Tudo bem com você? Acompanho o seu blog há algum tempo e nunca me manifestei. Meu nome é Bruno, tenho 23 anos de idade e gostaria que você lesse a minha história e, se gostar, que a contasse no seu blog. Você pode escrever do seu seu jeito, mas gostaria que fosse fiel aos detalhes porque tenho muita vontade de saber se outras pessoas já passaram por isso e se vivem como eu.
Até hoje, muita coisa aconteceu na minha vida e nunca contei nada a ninguém. Namoro uma garota da minha idade atualmente, a gente não transou ainda, mas eu quero me casar com ela. Sei que eu sou gay e não duvido disso, mas escondo de todo mundo porque não consigo imaginar ser apontado como gay na rua. Tenho muitos amigos e colegas de faculdade, todos eles são heterossexuais e finjo que eu sou também. Não sou nada afeminado e faço de tudo para ninguém perceber: minto, invento estórias e situações com outras mulheres e vou vivendo uma vida dupla. Os meus pais e minha irmã (mais velha) são religiosos e não aceitam a homossexualidade. Aqui em casa não tem clima e dependo financeiramente deles.
Tudo começou aos 10 anos de idade com um primo de 12. A nossa diferença física era bem grande. Eu parecia ter 7 ou 8. Ele, com 12, parecia ter uns 16 anos.
Tudo começou aos 10 anos de idade com um primo de 12. A nossa diferença física era bem grande. Eu parecia ter 7 ou 8. Ele, com 12, parecia ter uns 16 anos.
Havia outras diferenças. Enquanto eu era tímido, fechado e sensível, ele era mais expansivo e tinha mais amigos. Eu gostava de brincar mais com as minhas duas primas (irmãs dele) do que com meus primos. Na escola, era com as meninas que queria passar o recreio, mesmo que me esforçasse para brincar com os meninos. Quando isso ocorria, a conversa sempre vinha pro meu lado: que eu parecia "mulher"; que tinha jeito afeminado, etc. Aquilo era triste para mim porque eu achava que eles só queriam me humilhar - e humilhavam - mas não percebia que eu podia ser daquele jeito mesmo.
Eu gostava da companhia e dos papos das meninas. Era com elas que eu me divertia e me identificava. Quando outro menino se aproximava com "papo de homem" eu ficava mudo, nervoso, sem reação e tentava disfarçar.
Um garoto de uns 11 ou 12 anos uma vez se aproximou dizendo que ele já tinha pentelhos e arriou a bermuda mostrando os pelos pubianos bem crescidos e perguntou se eu também possuía. Eu, com 10 anos, além de não ter nem sinal deles, nunca havia ouvido falar de pentelhos antes (mas já havia visto e tocado nos do meu primo sem saber que aquilo tinha nome próprio). Menti e respondi que sim. Ele gritou de volta: "duvido! Mostra aê". Eu, muito nervoso, respondi "não" e saí correndo.
Da próxima vez, contarei como foi a aproximação do meu primo. Ele foi bem esperto. Foi chegando devagar nas minhas duas primas pra "brincar" com a gente, mas o que ele queria já estava bem planejado.
[Taí, Bruno. A primeira parte publicada. Fiz adaptações, encurtei bastante, mas mantive todo o conteúdo transmitido. Tentarei publicar a segunda parte inteira, mas acho que não dá. É enorme]
Imagens: "CaliforniaBoys Series", Galeria de Iwood, Flickr (a foto foi editada).
Imagens: "CaliforniaBoys Series", Galeria de Iwood, Flickr (a foto foi editada).
Veja e compare as imagens dos dois álbuns abaixo:
(I)
(II)
(I)

(II)

Agora, responda: o que é mais justo?
Se preferir não escrever, por favor, responda à enquete sobre o direito de adoção por casais homossexuais (logo aí, na coluna do lado direito).
Obrigado.
As Frases abaixo são do mês de novembro de 2010, selecionadas de usuários anônimos da rede social #Twitter. São quase todas 'pró-gays' e as 'do contra' nem são tão 'do contra' assim. Mas, foi por acaso. Parece que os gayfriendlies escrevem melhor e são mais inteligentes do que os gayenemies.
- As leis deveriam incluir os gays no casamento. O fato de serem gays não significa que não devam sofrer como o resto de nós. @EulerFantini.
- Alguém precisa avisar aos negros, aos judeus e aos gays que the 'war is over' [rs]. @silviapilz.
- Os espancadores de gays da Av. Paulista deveriam pagar penas alternativas como: ser roadie do Ricky Martin ou estagiário do Herchcovitch. @DeboraBlog.
- Ser #gay não é fazer alok e viver na promiscuidade.Tem que ser muito macho pra ser homosexual! Heteros respeitem os gays e gays se respeitem! @_canadesugar.
- La hombres hetero creen que usar la palabra "marico" para referirse a los "gays" los hace lucir más hombres pero quedan como unos ignorantes. @cegc135 [Os homens heterossexuais acreditam que usando a palavra "marico" para se referirem aos "gays" os fazem parecer mais homens, mas são uns ignorantes].
- Não posso gostar de alguns gays (legais) e deplorar outros (histéricos)? Absurda essa tal lei anti-homofobia! #PL122fail. @blogbymel.
- Eu conheço gays que são melhores do que você e toda a sua família juntos [frase do vlogueiro PC Siqueira que está bombando no Twitter - sobre a onda homofóbica que surgiu no #Twitter dias atrás].
- A diferença da Ke$ha e Gaga é que a kesha tá mais pras 'lesbisbiscas' que pros gays. @mic_oliver.
- Só pode ser gay. Perfeição tem limite num cara hétero. Só gays podem ser perfeitos assim. @be_lourenco.
- Por um lado, gays significam menos concorrência. Por outro, mais chances de um mènage. Homofobia não é só crime, é burrice! @Luh_any.
- Para cada homem, nascem 7 mulheres. Isso sem contar os que se tornam gays. Logo, não perca seu tempo. @Lucas_bragagnol.
Na última frase, vale à pena acrescentar: "Isso sem contar os que são gays." Se não há provas científicas de que a homossexualidade é congênita (embora haja estudos), muito menos existe alguma que evidencie o contrário; e, para que fique bem claro: "Logo, não perca o seu tempo perseguindo gays."
A não ser, claro, que seja um problema incontrolável de ordem psíquica que o leve a este ódio. Se for, só pode haver um motivo (óbvio): a sua prisão e falta de colhão para assumir - para si e não para os outros - o que você é de verdade, e uma solução: médico.
Acho que o 'tuiteiro' chutou na estatística: no Brasil, a proporção é de 97 homens para 100 mulheres. Por outro lado, no mundo, a coisa é diferente: há 57 milhões de homens a mais do que mulheres. China e Índia são os campeões na sobra de homens (relatório da ONU/2010).
It´s raining men...
A não ser, claro, que seja um problema incontrolável de ordem psíquica que o leve a este ódio. Se for, só pode haver um motivo (óbvio): a sua prisão e falta de colhão para assumir - para si e não para os outros - o que você é de verdade, e uma solução: médico.
Acho que o 'tuiteiro' chutou na estatística: no Brasil, a proporção é de 97 homens para 100 mulheres. Por outro lado, no mundo, a coisa é diferente: há 57 milhões de homens a mais do que mulheres. China e Índia são os campeões na sobra de homens (relatório da ONU/2010).
It´s raining men...
Steve Jobs, o dono da 'Apple' (foto abaixo), já teve a sua sexualidade questionada por causa dos vários aplicativos gays do Iphone: Leitor de notícias gays, Mr. Tonight, Gay radios, Gay cities, e etc. Em 2008, ele chegou a doar US$ 100 mil para apoiar uma campanha que incentiva o casamento gay na Califórnia - E.U.A.
Será que o homem cansou de ser politicamente correto, não gostou de ser apontado como gay ou simplesmente está se mostrando um frio e imparcial (e incoerente) homem de negócios?
É que acaba de ser aprovado pela empresa um novo aplicativo ("app") para o Iphone bastante contraditório, se comparado aos gayfriendlies.
Este leva o usuário à "Declaração de Manhattan" (novembro de 2009), um manifesto contra os direitos dos homossexuais. Indica que assine uma petição contra o casamento homossexual e o direito ao aborto. O interessado poderá ainda acompanhar todas as atividades e as notícias relativas ao projeto antigay.
Segundo a edição do dia 25/11, do jornal espanhol "El Pais", um grupo de internautas se rebelou contra o app, o classificou como lixo e vem exigindo que a empresa o remova, inclusive na própria webpage da 'Apple'.
E você, o que acha?
E você, o que acha?
Um dia de silêncio foi a forma de o Identidade G homenagear a ação do governo do Estado, da prefeitura, da secretaria de segurança pública, das polícias e da população do Rio de Janeiro. Com o apoio, reforço e disponibilidade do governo federal, das forças armadas, enfim, do País, resolveram por um basta na violência, na desordem e no caos que assola [palavrinha esquisita que lembra o 'assolan', mas significa destruir] a cidade.
De qualquer maneira, nada do que pudesse ser publicado ontem poderia superar a importância dessas ações, nem mesmo a notícia em si.
Tudo pode significar o fim - ou o controle, que seja - da guerra do tráfico de drogas e da bandidagem. Os traficantes já se achavam mais capazes e preparados do que a polícia para comandar o Rio. O povo, desacreditado, não encontrava mais razão para denunciar os constantes abusos eventualmente presenciados. Quase uma terra sem dono; sem alma.
Não bastassem as trocas de tiros, as balas perdidas, os arrastões, os homicídios e latrocínios, a nova ousadia deixou boquiaberta a população carioca que sentiu o terror nas ruas durante os últimos ataques dos bandidos iniciados no último final de semana: a queima de todo o tipo de veículo que encontravam pela frente. Para as primeiras horas de hoje, eles ainda prometem uma madrugada sangrenta. Tenho minhas dúvidas de que cumprirão a promessa.
A polícia já dominou Vila Cruzeiro, o morro que fica na Penha, zona norte, e segue agora rumo ao Complexo do Alemão (morro vizinho), para onde fugiram os criminosos que se uniram em bando hoje, numa tentativa desesperada de constranger e/ou combater a polícia. E acabei de ler que o exército liberou 800 homens para atuarem em solo fluminense (e vêm aí os policiais federais também).
Posso respirar com mais tranquilidade do que os moradores dos arredores dos morros acima, porém, há uma sensação esquisita de que estou de camarote assistindo ao "Tropa de Elite III". Não é ficção desta vez. Torço muito que funcione essa estratégia da polícia de dominar os territórios dos traficantes e acreditando estou que dias normais estão por vir em nossas vidas.
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| Marc Jacobs |
Perceba a cena: um bar ou restaturante, o casal ao lado da sua mesa é uma 'cross' com a namorada trocando beijos e amassos 'calientes'. Ambas produzidérrimas, cheirosas, maquiadas e, claro, femininas. Emocionante, né não? Será que os homofóbicos, aqui no Brasil, iriam esperá-las na saída pra dar 'porrada'?
Poucos dias atrás, o Identidade G publicou a postagem sobre o célebre quadrinista Laerte Coutinho que já se encarregou de trazer a moda ao Brasil. Ele está 'cross' total. Na matéria, há também um breve esclarecimento sobre o que significa esta expressão. Resumidamente, é um homem vestido inteiramente de mulher. Pode ser interpretado como um modo de ser ou de estar. Sou ou estou "crossdressing".
E você, como ficaria 'crossdressed', hã? Não podemos imaginar. Porém, dá pra conferir como alguns famosos ficam graças aos vários ensaios deles para as grandes revistas. Esta é outra tendência que começou com atores lá dos 'States' e já chegou também ao Brasil (faz um tempinho). Veja no 'slideshow' abaixo a compilação de alguns desses ensaios famosos.
Num bate-papo de mesa, uma mãe conversa com um certo deputado federal:
mãe: Deputado, estou preocupada com o meu filho mais velho. Ele tem um jeitinho meio afeminado...Será que ele é gay?
deputado: Mas isso daí, tem jeito. Quando os pais perceberem que o filho começa a ficar assim, meio gayzinho, leva um couro nele. Ele muda rapidinho.
mãe: Mas eu não costumo bater nos meu filhos, deputado. Os educadores mais prestigiados dizem que não resolve nada e pode gerar revoltas...
deputado: ....Que revolta o quê? Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas. Meu pai me ensinou a ser homem. Filho gay é falta de couro!
mãe: Fiquei com uma dúvida, deputado: se filho gay é falta de couro, pro senhor, filho homofóbico seria falta de quê?
O diálogo é uma adaptação, mas o papo houve e as blasfêmias palavras do deputado também. Só que não foi numa mesa qualquer, mas a do programa "Participação Popular", da TV Câmara. O deputado? Jair Bolsonaro do PP-RJ (foto), conhecido por declarações polêmicas no plenário e, pasme: membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
O tema do programa era o projeto de lei que pretende proibir qualquer tipo de agressão corporal na educação dos filhos e contou com a presença do também deputado e presidente da Frente Parlamentar da Criança e do Adolescente, Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE). Além deles, participaram mães e o público em geral.
Pena ninguém ter feito a última pergunta do diálogo adaptado mais acima. A opinião do Jair Bolsonaro sobre educação, neste caso, ficaria completa.
Assista aqui ao vídeo.
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| Imagem: "Condoms on a clothesline" - Dawlin1 (Flickr). |
O seu grau de efetividade é de 30%. E o que isso quer dizer? Confesso a você que não tenho tanta certeza. Fui procurar nos 'trocentos' sites que divulgaram a notícia ontem e todos, sem exceção, escreveram a mesma coisa e não explicaram (nem imagino quem escreveu a notícia primeiro).
Todavia, acredito que o percentual acima significa que a vacina pode erradicar 30% de todos os tipos, subtipos e outras variações do HIV existentes no mundo. Tal variação decorre do fato de ser o HIV um vírus que sofre várias mutações no corpo do indivíduo infectado formando cepas diferentes das que inicialmente habitavam o organismo.
Você pode perguntar: não foram descobertos, recentemente, dois anticorpos capazes de impedir a infecção de células em mais de 90% das variedades do HIV? Esta foi outra questão que gerou dúvida. Em julho deste ano, a revista "Science" divulgou esta notícia, inclusive publicada pelo Identidade G (clique aqui para ler). Concluí que aquela pesquisa estaria numa fase inferior e demandará mais tempo para provar a sua efetividade.
De volta à Rússia, há outros dados interessantes sobre esta vacina, além dos 30% de alcance das variedades do HIV:
- seriam necessárias apenas 6 doses da vacina/ano;
- a terapia é mais segura e não traz efeitos colaterias, ou seja, não intoxica o organismo;
- milhares de infectados que não estão obtendo mais resposta aos medicamentos atuais poderão ser beneficiados; e
- já foi testada em 500 voluntários, portadores do HIV, o que representa a fase final de estudos. Ou seja, está a um passo da comercialização.
Agora, a pergunta que não quer calar: e os demais 70% dos tipos de vírus que a vacina não inclui, como evitá-los? Camisinha, gente! Ainda é o meio mais seguro.
Se ajeita aí na cadeira, pois o papo é longo.
Após conferir pronunciamentos de alguns advogados, acadêmicos de direito e evangélicos acerca da inconstitucionalidade do PLC nº 122/2006, aquele Projeto de Lei que visa criminalizar o preconceito nocivo e maléfico contra os homossexuais (homofobia), da ex-deputada federal (dois mandatos) e professora Iara Bernardi (foto), resolvi analisar o seu texto para tentar localizar aonde se encontra a tal incostitucionalidade.
Não há!
Antes de mais nada, os termos "nocivo" e "maléfico" foram acima acrescentados pra que fique bem claro que o preconceito em si é inerente a qualquer pessoa. Incontestável. Não é o fato de tê-lo que se pretende punir, mas, sem dúvida e com muita razão, a sua prática com o intuito de ferir moral e fisicamente outra pessoa.
Qualquer cidadão, pelo que está no PLC 122, continuará com a prerrogativa de se expressar negativamente a respeito dos gays e da homossexualidade, desde que não ofenda a moral de ninguém, claro. Poderá, por exemplo, ao se deparar com um casal - hétero ou homossexual - aos beijos num estabelecimento público ou privado, cuja conduta seja inadequada ao lugar - como numa igreja, pedir educadamente (aqui, apenas um conselho) que se retirem dali por razões óbvias. Se os dois pombinhos persistirem a polícia poderá ser acionada. E se resolverem processar a igreja, o padre, enfim, quem fosse, alegando ato discriminatório pelo teor da lei, além da provável sentença denegatória na ação, cairiam no ridículo. Tal qual se a situação ocorresse com um casal heterossexual.
Por outro lado, seria bem diferente se a conjuntura fosse num local apropriado, como num bar ou boate, e o gerente chamasse os seguranças para dali expulsarem o casal pelo simples fato de ser homossexual. Além e inclusive o vexame, haveria, sim, o preconceito externado de maneira perniciosa à moral e - a depender dos modos dos seguranças - física dos dois indivíduos.
Feito o esclarecimento acima e retornando ao texto do Projeto de Lei, não há "mordaças" na boca de quem quer que seja, sequer privilégios, como pseudopastores alegam por aí. O que existe é a intenção de inserir a discriminação aos homossexuais em leis que já existem, como a do racismo. NÃO se está criando algo novo.
E vamos combinar? Os gays não têm os mesmos direitos dos heterossexuais quando se fala em namoro em locais públicos, casamento, etc e etc. Isso gera o preconceito - hoje, mais do que nunca, um fato notório e público aqui no Brasil.
Para tanto, na parte em que trata dos homossexuais (o Projeto também cita idosos e outros gêneros), duas palavrinhas seriam acrescidas ao texto de lei: 'orientação' + 'sexual'. Elas seriam incluídas em alguns artigos prontos das leis. Ou seja, repita-se, o PLC 122/2006 NÃO propõe uma nova lei ou sequer a criação de novos artigos às leis. Vejamos um exemplo:
O artigo 1º da Lei 7.716/89 (racismo), a que mais teria alterações, é exatamente dessa forma:
Após conferir pronunciamentos de alguns advogados, acadêmicos de direito e evangélicos acerca da inconstitucionalidade do PLC nº 122/2006, aquele Projeto de Lei que visa criminalizar o preconceito nocivo e maléfico contra os homossexuais (homofobia), da ex-deputada federal (dois mandatos) e professora Iara Bernardi (foto), resolvi analisar o seu texto para tentar localizar aonde se encontra a tal incostitucionalidade.
Não há!
Antes de mais nada, os termos "nocivo" e "maléfico" foram acima acrescentados pra que fique bem claro que o preconceito em si é inerente a qualquer pessoa. Incontestável. Não é o fato de tê-lo que se pretende punir, mas, sem dúvida e com muita razão, a sua prática com o intuito de ferir moral e fisicamente outra pessoa.
Qualquer cidadão, pelo que está no PLC 122, continuará com a prerrogativa de se expressar negativamente a respeito dos gays e da homossexualidade, desde que não ofenda a moral de ninguém, claro. Poderá, por exemplo, ao se deparar com um casal - hétero ou homossexual - aos beijos num estabelecimento público ou privado, cuja conduta seja inadequada ao lugar - como numa igreja, pedir educadamente (aqui, apenas um conselho) que se retirem dali por razões óbvias. Se os dois pombinhos persistirem a polícia poderá ser acionada. E se resolverem processar a igreja, o padre, enfim, quem fosse, alegando ato discriminatório pelo teor da lei, além da provável sentença denegatória na ação, cairiam no ridículo. Tal qual se a situação ocorresse com um casal heterossexual.
Por outro lado, seria bem diferente se a conjuntura fosse num local apropriado, como num bar ou boate, e o gerente chamasse os seguranças para dali expulsarem o casal pelo simples fato de ser homossexual. Além e inclusive o vexame, haveria, sim, o preconceito externado de maneira perniciosa à moral e - a depender dos modos dos seguranças - física dos dois indivíduos.
Feito o esclarecimento acima e retornando ao texto do Projeto de Lei, não há "mordaças" na boca de quem quer que seja, sequer privilégios, como pseudopastores alegam por aí. O que existe é a intenção de inserir a discriminação aos homossexuais em leis que já existem, como a do racismo. NÃO se está criando algo novo.
E vamos combinar? Os gays não têm os mesmos direitos dos heterossexuais quando se fala em namoro em locais públicos, casamento, etc e etc. Isso gera o preconceito - hoje, mais do que nunca, um fato notório e público aqui no Brasil.
Para tanto, na parte em que trata dos homossexuais (o Projeto também cita idosos e outros gêneros), duas palavrinhas seriam acrescidas ao texto de lei: 'orientação' + 'sexual'. Elas seriam incluídas em alguns artigos prontos das leis. Ou seja, repita-se, o PLC 122/2006 NÃO propõe uma nova lei ou sequer a criação de novos artigos às leis. Vejamos um exemplo:
O artigo 1º da Lei 7.716/89 (racismo), a que mais teria alterações, é exatamente dessa forma:
"Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.”O PCL 122/2006 pede que se inclua o seguinte (na cor vermelha):
"Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”
Assim também seria com um artigo do Código Penal (injúria) e um da CLT.
Porém, a bem da verdade, o Projeto requer a inclusão de um parágrafo ao artigo 8º, da Lei 7.716/89:
Porém, a bem da verdade, o Projeto requer a inclusão de um parágrafo ao artigo 8º, da Lei 7.716/89:
“Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares ou locais semelhantes abertos ao público.
Pena: reclusão de um a três anos. [até aqui, tudo igual]
Parágrafo único: Incide nas mesmas penas aquele que impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público de pessoas com as características previstas no art. 1º desta Lei, sendo estas expressões e manifestações permitidas às demais pessoas." (grifei)
Pois, justamente aí, eles, os contrários à tolerância, se apegam para vomitar os seus repugnantes inconformismos - sob o ponto de vista jurídico ou pessoal. Alegam as barbaridades já mencionadas acima e mais algumas: de inconstitucionalidade sem precedentes no País, de injuridicidade porque se estaria ferindo princípios constitucionais como:
(i) igualdade: os homossexuais querem ser mais iguais dos que a maioria dos iguais; (ii) legalidade: o PLC 122/2006 seria arbitrário, vazio; que o mesmo não teria obedecido os preceitos legais que as leis devem seguir; e, veja só, (iii) isonomia: estar-se-ia conferindo aos homossexuais mais direitos e privilégios do que às demais pessoas.
(i) igualdade: os homossexuais querem ser mais iguais dos que a maioria dos iguais; (ii) legalidade: o PLC 122/2006 seria arbitrário, vazio; que o mesmo não teria obedecido os preceitos legais que as leis devem seguir; e, veja só, (iii) isonomia: estar-se-ia conferindo aos homossexuais mais direitos e privilégios do que às demais pessoas.
Que absurdo!
Além de o PCL 122/2006 ter passado por todos os tramites administrativos e processuais no Congresso Nacional - foram cinco anos de exames e análises por vários comitês formados por deputados e senadores de diversas facções partidárias até ser aprovado, por unanimidade, pela Câmara - ele teve o cuidado de ressaltar, neste parágrafo sugerido, a parte que grifei acima. O que ela representa? Que se estenda aos homossexuais o que já é permitido às demais pessoas. Contudo, ela foi omitida de todos os pareceres que li.
Então, fica claro uma coisa: para eles, o fato de nós, homossexuais, querermos os mesmos direitos civis que os heterossexuais já possuem é uma afronta, tal qual ocorreu, outrora, com os negros quando reivindicaram os mesmo direitos que os brancos (sobre isso, clique aqui). Seria retirar-lhes o posto de seres superiores.
E, só pra lembrar e deixar registrado, quais são mesmo esses direitos? O de namorar normalmente numa praça pública ou trocar palavras carinhosas sem a necessidade de cochichar ou fazer mímicas, o de se expressar livremente seja por palavras ou gestos que denotem a homossexualidade, enfim, o de ser e de viver, sem que isso seja um fardo pesado e temeroso e nem tenhamos que sofrer as mais diversas agressões físicas e morais ou morrer.
________________________________________________________________
Durante a pesquisa, encontrei na biblioteca virtual do site da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, documentos importantes que vale à pena conferir:
Clique aqui para ler o próprio Projeto de Lei Complementar nº 122/2006, na íntegra [não é longo].
Clique aqui para ter acesso à relação das leis municipais e estaduais que proíbem a discriminação por orientação sexual (o PLC 122/2006 seria, se aprovado em todas as etapas do Congresso Nacional e sancionado, a única lei de cunho federal).
Clique aqui para a relação das leis sobre a união estável homoafetiva.
Clique aqui para acessar os projetos de leis que tramitam no Congresso Nacional (a favor e contra a orientação sexual).
Além de o PCL 122/2006 ter passado por todos os tramites administrativos e processuais no Congresso Nacional - foram cinco anos de exames e análises por vários comitês formados por deputados e senadores de diversas facções partidárias até ser aprovado, por unanimidade, pela Câmara - ele teve o cuidado de ressaltar, neste parágrafo sugerido, a parte que grifei acima. O que ela representa? Que se estenda aos homossexuais o que já é permitido às demais pessoas. Contudo, ela foi omitida de todos os pareceres que li.
Então, fica claro uma coisa: para eles, o fato de nós, homossexuais, querermos os mesmos direitos civis que os heterossexuais já possuem é uma afronta, tal qual ocorreu, outrora, com os negros quando reivindicaram os mesmo direitos que os brancos (sobre isso, clique aqui). Seria retirar-lhes o posto de seres superiores.
E, só pra lembrar e deixar registrado, quais são mesmo esses direitos? O de namorar normalmente numa praça pública ou trocar palavras carinhosas sem a necessidade de cochichar ou fazer mímicas, o de se expressar livremente seja por palavras ou gestos que denotem a homossexualidade, enfim, o de ser e de viver, sem que isso seja um fardo pesado e temeroso e nem tenhamos que sofrer as mais diversas agressões físicas e morais ou morrer.
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Durante a pesquisa, encontrei na biblioteca virtual do site da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, documentos importantes que vale à pena conferir:
Clique aqui para ler o próprio Projeto de Lei Complementar nº 122/2006, na íntegra [não é longo].
Clique aqui para ter acesso à relação das leis municipais e estaduais que proíbem a discriminação por orientação sexual (o PLC 122/2006 seria, se aprovado em todas as etapas do Congresso Nacional e sancionado, a única lei de cunho federal).
Clique aqui para a relação das leis sobre a união estável homoafetiva.
Clique aqui para acessar os projetos de leis que tramitam no Congresso Nacional (a favor e contra a orientação sexual).
[importante pra sabermos quem são os deputados e senadores homofóbicos]
Uma música gostosa numa voz tão suave... Terapia nesta tarde de domingo. Amei o Tulipa Ruiz. #Fikdik.
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| Cartazes sustentados por evangélicos na Parada Gay do RJ (foto extraída do site "mixbrasil"). |
A imagem não foi registrada hoje, mas ela vem sendo uma constante em movimentos contra a intolerância aos gays e a homofobia.
Parecem pragas em plantações. A planta escolhida é a da tolerância e as pragas, claro, são esses covardes e falsos evangélicos. Por que não prestam seus (des)serviços aos que matam, roubam, traficam, assaltam e/ou cometem crimes bárbaros e hediondos, os quais são muito mais nocivos e contrários à sociedade e às leis de Deus ao invés de perturbarem dignos manifestos de pessoas unidas para reivindicar a paz por meio de um tratamento isonômico? Não estão eles próprios incitando o ódio e o "apartheid"? E não venham dizer que fazem visitinhas esporádicas em presídios para pregarem a palavra.
Cadê a coragem pra subirem nos morros e nas favelas cariocas mais perigosos e exporem os seus 'recadinhos' irritantes? Vão lá nos Morros dos Macacos, da Serrinha, do Borel, da Formiga - e mais um par deles - pra alertar os traficantes que eles estão acabando com a paz do Rio de Janeiro; que pessoas inocentes estão morrendo por causa do tráfico de drogas, das balas perdidas; que Deus não os perdoará por isso.
Avá, me erra!
A série continua e hoje é uma homenagem aos blogueiros [tenho aprendido tanto com vocês... A categoria será incluída na série e ficarei atento aos trechos das postagens de todos que acompanho].
A homofobia é uma bela desculpa para os gays continuarem uns bundões e não assumirem o controle da própria vida. Quer beijar seu namorado em público, quer andar de mãos dadas? Faça e pronto, não é crime e não precisa de permissão.
Quando alguém me xinga na rua, gritando do seu carro, viadinho, não é para fazer uma piada politicamente incorreta, é porque ele acha q eu não tenho o direito de conviver na mesma cidade/rua/lugar que ele.
Foxx, do blog "Estórias do Mundo". Fragmento da entrevista para o blog "Justo e Digno". Novembro de 2010.
Imaginem se todas as mulheres que fossem assediadas na rua resolvessem dar porrada nos homens que fazem isso? [sobre as justificativas dos homofóbicos para os ataques aos gays]
Leandro, do blog "Freedom". Novembro de 2010.
Acredito que o principal sintoma de uma adequada inclusão social dos LGBTs (além de efetiva ação anti-bullying) será a existência de livros e programas infantis com temática explicitamente gay e inseridos no currículo das escolas de ensino fundamental.
Cris, do blog "UOMINI". Novembro de 2010.
Alda, do Blog "Abapha".
"Enfim! É o que tem pra hoje..." [Ótimo blog. De Paulo Braccini]
Bom final de semana!
Agora, sim, vídeos selecionados pelo Canal do Identidade G, no YouTube, pra você curtir. Há muitas novidades em várias seções.
Na "HITS", lançamentos como "Worth", novo trabalho da cantora Wanessa, e "Higher", gravado por Taio Cruz e Kylie Minoque. Rolou uma química boa nessa dupla. Tudo novo. Músicas boas; pra cima.
'Higher' é uma balada dançante e é mais uma das dezenas de hits gravados em parcerias que vêm sendo formadas por grandes nomes da indústria fonográfica americana.
Aqui no Brasil acontece, mas o comum é ocorrer somente com artistas de fora.
Recentemente, a banda brasileira NX Zero gravou "Só Rezo 0.2 Feat", com Emicida, Yo Yo e King. O clipe é bem legal e tem um excelente trabalho de edição de imagens e som, mas é impossível ouvi-lo sem associar a algo do "Linkin Park".
Bom, pra finalizar, na seção "Hot. Very hot", um vídeo gravado pela revista eletrônica "Vipado" (muito boa). Selecionado um gravado em março deste ano. A escolha se deu por causa do pacote: gato do mês e música (muito boa). Ao assisti-lo, aumente o som. Este, você pode ver abaixo. Os demais, pelos links respectivos.
Espero que tenha gostado dos vídeos.
Fonte: "HOT Hits".
Pela manhã, assisti ao trailer de um filme que dá medo de verdade. Não é daqueles que já estamos carecas de ver e que nos faz mais rir do que outra coisa.
Cenas que mostram o início de uma agressão/agressividade de homens que se insurgem contra transeuntes inocentes que com eles cruzam por avenidas movimentadas de uma grande metrópole, mas, devido ao horário preferido para a prática das barbáries, são poucos os que ali passam. As imagens são fortes, reais. Não há o que contestar. Não há o que ou quem possa atenuar aquela visão. Podem haver mais cenas iguais àquelas, mas as seguintes são prisão, advogado, soltura - nessa ordem. Eles sabem que ninguém pode contra eles. Nem a lei. É um vício.
Cenas de terror.
A vítima pode ser um qualquer. Pode ser você. Imagine-se acordando bem cedo num sábado ou domingo de sol, lúcido, descansado e animado pra uma caminhada. Sai de casa, inicia a sua atividade e vai que, descontraidamente, passa uma olhada em três sujeitos que passam por você. O trio vem de uma noitada longa, bebidas e sabe-se mais o quê. Um deles, com algo nas mãos parecendo uma barra, te achou com cara de veado e, alegando que você o olhou descaradamente, parte pra cima e páh. Do nada, sem nem ter tido tempo de raciocinar direito você recebe uma 'porretada' no nariz.
Muito sangue pra quem gosta de violência. Eles são impiedosos. Não perca. Breve, em canal aberto da sua tevê.
Cenas de terror.
A vítima pode ser um qualquer. Pode ser você. Imagine-se acordando bem cedo num sábado ou domingo de sol, lúcido, descansado e animado pra uma caminhada. Sai de casa, inicia a sua atividade e vai que, descontraidamente, passa uma olhada em três sujeitos que passam por você. O trio vem de uma noitada longa, bebidas e sabe-se mais o quê. Um deles, com algo nas mãos parecendo uma barra, te achou com cara de veado e, alegando que você o olhou descaradamente, parte pra cima e páh. Do nada, sem nem ter tido tempo de raciocinar direito você recebe uma 'porretada' no nariz.
Muito sangue pra quem gosta de violência. Eles são impiedosos. Não perca. Breve, em canal aberto da sua tevê.
Para assistir ao trailer, clique aqui.
[Crime ocorrido na Av. Paulista em São Paulo. Pode parecer bobo pra você narrar um fato sórdido como este crime homofóbico da maneira acima. Pra mim, não. Descrevi a sensação que eu tive após ver o vídeo]
[Crime ocorrido na Av. Paulista em São Paulo. Pode parecer bobo pra você narrar um fato sórdido como este crime homofóbico da maneira acima. Pra mim, não. Descrevi a sensação que eu tive após ver o vídeo]
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| Foto: Severino Silva/Agência O Dia. |
A perícia realizada antes pelo Exército divulgou ontem que não havia envolvimento dos militares do Forte de Copacabana porque o bandido militar responsável pelo tiro havia reposto a munição na arma usada para substituir a bala que atingiu o estudante.
A pergunta que não quer calar: cadê as fotos/imagens desses militares de araque? Por que ainda não foram liberadas para a imprensa divulgá-las? Temos que mostrá-las, já. Não se trata de mera suspeita. Houve uma confissão, segundo a imprensa divulgou. Enquanto a vítima passa por constrangimentos em hospitais, delegacias, vizinhos, amigos, parentes e na mídia em geral, o Exército fica protegendo os criminosos? Ah, não dá! #revolt detected.
Curiosidade: o fundo do Forte de Copacabana fica colado ao Arpoador e ao parque onde ocorreu o crime. Há, no limítrofe entre um e outros, guaritas onde alguns poucos militares (um ou dois) ficam de plantão no esquema de rodízio. No parque, há uma área no alto, um pequeno morro, onde os gays circulam e rola uma "pegação", mas não somente. Num evento como a Parada Gay, é claro que muitos casais devem ter passado por lá pra namorar à vontade.
Fonte: G1
Fonte: G1
E quem é ele? Você já deve saber: o ator canadense Ryan Reynolds, 34 (foto), casado com a atriz Scarlett Johansson.
Mas, a dificuldade foi saber quem mais fez parte da lista "top100". Os demais 88 eu não achei, mas também não procurei muito, confesso. Me (in)satisfiz com os outros 11 mais sedutores do planeta - segundo a revista, claro. São eles:
2. Jon Hamm. Ator americano, 38 anos (The Town, Howl, A Single Man, entre outros).
4. Drake. Ator e cantor canadense, 24. Tornou-se mais conhecido como cantor Hip Hop e Rap. Acabou de lançar um clipe em parceria com a cantora Rihanna.
5. Matthew Morrison. Ator americano, 32. Uma das estrelas do seriado - que está bombando - Glee.7.Joe Manganiello. Ator americando, 34. Interpreta o lobisomem Alcide Herveaux na série True Blood, da HBO.
8. Robert Downey Jr. Ator americano, 45. Dispensa mais informações.
9. Jesse Williams. Modelo e ator americano, 29 (Grey’s Anatomy).
10. Justin Timberlake. Cantor americano, 29.
11. Vin Diesel. Ator, roteirista e produtor americano, incríveis 43 anos (Velozes e Furiosos, Triplo X, etc).
A lista do Identidade G ainda não saiu e será bem diferente quando isso for factível. Mas, atendo-se aos fatos, ou melhor, às fotos, a ordem seria:
1. Joe Manganiello.2. Jon Bon Jovi
3. Jake Gillenhaal.
4. Vin Diesel.
5. Jon Hamm.
6. Matthew Morrison.
7. Hmmm. Ficou difícil. Paro aqui.
E pra você?
1º de dezembro tá chegando e ele representa o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS.
O dia foi instituído em 1987 pela Assembléia Mundial da Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas – ONU, para reforçar o combate, a compreensão e a prevenção da doença, além da tolerância e a compaixão às pessoas infectadas.
A nova campanha é do Ministério da Saúde e tem muito a ver com tudo isso: beijos, abraços e carinhos foram trocados entre os artistas e os 15 jovens HIV+ que dela participaram durante a seção de fotos realizada nos dias 11, 12 e 13 de novembro. Com o tema “Somos Iguais”, as imagens circularão pelo País através de exposições itinerantes. Veja algumas fotos (a seção foi aberta e as fotos são de Magda Fernanda).
[Estou testando o método de postar com fotos pelo 'Windows Live'. Comente, por favor, se gostou ou se encontrou alguma dificuldade na ampliação das fotos]Fonte e imagens: Site do Ministério da Saúde.
Aqui está a grande diferença entre o primeiro e o quinto mundos. Por aqui, no Brasil, correm as notícias como estas:
Enquanto isso, na Inglaterra, a polícia está oferecendo 10 mil libras esterlinas (cerca de 28 mil reais) para quem der pistas importantes que levem ao esclarecimento do crime cometido contra Nigel Price, um homem comum, de 58 anos, homossexual, assassinado em 14/11/2009, com fortes golpes na cabeça, numa área gay de Southampton.
Após um ano de investigações, a polícia inglesa não conseguiu reunir provas suficientes e, ao invés de dar o caso por encerrado e arquivá-lo, intensificou as buscas. Espalhou policiais disfarçados no local para encontrar mais pistas e/ou testemunhas e está encorajando qualquer pessoa, que eventualmente estava no local e no horário do crime, a prestar informações por meio da recompensa acima citada.
A imagem é da webpage do PinkNews e foi utilizado o "Tradutor On Line", do Google. Clique aqui para ler a original.Quando vejo algo assim, imagino que metade dos meus pecados serão descontados no juízo final. Só por ter nascido no Brasil.
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| Imagem: Beelly Blanco (Flickr). |
- Sexo.
- Viajar.
- Sair de férias.
- Conversar com alguém querido.
- Qualquer coisa mais divertida da que estou fazendo agora.
- NDA. Estou concentrado e adorando o que estou fazendo.
Se respondeu a sexta alternativa considerando que as demais estão em dia ou, se não estão, deixará pra pensar sobre elas no momento certo, parabéns! Você faz parte de um pequeno número de pessoas - cerca de 4,6% de voluntários de uma pesquisa - as quais, na maioria das vezes, estão satisfeitas ou felizes com as atividades que desempenham.
Em contrapartida, se você optou por uma resposta que não a última, isso pode significar que os seus pensamentos não se adequam as suas ações ou aos seus objetivos realizáveis a curto prazo. Pode representar que você vive momentos mais infelizes (cerca de 47% dos voluntários). É o que apontou uma recente pesquisa de psicólogos da prestigiada Universidade de Harvard, publicada pela, não menos respeitada, revista americana Science.
2.250 pessoas aceitaram ser acompanhadas durante um determinado período de tempo e, através dos seus iPhones, receberam torpedos com perguntas parecidas com a que elaborei no início da postagem. A conclusão você já viu nos parágrafos acima, através dos percentuais apontados.
Para finalizar, leia algumas frases dos psicólogos Matthew Killingsworth e Daniel Gilbert - provavelmente os mentores do estudo - publicadas na matéria do site G1, fonte desta postagem.
- A mente humana é dispersa, e uma mente dispersa é uma mente infeliz.
- A habilidade de pensar sobre o que não está acontecendo no momento é uma conquista cognitiva, mas tem um custo emocional.
- O estudo mostra que nossa vida mental é permeada, em um nível significativo, pelo não presente.
MeoDels, será que sou tão infeliz por pensar tanto em um namorado razoavelmente sensível, inteligente e com boa pegada; em ganhar uma razoável quantia na mega-sena e otras cositas más? Talvez não. No exato momento, me realizo escrevendo estas linha para o blog. E sonhar também é bom. Faz parrte, né não?
Mas, voltando à pergunta inicial, qual foi a sua resposta?
Mas, voltando à pergunta inicial, qual foi a sua resposta?
Conseguir destaque em editoriais de marcas consagradas no mercado da moda, como a Givenchy, posar e ser entrevistada pelas revistas mais importantes do mundo, como a Vogue e a Vanity Fair, não é para qualquer modelo, ainda mais quando se trata de uma transexual. A brasileira Lea T, 28 anos, filha do ex-jogador de futebol, Toninho Cerezo, já foi apresentada aqui no Identidade G em julho deste ano. Na postagem, foi contada um pouco da sua história (clique aqui pra ler), porém, na ocasião, a notoriedade da mídia local foi quase 100% focada na sua transexualidade e mais ainda no fato de, por isso, conseguir destaque na moda européia. Agora, além de ter sido entrevistada pela Folha de São Paulo, a modelo está sendo procurada e contratada por marcas e agências brasileiras, inclusive para desfilar no próximo evento do São Paulo Fashion Week.
Abaixo, confira as recentes fotos de Giampaolo Sgura para mais um editorial exclusivo da top, publicadas na "Hercules Magazine", nas quais ela aparece entre outros modelos brasileiros - alguns nus. Ao lado das imagens, leia os principais trechos de sua entrevista à Folha.- Sabe, comecei a pensar no futuro e não via nenhuma perspectiva, nada que pudesse ultrapassar o preconceito que eu sentia e sinto em relação a mim...
- Conheci o Riccardo [Tisci] há uns dez anos, ele era recém-formado e estava batalhando pra entrar no mercado. Sempre nos ajudamos. Ele é capaz de entender a complexidade de um conflito humano. Ele me deu uma voz para que eu pudesse enviar uma mensagem...
- Transexual não é sinônimo de promiscuidade. Podemos ter amigos, batalhar por uma carreira, por nossa vida...
- Tudo foi deturpado, muita gente repercutiu aquilo como se fosse pornografia. Fiquei arrasada... [sobre a foto nua cobrindo o órgão genital com uma das mãos, publicada na Vogue Paris, em junho]
- Numa sessão de fotos, queriam que eu vestisse uma camiseta com um pênis desenhado. Desse choque barato, raso e burro não participo...
- Preciso muito da análise porque sou discriminada o tempo inteiro. Sou apedrejada diariamente: aguento olhares tortos e ofensas da hora que saio de casa até o momento que entro de volta...
- Tomo muitos hormônios, que mexem com tudo, das formas do corpo ao humor. Fico cansada, com sono, triste, ansiosa. Além disso, para ser modelo, tenho de me encaixar no padrão das meninas, mas, mesmo com os hormônios, minha estrutura óssea é masculina.
- Desde pequena meu pai dizia, "esse menino é muito feminino"...
- Escreveram em sites e jornais, no Brasil, que meu pai me odiava, que tinha nojo de mim. Isso é mentira. Eu amo o meu pai, e ele me ama...
- A feminilidade é assim, algo natural, que se mostra no cotidiano. Se eu saio de casa de moletom, sem make, pra andar com o cachorro, ninguém percebe que nasci homem.
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