Imagem: Ryan Putnam
Como explicar uma atitude dessas ? O que teria os advogados da "Burger King" contra-argumentado em defesa na ação judicial?
A "Burger King", a segunda maior rede de fast food e inimiga declarada da primeiríssima, a "McDonalds",  foi condenada pela justiça americana a pagar uma indenização no valor de U$ 3,5 milhões, o equivalente a R$ 5,2 milhões, a um casal gay vítima de homofobia.
Em 2007, Peter Casbar, 43, e Noel Robichaux, 46, entraram numa das lojas da rede, em Union, Nova Jersey, e fizeram normalmente o seu pedido. Perceberam que algo não estava de acordo e reclamaram com o funcionário que os atendia. A discussão tomou rumo inesperado e o casal acabou xingado, perseguido, cuspido e até espancado com socos e chutes por todos os funcionários da loja e, veja só, pelo gerente.
Vale lembrar que a Burger King foi vendida no ano passado para a 3G Capital, que tem entre os sócios alguns brasileiros, por um valor aproximado de U$ 3,5 bilhões. Caso a decisão judicial que condenou a rede de lanchonetes a pagar a tal indenização não caiba mais recursos, a dívida acima provavelmente será paga pela 3G, a sucessora dos antigos donos.
Na esfera criminal, dois dos funcionários agressores já tiveram a sua sentença condenatória pelo condado de Hudson, em Nova Jersey, proferida nos seguintes termos: "a violência contra qualquer pessoa não pode ser perdoada, inclusive a praticada contra os gays".

2 comentários:

  1. Mas a agressão foi motivada especificamente pelo fato de serem gays? Me pareceu mais uma discussão generalizada, ou, em bom português, um barraco mesmo.

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  2. Dois, quem sabe tenha sido esta a alegação dos advogados na Burger King, né? Mas parece que não colou. As testemunhas que deporam na ação judicial não deixaram.

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