexual, com certeza desvelam dotes físicos maravilhosos. No seu armário deve ter muito mais. Uh lá lá.
De volta ao lado sério do tema (me empolguei um pouco), é difícil opinar sobre isso. É claro que não foi em vão a corajosa atitude deste ex- jogador de basquete, como ele está achando. É um caso isolado, sim, mas é também impactante. Cada exemplo surgido gera um efeito dominó.
Matthew Mitcham, 21 anos, o bonitinho de toalha branca na foto abaixo, talvez seja um dos exemplos de coragem gerados por atos como o do senhor John Amaechi. Foi o único atleta gay assumido das Olimpíadas de Pequim de 2008 e medalha de ouro nos saltos ornamentais. Ele foi imortalizado no seu País - a Austrália - com a criação de um selo postal com o seu rosto. Não é um orgulho?
Confabulando um pouco, eu vejo da seguinte maneira: John Amaechi construiu, há três anos, a sua moderna porta numa das enormes paredes da MGBSO (parece, mas nada tem a ver com o homofóbico Mel Gibson). Trata-se da Mansão dos Gays Bem-Sucedidos e Orgulhosos. Antiga e ainda pouco habitada, ela preserva sempre traços renascentistas (por razões óbvias), e tem como mantenedores grandes nomes, não somente da arte e do esporte, mas também da história do movimento gay, os quais, a esta altura, já aguardam o próximo ilustre e, por enquanto, anônimo morador.
Esta postagem foi tão bem ilustrada, não éam?
Esta postagem foi tão bem ilustrada, não éam?
Fotos utilizadas nesta postagem: Google.
Quase dois meses apenas que o blog nasceu e já foram publicadas duas postagens sobre o sério problema da homofobia em alguns países, principalmente os do continente africano (veja as matérias em Criminosos São Eles !).
Não gosto de ser repetitivo, mas não se trata disso. O que vem acontecendo nas últimas semanas em Uganda é algo desumano que pode ter consequências desastrosas à causa dos homossexuais, haja vista o efeito cascata que isso pode acarretar em 24 países africanos que já possuem penas severas contra os homossexuais.
Diz respeito à manifestação pública ocorrida esta semana, liderada por um influente pastor ugandense, Martim Sempa, em apoio ao projeto de lei contra os homossexuais, o qual prevê entre outras, a pena de morte. Se é que se pode chamar assim, os jornais descreveram como pacífica a manifestação, mas milhares de pessoas saíram com cartazes às ruas de Jinga, em Uganda, bravateando a abolição do homossexualismo e sabe-se lá mais o quê..
Não querendo causar mais drama do que a própria notícia em si já proporciona, mas será que somos loucos por acharmos que somos tão normais quanto os heterossexuais? Claro que não. Esta pergunta tem um efeito mais elucidativo do que dramático.
É que não dá prá imaginar, em pleno século XXI, um povo tão sofrido e um pastor influente com cara de bonzinho - há 20 anos ele vem lutando contra a AIDS no seu País - brigarem e revoltarem-se com um mero comportamento ou orientação sexual que eles chamam de "distúrbio" e de "sodomia". Como se, o continente com o maior número de homens e mulheres soropositivos do mundo, a prática do coito anal fosse exclusiva dos homossexuais. É uma cruel hipocrisia.
Não dá prá martelar nesse ponto ou embarcar na bad trip deles. Sem dúvida é um retrocesso no desenvolvimento político e social dos países africanos, mas devemos é GRITAR contra isso, nem que seja através de um blog com poucos leitores(^^), do twitter, do msn, do orkut, dos nossos amigos e namorados. Talvez o universo nos ouça e conspire a favor dos gays africanos e contra essa selvageria.
Contudo, nem tudo são espinhos na causa gay. Outra manifestação, desta vez em Lisboa, Portugal, acontecerá no próximo sábado, dia 20/02/2010, em defesa do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Promovida pela Plataforma Cidadania Casamento, a manifestação terá como objetivo a luta por um referendo à lei - já aprovada, mas ainda não sancionada - que prevê a união civil dos homossexuais.
Referendo, prá quem não sabe, é uma espécie de consulta pública do governo, na qual o eleitorado vota contra ou a favor de uma lei.
Fotos utilizadas nesta postagem:
1. "Maasai By The Crater", by the spirit of the world (Flickr);
2. "Colors", by Pat Pavaneli (Flickr);
3. "Cube Globe With World Flags Banner, by Inconspro (Flickr).
Uma notícia hiper, mega importante para tornar o seu carnaval mais seguro.
Foi divulgado pela Secretaria de Segurança Pública do Estado que, durante os próximos cinco dias (a contar de hoje, sexta-feira), todos os locais do Rio de Janeiro, frequentados pelo público LGBTs, receberão reforço policial.
Além disso, aqueles que presenciarem ou sofrerem abusos dos homofóbicos de plantão, poderão lançar mão dos seus celulares e denunciar os malfeitores - ou serem orientados para o procedimento - através do seguintes números de telefones:
Sexta (dia 12/02): 8311-6534.
Sábado (dia 13/02): 8311-6535.
Domingo (dia 14/02): 8311-6536.
Segunda (dia 15/02): 8311-6537.
Terça (dia 16/02): 8311-6538.
É estranho, mas é assim mesmo. Para cada dia, o mesmo prefixo com os dois últimos dígitos diferentes. Vai entender. O DDD, se necessário, é 021 (RJ).
O serviço será prestado pela Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos - SUPERDir, e funcionará em regime de plantão 24 horas.
Feliz carnaval para todos !
"Por que os heterossexuais que mal conhecem a mim e a minha família podem ser mais legais do que uma homossexual que me ensina a ter uma vida mais digna e a ser a rainha do alfabeto?"
É com uma passagem mais ou menos assim que o filme "PRECIOUS", indicado para seis estatuetas do Oscar de 2010 e favorito à categoria de melhor filme, exprime uma mensagem de apoio à causa gay.
O Oscar irá acontecer em Los Angeles, em 07/03/2010, e o tema central do longa-metragem é o drama pessoal de Clareece Precious Jones (Gabourey Sidibe), uma adolescente negra, gorda, analfabeta, maltratada pela mãe e violentada duas vezes pelo pai, que recebe o apoio especial de sua professora, uma mulher sensível e homossexual, disposta a ensinar o que for preciso para salvá-la daquele mundo hostil.
O trecho transcrito logo no início da postagem não é falado exatamente assim. Foi a minha percepção, e, por causa dele, resolvi escrever sobre o filme. É intrigante pensar que, entre pessoas desconhecidas, os heterossexuais assumidos podem ser vistos com mais empatia do que os homossexuais declarados. Só pelo rótulo.
Reflita. Tchau !
Não deixe de ver o trailer neste link (legendado). Ele também informa sobre o elenco e direção. Vale a pena.
O público perdeu ontem a melhor oportunidade de excluir do BBB, de vez, o maior preconceituoso que este programa já teve entre seus participantes, o sem noção Marcelo Dourado, de 37 anos.
Homofóbico ou não, mas preconceituoso com certeza, o lutador, sem dúvida alguma, vem prestando um desserviço à sociedade brasileira com a verbalização das atrocidades que permeiam os pensamentos daquela cabeça limitada.
Quem estava assistindo ao programa, minutos atrás pelo PPV, presenciou o que está sendo falado aqui. Durante o almoço na "casa de luxo", alguns participantes estavam descontraidamente comentado sobre baladas e praias gays, quando o homem levantou-se, abandonou a mesa com prato na mão, dirigiu-se ao lixo e jogou ali o resto da sua comida, bravateando algo como ter perdido o apetite.
Minutos após, numa conversa com o visivelmente irritado Serginho, num dos quartos da casa, explicou (e piorou) que ele não consegue fazer uma refeição ouvindo e imaginando "dois homens se pegando", numa clara demonstração de intolerância e de nojo, ao associar o momento de comer com a homossexualidade.
Serginho, 20 anos de idade, ainda tentou plantar alguma semente de respeito naquele cérebro sem vida e, inteligentemente, nocauteou o lutador com o argumento de que ninguém da casa abandonaria a mesa ou esbravejaria daquela forma ao ouvir declarações sobre lutas e sangue. "Lutar é uma escolha e sexualidade já nasce com a pessoa", concluiu.
Lamentável, pra dizer o mínimo, é imaginar que esse sujeito terá mais oportunidades para demonstrações grostescas de arrotos e insultos nos próximos dias.
Beyoncé, linda, durante a gravação do seu clipe no Morro da Conceição, Rio de Janeiro.
O NAVVEGUEI não ficaria de fora no último dia da apresentação da cantora no Brasil, a qual acontecerá hoje, às 21 h, em Salvador-Ba. A turnê da diva seguirá agora para terras argentinas.
Creio que até ela já viu, mas não há outro vídeo mais legal do que este para representar os seus admiradores. O carinha dá um show. Veja aqui.
Foto utilizada nesta postagem: AFP, extraída do site "veja.com".
Cadê o beijo gay da TV brasileira?
Alguns programas voltados ao povão e metidos a engraçados, acham que protagonizaram o primeiro beijo gay da TV brasileira, mas com cenas grotescas, sem conteúdo nem propósito.
Refiro-me ao beijo ardente, na boca, entre personagens centrais e logo no começo de uma trama das 21 horas.
Já pensou o Tony Ramos e o Antônio Fagundes protagonizarem um casal gay, com cenas românticas e beijos apaixonados, quase diariamente numa novela das 9? Ou melhor ainda, o Bruno Gagliasso e o Jonatas Faro? Ia ser babado de baba de rinoceronte.
Mas, por que ainda hoje não podemos assistir ao tal beijo nas novelas? Para quando estará reservada essa cena exclusiva e polêmica pelas emissoras de grande audiência?
Foi em 1951 o primeiro grande beijo na boca da TV, protagonizado pelos atores Vida Alves e Walter Foster na novela "Sua Vida Me Pertence". Levando em conta que a TV brasileira conta hoje com quase 60 (sessenta) anos de história, até que foi rápido, mesmo tendo sido polêmico, segundo os jornais e as revistas..jpg)
Foi em 1951 o primeiro grande beijo na boca da TV, protagonizado pelos atores Vida Alves e Walter Foster na novela "Sua Vida Me Pertence". Levando em conta que a TV brasileira conta hoje com quase 60 (sessenta) anos de história, até que foi rápido, mesmo tendo sido polêmico, segundo os jornais e as revistas.
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A demora para o beijo gay nas novelas surgir é até previsível por se tratar de interesse de uma minoria e, todos sabemos, a televisão importa-se é com a maioria.
No entanto, vamos combinar que esse atraso já ultrapassou todos os limites do bom senso e já beira a hipocrisia, diante da realidade do mundo de hoje. Não somente os beijos, mas os gays, são tão reais e evidentes que podem ser vistos até de olhos vendados. Já chega de dar tanta moral aos ditos conservadores de plantão. Um beijo gay numa novela não é desrespeito pra ninguém. E tem que ser um beijaço pra compensar tanta espera.
Assista este vídeo (clique aqui). Uma matéria sobre a reação pública diante os beijos e carícias de um casal gay filmado no calçadão de Copacabana.
Foto utilizadas nesta postagem:
"Em Castro", de Capitalização e "Estamos sempre em toda parte", de Aleksander Bruce e Dennis Millam - Flickr.
Imagine um homem: trabalhador, honesto, cumpridor de suas obrigações civis, realizado profissional e emocionalmente, homossexual declarado que mantém uma relação homoafetiva e assumida com seu companheiro, igualmente íntegro e apaixonado.
Parecem dois cidadãos felizes e acima de qualquer suspeita, não?
Pois é, colega, não em alguns países. Estes cidadãos que, no máximo, poderiam ser vistos como um desperdício pelas mulheres heterossexuais e pelos gays solteiros e brasileiros, podem ser condenados a penas severas em cerca de 70 (setenta) países do mundo, os quais ainda mantêm leis reacionárias com relação à homossexualidade ou aos direitos humanos.Piores ainda são os que prevêem pena de morte como punição à prática homossexual. A lista persiste ainda com um rol de cinco países altamente homofóbicos e perigosos à diginidade do homossexual: Arábia Saudita, Iêmem, Irã, Mauritânia e Sudão.
O continente africano, com exceção da África do Sul - como se não bastasse sofrer o mal do retrogresso político e social -, é considerado o mais homofóbico do mundo (leia postagem sobre homofobia em "Não à Homofobia!). Países como Gâmbia, Nigéria, Somália, Uganda e Zimbábue são o que há de maus exemplos. Alguns governos inclusive vêm cogitando a implantação da pena de morte para os praticantes da homossexualidade. Como disse, um retrocesso.
Tal procedimento, em alguns dos países citados, não tem sequer fundamento em posições ou culturas religiosas, mas base meramente machista. Prova disto, é o tratamento dado às mulheres com a mesma conduta. Nenhum. As mulheres podem relacionar-se sexualmente, mas os homens não. Seria a mesma coisa, por exemplo, se as leis penais brasileiras, no que referem-se aos crimes contra a honra, excluíssem das penas as pessoas do sexo feminino que praticassem a injúria, a calúnia ou a difamação. Surreal.
Em termos gerais, sempre enxergo avanços nas lutas contra o preconceito pelo mundo, ainda que a passos de tartaruga. Tome por base o crescimento do número de países permissivos de práticas homossexuais, que aumentou para 55, segundo relatório da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais.
Graças aos desbravadores e corajosos, a sociedade mundial é bem mais tolerante às diferenças do que foi em épocas mais difíceis. Os negros, por exemplo, um dia foram considerados coisas e, como tais, eram comercializados como mercadorias. Todos sabemos disso, mas é inimaginável para mim o que foi esta realidade para a raça, assim como o é constatar hoje que há tanta violência e homofobia por parte dos africanos. Logo eles, que sofreram tanto com o tráfico do mercado escravo.
Parecem dois cidadãos felizes e acima de qualquer suspeita, não?
Pois é, colega, não em alguns países. Estes cidadãos que, no máximo, poderiam ser vistos como um desperdício pelas mulheres heterossexuais e pelos gays solteiros e brasileiros, podem ser condenados a penas severas em cerca de 70 (setenta) países do mundo, os quais ainda mantêm leis reacionárias com relação à homossexualidade ou aos direitos humanos.Piores ainda são os que prevêem pena de morte como punição à prática homossexual. A lista persiste ainda com um rol de cinco países altamente homofóbicos e perigosos à diginidade do homossexual: Arábia Saudita, Iêmem, Irã, Mauritânia e Sudão.
O continente africano, com exceção da África do Sul - como se não bastasse sofrer o mal do retrogresso político e social -, é considerado o mais homofóbico do mundo (leia postagem sobre homofobia em "Não à Homofobia!). Países como Gâmbia, Nigéria, Somália, Uganda e Zimbábue são o que há de maus exemplos. Alguns governos inclusive vêm cogitando a implantação da pena de morte para os praticantes da homossexualidade. Como disse, um retrocesso.
Tal procedimento, em alguns dos países citados, não tem sequer fundamento em posições ou culturas religiosas, mas base meramente machista. Prova disto, é o tratamento dado às mulheres com a mesma conduta. Nenhum. As mulheres podem relacionar-se sexualmente, mas os homens não. Seria a mesma coisa, por exemplo, se as leis penais brasileiras, no que referem-se aos crimes contra a honra, excluíssem das penas as pessoas do sexo feminino que praticassem a injúria, a calúnia ou a difamação. Surreal.
Em termos gerais, sempre enxergo avanços nas lutas contra o preconceito pelo mundo, ainda que a passos de tartaruga. Tome por base o crescimento do número de países permissivos de práticas homossexuais, que aumentou para 55, segundo relatório da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais.
Graças aos desbravadores e corajosos, a sociedade mundial é bem mais tolerante às diferenças do que foi em épocas mais difíceis. Os negros, por exemplo, um dia foram considerados coisas e, como tais, eram comercializados como mercadorias. Todos sabemos disso, mas é inimaginável para mim o que foi esta realidade para a raça, assim como o é constatar hoje que há tanta violência e homofobia por parte dos africanos. Logo eles, que sofreram tanto com o tráfico do mercado escravo.
De volta ao BBB10, estava eu assistindo novamente ao programa pelo PPV, numa tarde de muito calorrrr aqui no Rio (espero sobreviver até a próxima estação), quando escutei o Dicesar comparar o jeito "viado" de dançar da sua colega de confinamento Eliane Kheireddin ou Lia, ao da cantora, até entao totalmente desconhecida por mim, Lorena Simpson.
Curioso isso porque a Lia dançando numa das festas da casa parecia show de um travesti. Choquei com a performance travestilizada da dançarina.
Lá fui eu correndo em busca de mais informações na web sobre essa tal "megastar americana". Fui na fé, afinal, era a Jimmy Kier falando (nome artístico do Dicesar). Quem for mais descolado e admirador da cantora Lorena Simpson, por favor, desculpe-me por isso.
Fiquei espantado com a quantidade de covers brasileiros da cantora e fui descartando vários vídeos no YouTube. Era estranho. Todas as performances pareciam ser da mesma pessoa, uma loirinha com cara de anjo cantando e dançando em boates gays de São Paulo com vários admiradores. Resolvi verificar melhor e... SURPRESA. Aquela loirinha, que pensei tratar-se de um travesti cover da Lorena Simpson, era a própria. Em? Comoo assiim?
Através de um vídeo clipe bem melhor produzido deu prá sacar o talento da garota, uma amazonense que teve um boom ano passado apresentando-se em shows pelo Brasil e fazendo a carreira como cantora de House Music.
A Lia arrebenta mais na dança, mas uma das músicas da Lorena, Can´t Stop Loving You, uma balada house, é muito legal. Afim de ouvir ou de relembrar? Clique aqui.


Já faz um tempinho a última edição do American Idol (2009), a que elegeu vencedor o gato e talentoso Kris Allen (na foto acima, o de camisa vermelha). Ou terá sido Adam Lambert?
A segunda posição foi o prêmio conquistado no American Idol, mas o melhor candidato, o estiloso e sempre mega maquiado, andrógino e ex-ator Adam Lambert, de 27 anos, dono de uma voz visceral, vem conquistando cada vez mais a massa. Não apenas pelos seus dotes e méritos artísticos, mas também pelo carisma que transmite através da sua maneira particular, digamos, muito gay de ser.
Muitos disserram na época que ele não ganhou o programa por causa da contraditória postura que os E.U.A. têm com os gays assumidos e os evidentemente gays mas em cima do muro, posição que o Adam resolveu adotar na ocasião em que declarou-se bissexual.
O rapaz parece não ligar mais para o conservadorismo do público-alvo que assiste ao American Idol, que o preteriu ao título de campeão, e tem sido visto de mãos dadas e aos beijos com outro jovem em lugares e situações diversas. Bom prá ele !
No final das contas, o cantor é a sensação pop atual pelo sucesso do seu "For Your Entertainment", album lançado no final do ano passado, o qual mistura um pouco de tudo: glam rock, classic rock, kitsch, baladas novas e nostálgicas. Confira, assista ao clipe aqui.
Fotos utilizadas nesta pstagem: Google.
O título em inglês não é esnobismo. Significa algo como "Não Pergunto, Não Conte" e é como ficou conhecida a lei americana que "permite" o ingresso de homossexuais nas forças armadas, desde que não sejam assumidos. O darling foi um complemento irresistível para mim. ^^
A lei, em vigor desde 1993, criou a (falsa) idéia de que os E.U.A. estavam agindo contra o preconceito, quando, na verdade, o que muitas pessoas não sabiam é que a lei prevê o afastamento de militares homossexuais assumidos.
Confesso que fiz a Poliana e não atentei-me ao fato enquanto acompanhava as notícias. Considerei que se o governo americano não se importava com a orientação sexual dos aspirantes às forças armadas, faria vistas grossas para os que assumissem tal condição durante o exercício na carreira militar.
Guardadas as proporções, tudo continuava igual à maneira como lidam os países conservadores e/ou homofóbicos no ingresso de homossexuais nas forças armadas. A diferença é que os demais países não utilizaram o mesmo golpe de marketing político para camuflarem a discrimação e, claro, as penas aplicadas que diferem em cada país.
No Brasil, a hipocrisia também corre solta. Basta lembrarmos, há dois anos, o bafão que foi o tratamento dado pelo Exército ao casal de militares gays, os sargentos Laci Marinho de Araújo e Fernando Alcântara de Azevedo (foto abaixo), expostos a humilhações e torturados psicologicamente por revelarem-se um par gay.
Por outro lado, parece que os E.U.A. vêm mostrando interesse em transformar o embuste de décadas em algo digno de combate ao preconceito. Obama, já no discurso de posse da presidência, prometeu prioridade nesta questão e reiterou o compromisso na semana passada numa audiência ocorrida nas duas Câmaras do Congresso americano, afirmando que providências serão tomadas ainda neste ano.
E o desenlace já começou. Nesta semana, ocorreu a audiência no Senado americando com o Secretário de Defesa, Robert Gates, na qual ele pediu a revogação da Lei Don´t Ask, Don´t Tell e comunicou que um trabalho, a ser realizado pela sua equipe, analisará o impacto da anulação da lei e será apresentado oportunamente.
O tema desta postagem pode ter sido árido, mas é de suma importância para a luta e a diminuição do preconceito no mundo. Sabemos todos a forte influência dos E.U.A. sobre os demais países.
Vamos acompanhar e as novidades serão publicadas aqui no Navve Guei.
Até mais.
Fotos utilizadas nesta postagem: Google.
Fotos utilizadas nesta postagem: Google.
Desculpem-me os que não moram numa cidade litorânea, mas a postagem de hoje é para os que têm este privilégio e talvez não usufruem.
Gente, há terapia melhor do que uma praia num belo dia de verão? Para quem mora numa grande metrópole como eu o ideal é durante a semana. A praia está bem mais vazia, menos barulhenta e menos confusa.
A intenção não é torturar quem está trabalhando nesta estação, até porque para tudo tem um jeito.
Se você não mora, mas trabalha próximo à praia, leve na mochila uma sunga ou um biquini. Retarde, uma vez na semana que seja, o seu retorno pra casa e curta o final de tarde com um mergulho relaxante. Se morar em um Estado com horário de verão, melhor ainda. Aproveite e ponha os seus pensamentos em dia.
Imagine isso. Realize! Algumas horas...
Boa praia.
Pedi a um amigo que visitasse o Navve Guei e desse a sua opinião. Dias depois, ele respondeu com alguns comentários e uma sugestão: contar a forma como ele vive a vida.
Na hora, achei inusitado porque ainda não havia considerado a hipótese de expor fatos reais de pessoas próximas no blog.
Depois, pensando mais sobre aquilo, concluí que a idéia era interessante. Primeiro, porque ele próprio concedeu o direito (sem identificá-lo, claro). E segundo, porque a forma como ele vive e sempre viveu a vida merece mesmo ser contada.
Sabe o bon-vivant? Aquela pessoa que valoriza os prazeres da vida e sabe gozá-los? Solteiro, gay, bem prá lá dos 40 anos, bom de papo, de caráter e querido pelos amigos, ele gosta de dormir e acordar tarde, ver filmes na TV a Cabo (LCD de 42'), mora em Ipanema - um dos bairros mais elegantes do Rio - faz viagens frequentes e fascinantes pelo Brasil e pelo mundo, frequenta bares, restaurantes e praias da moda, além de festas e boates deslumbrantes.
Você deve está se perguntando: e daí? Se o cara pode, tem mais é que curtir a vida. Posso advinhar a sua próxima pergunta depois que eu complementar um pouco as características dele.
Sim, ele é bom de papo e uma ótima companhia para quem convidá-lo a um bom restaurante - se é que você me entende -, mora de aluguel num quitinete, a sua TV a Cabo é uma gambiarra e gosta de acordar tarde porque não tem que ir trabalhar, a não ser quando precisa dar um jeito de conseguir a grana do aluguel e do condomínio que vencem naquele dia.
Para citar um exemplo ocorrido semana passada, ele, de volta de uma viagem para São Paulo, ligou para outro amigo nosso pedindo emprestado o cartão de vale-transportes porque precisava resolver algo na rua antes de viajar para Nova York, na semana que vem. Só no ano passado foram duas viagens à Europa e uma para os E.U.A.^^
Mas como? Eu o conheço faz anos e juro que não sei.
Certamente há um compromisso desse meu amigo com a vida, no sentido mais amplo e glamoroso, e há um descomprometimento com o sistema universal que a vida impõe às pessoas para sobreviverem. No final das contas, é admirável enxergar no semblante dele ares de tranquilidade, serenidade e jovialidade, mais aparentes do que geralmente percebemos na maioria das pessoas que seguem, à risca, as tais regras de sobrevivência.
E você, como vive a vida?
Foto: "Relax", galeria de Mariolo (Flickr).










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