Olá! Recebi um comentário, enviado por Ricardo Aguieiras, o qual, em poucas linhas, reuniu tantos assuntos importantes que resolvi transformá-lo em postagem e deixá-lo em evidência nos próximos dias em que pouco tempo terei para escrever no blog. Afinal, deve haver reação dos gays contra essas ações homofóbicas/criminosas.
1. Com relação às covardes agressões físicas que estão ocorrendo em São Paulo, inclusive esta, do último domingo, ouça a opinião do crítico/comentarista ArnaldoJabor que acabou de ser divulgada na rádio CBN:
2. Há uma enquete no site do Conselho Regional de Psicologia de Santa Catarina sobre o Projeto de Lei 122/2006. Aquele que prevê a punição para esses agressores homofóbicos.
Abro um parênteses para repetir (e não cansarei): este PL apenas pretende punir as pessoas maléficas ao convívio social. Aquelas que agridem; que ferem; que matam. Nada há de inconstitucionalidade ou tentativa de calar a boca de ninguém. Chamar alguém de veado não será motivo pra, sequer, mover inquérito policial. Porém, sofrer agressões, como socos, surras e etc, sim. Não sejamos tolos e influenciados por essas pessoas de má-fé que divulgam essas barbaridades insanas sobre um simples projeto de lei benéfico à sociedade.
Se você é a favor, clique aqui e vote SIM (a enquete está no canto esquerdo, no final da webpage).
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| Imagem: Dontworryitsjustme (Flickr) |
Olá amigos. Finalmente um momento de calma e lucidez após o turbilhão que passou na minha vida nos últimos 15 dias. Peço desculpas por não tê-los avisado com antecedência, mas também fui pego de surpresa. Aquelas coisas que acontecem na vida de todo mundo que não dá pra pensar e fazer mais nada.
Aos poucos, no entanto, as coisas estão voltando ao normal e espero retornar às atividades do blog em breve. Não sei se ainda este ano.
Então, desejo a todos os amigos e familiares dos incluídos leitores aquele Natal bem farto, todo mundo junto e feliz (adoro o momento, me lembra muito a infância) e, se não retornar até lá, uma feliz passagem de ano com muita comemoração com o(a)s seus(uas) respectivos(as) companheiros(as).
Beijos e abraços a todos.
Durante a sua participação no programa "Superpop", na última sexta-feira, ela estava linda, simpática, educada e bastante paciente com a apresentadora e os demais convidados - que a encheram de perguntas, mas não tinham paciência para ouvir uma resposta completa sequer.
Abra-se um parênteses aqui para falar sobre a Luciana Gimenez e o seu marido, Marcelo de Carvalho, no programa "Megasenha". Alguém precisa chamar a atenção deles. Não bastassem as patéticas e insistentes brincadeiras de ambos dando pinta de marido e mulher, ele, apesar simpático, exagera na dose de desinibido ou de exibido. Se torna um chato prolixo quando explica dezenas de vezes a mesma coisa e, a cada programa, piora. Dá a impressão que quer aparecer mais do que ela (como se isso fosse possível) e mais ainda do que convidados. Ele "puxa" a câmara o tempo todo, sem se importar se o que tem a falar é idiota ou desnecessário.
Abra-se um parênteses aqui para falar sobre a Luciana Gimenez e o seu marido, Marcelo de Carvalho, no programa "Megasenha". Alguém precisa chamar a atenção deles. Não bastassem as patéticas e insistentes brincadeiras de ambos dando pinta de marido e mulher, ele, apesar simpático, exagera na dose de desinibido ou de exibido. Se torna um chato prolixo quando explica dezenas de vezes a mesma coisa e, a cada programa, piora. Dá a impressão que quer aparecer mais do que ela (como se isso fosse possível) e mais ainda do que convidados. Ele "puxa" a câmara o tempo todo, sem se importar se o que tem a falar é idiota ou desnecessário.
Aff, só porque o homem é o vice-presidente da casa não quer dizer que seja um bom apresentador ou que não possa ser chamado a atenção. E o público não é obrigado, né não? [#fikdik]
De volta à Morango, ela explicou que a sexualidade não é opção (claro), nem orientação (porque ninguém a orientou sexualmente), mas, sim, condição, no sentido de característica pessoal: "na condição de gay, ela falou sobre a homossexualidade". Ela e muitos outros homossexuais sustentam essa teoria sobre a sexualidade. Creio que há um engano aí. Quando se fala de orientação sexual não é no sentido de que alguém ensina ou orienta o outro a ser gay. São os fatores internos (biológicos e psicológicos) e externos (educação = pai de menos e mãe de mais para os homens, simplificando a teoria freudiana) que orientam - no sentido de direcionar - o indivíduo para esta ou aquela sexualidade.
Estou certo ou errado?
Os calendários são produzidos na França já algum tempo ("Dieux du Stade Calendar"). Para 2011, foram fotografados mais jogadores franceses de rugby (fotos de Francois Russeau). Não há mais o que escrever, mas há muito o que ver. Abaixo, o álbum com 28 fotos [atenção: contém nu frontal]. No vídeo, vários deles em movimento, uhhh.
O calendário já está a venda e custa em torno de R$ 60 reais. Prefiro ver pela internet...
Atenção: para ver os deuses no calendário 2012, clique aqui.
O calendário já está a venda e custa em torno de R$ 60 reais. Prefiro ver pela internet...
Atenção: para ver os deuses no calendário 2012, clique aqui.
Em 1990, eram apenas 260 brasileiros com acesso ao e-mail (eu entrei na lista 4 anos depois) e o cabelo da eterna repórter do Gugu: Silvana Kieling (na foto, a do meio), fazia mais o estilo Maria Bethânia...
Clique aqui para assistir a uma interessante matéria jornalística da Record sobre o início dos e-mails em 1990.
[se não leu a primeira parte da história, clique aqui]
Eu estava na casa desse meu primo brincando com as irmãs dele. Ele chegou perto da gente e propôs que brincássemos de esconde-esconde: meninas contra meninos. A brincadeira começou com os quatro fora da casa e elas nos procurariam primeiro depois que contassem até 20. Corremos os dois para dentro e, quando fui escolher o meu lugar, ele me puxou pelo braço dizendo que nos esconderíamos juntos.
Eu estava na casa desse meu primo brincando com as irmãs dele. Ele chegou perto da gente e propôs que brincássemos de esconde-esconde: meninas contra meninos. A brincadeira começou com os quatro fora da casa e elas nos procurariam primeiro depois que contassem até 20. Corremos os dois para dentro e, quando fui escolher o meu lugar, ele me puxou pelo braço dizendo que nos esconderíamos juntos.
Havia na sala uma cortina enorme e farta feita de um tecido bem grosso. O espaço entre as janelas e os trilhos era largo e, com as ondas de panos que se formavam quando aberta, cabia uma ou mais pessoas ali sem serem notadas. Eu me coloquei em pé numa daquelas ondas, de perfil, com um dos ombros encostado na parede e ele logo atrás de mim, na mesma posição. Ele era mais alto do que eu e se agachou um pouco pra ficarmos no mesmo nível. Nisso, me colocou entre as suas pernas e, enquanto esperávamos, ia roçando em mim. Olhei pra trás, por sobre os ombros, ele me encarou, sorriu e fez aquele gesto de silêncio com o indicador encostado nos lábios. Não fiz nada. Simplesmente deixei. Naquele momento, estava feliz por ele brincar com a gente. Passou pela minha cabeça que algo estranho estava acontecendo, mas não dei importância ao fato.
A partir desse dia, as brincadeiras se tornaram frequentes e diversificadas. As intimidades foram aumentando até ficarem escancaradas. Todas em silêncio. Ele conduzia e eu deixava rolar. Chegou um momento que as minhas primas mais atrapalhavam do que ajudavam, então, dispensamos elas.
Como estudávamos pela manhã, quase todo dia, ele passava no meu prédio no meio da tarde, interfonava e me mandava descer, pois havia um "lugar legal" que ele queria me mostrar.Íamos a casas ou a prédios abandonados, cinemas, banheiros públicos, terrenos baldios, matas, praças públicas menos movimentadas, parques, rios, cachoeiras, dentro de ônibus ou, mais tarde, do carro dele, enfim, todo lugar que você puder imaginar. A gente se falava normalmente quando estávamos descontraídos ou em público, mas, durante os nossos encontros secretos, ficávamos mudos. Até os meus 13 anos, apenas duas vezes eu abri a boca, mas foi para reclamar da dor quando ele tentou me penetrar. Na segunda vez, chorei muito e fiquei com trauma. O seu pênis é enorme.
A "brincadeira" não parava. Mesmo quando os meus tios, pais dele, se mudaram do bairro e foram morar noutro mais distante, eu ia pra lá alguns finais de semana e ficava até a segunda-feira, quando ia pra escola. Foi até melhor porque dormíamos no seu quarto que era mais afastado dos demais. Num desses finais de semana, ele me penetrou pela primeira vez. Foi carinhoso, paciente e, no final de tudo, eu adorei. Por conta disso, ele ficou ainda mais afim - e mais tarado também. Queria sempre mais e mais.
Pra resumir, os anos se passaram e sempre nos encontrávamos. Ele tinha os amigos e as namoradas dele, mas sempre me procurava. Chegamos a conversar ao longo desses anos e ele me aconselhava a namorar garotas e ter os meus amigos, mas que ninguém devia saber o nosso segredo.
A partir dos meus 15 anos de idade, ele passou a me dar "corretivos" para que eu perdesse o jeito afeminado e fui adquirindo uma postura diferente. Hoje, sou um cara muito bonito, muito másculo e as garotas ficam loucas quando eu chego numa balada com meus amigos e até com a minha namorada.
Em 2008, ele começou a namorar uma garota da faculdade e os nossos encontros ficaram mais raros. Ela acabou grávida, os dois se casaram em janeiro do ano passado e, depois do casamento, os nossos encontros voltaram ao normal. Atualmente, frequentamos todos os tipos de motel, seja os daqui ou das cidades próximas.
Algum tempo depois, ele sugeriu que eu namorasse sério uma garota pra sairmos os quatro e assim vem acontecendo. A minha namorada se tornou amiga da esposa dele e acabou confessando pra ela que está apaixonada por mim, mas que tem sentido falta de uma intimidade maior. Que eu estou muito devagar. Foi ela, a mulher do meu primo, quem me contou. O problema é que, quando saímos os quatro, quase sempre meu primo e eu vamos para um motel. Essa expectativa é que atrapalha o meu tesão por ela. Eu nunca transei com mais ninguém além dele.
Outro dia, ele sugeriu que fôssemos os quatro para o mesmo quarto de motel para ele me estimular a ter tesão na minha namorada. Ainda não comentei nada porque ela é muito romântica e sonha com outro tipo de encontro pra gente. Porém, sei que com o meu primo do lado eu conseguirei transar com ela. Só de olhar pra ele, eu me excito. Enquanto escrevia algumas passagens desse e-mail, me "animei" várias vezes ao lembrar das tantas aventuras malucas que já fizemos juntos.
Por fim, estou um pouco perdido e com medo de perdê-lo. Tem rolado um papo de que os pais da mulher dele - que moram em outro estado e têm algumas empresas - querem eles por perto para administrarem uma das empresas. Ele está bem animado com a proposta e eu apavorado.
Ele ainda não me falou se irá ou não.
O fato é que não consigo imaginar outra vida pra mim, muito menos revelar nada pra quem quer que seja. Quero casar, ter filhos - como o meu primo já tem - e continuar os nossos encontros. Irei atrás dele se for preciso.
Como disse no início, eu não duvido da minha sexualidade, ou melhor, homossexualidade. Mas é uma questão puramente sexual. A minha vida e o meu comportamento são hétero total. Não consigo nem chegar perto de um cara ou de uma mina que se assumem gays. Meu primo é pior. Ele respeita de longe, mas não quer aproximação e tem raiva de pessoas assim e eu acabei me tornando uma pessoa preconceituosa. Sei que é errado, mas o que sou hoje é reflexo do que ele me ensinou.
Eu queria saber se há mais pessoas assim como eu; que queiram casar com mulher, ter filhos e um companheiro paralelo para o resto da vida, sem que ninguém saiba de nada.
[Bruno, li e reli várias vezes a segunda parte e achei que poderia cortar muitas coisas porque repetidas, principalmente com relação aos encontros. Alguns detalhes foram deletados porque são pra lá de picantes, impróprios para o blog. Entretanto, mesmo que pareça que resumi demais, verá que fui fiel aos acontecimentos e, principalmente, às suas ponderações]
Imagens (editadas): Galeria de Iwood (Flickr).
Imagens (editadas): Galeria de Iwood (Flickr).














