NEWS 20.04.2011
Rio de Janeiro-RJAlexandre Mortágua estréia como estilista e cria modelos para Ariadna (BBB11). Foi num clima descontraído que criador e criatura posaram para fotos durante a prova dos modelitos. Ariadna usará um deles no evento que comparecerá hoje em Recife.

O ateliê de Alexandre fica num dos quartos do apartamento na Vila Valqueire, bairro do Rio de Janeiro, onde mora com a avó materna desde o desentendimento que teve com a mãe, a ex-modelo Cristina Mortágua, que não aceitava a homossexualidade do filho. O episódio chegou a ser noticiado pelos quatro cantos e se tornou caso de polícia com a prisão de Cristina por desacato (leia mais sobre isso, aqui).
Ariadna adorou o modelito: ficou sexy e confortável, elogiou. Ela ainda brincou com o fato de o estilista ser filho do ex-jogador de futebol Edmundo (o animal): se teu pai te ver assim, vai dizer que tacou pedra na cruz.
Para Jesus, há de ter um restart (recomeço), respondeu ele.
Curiosidade: estão dizendo por aí que Cristina Mortágua participará da próxima edição do reality show "A Fazenda". Será? Nada como um escândalo dia após o outro, né?
 (Fonte e imagens: Extra.Globo.com).

AustráliaJustiça australiana autorizou, no último dia 18, o início da terapia hormonal para futura mudança de sexo de um garoto de 10 anos de idade. Há três que Jamie, como é conhecida pela família, amigos e na escola, vive como menina. Cabelos longos e loiros, ela usa roupas e frequenta banheiros femininos. A família decidiu aceitar que o filho se tornasse uma "filha"em 2008, mas a mãe contou no tribunal que, aos três anos, Jamie se queixou diante das cobranças da família: "mamãe, é tão difícil tentar ser um menino". Jamie possui um irmão gêmeo que compreendeu a situação e declara aos outros que tem uma irmã. O caso de Jamie lembra o da alemã Kim Petras (foto) que iniciou o tratamento aos 12 anos de idade e, aos 16, se submeteu à vaginoplastia - cirurgia que lhe extraiu o órgão sexual masculino e 'implantou' uma vagina. Hoje, ela é uma 'popstar' (leia mais aqui.)

Festa gay em Kuala Lumpur.
Kuala Lampur (KL). Saiu no "New Strait Times", jornal da Malásia, que K.L., capital e a maior cidade da Malásia, criou uma espécie de campo de concentração - eles chamam de acampamento - para isolar jovens adolescentes, supostamente gays, e submetê-los a um esquema de "reeducação" que inclui aulas de educação física e de religião.
Funciona assim: as escolas foram informadas há um ano e instruídas a "denunciar" alunos afeminados ou com tendências homossexuais. Elas passaram a enviar os nomes dos "candidatos" até que, semana passada, o 'campo de concentração' foi inaugurado com 66 jovens.
Nem a África, considerada o continente mais atrasado e homofóbico do mundo - mais de 20 países condenam a homossexualidade masculina (alguns excluem a feminina) - chegou ao nível da Malásia, um dos países mais intolerantes à homossexualidade da Ásia. A Malásia é geograficamente privilegiada, mas conquistou independência recentemente, na década de 1960. A forma de governo é a monarquia parlamentarista. Por lá, sultões 'herdam' o comando da maioria dos Estados e os governadores que não têm 'sangue azul' são indicados pelo rei. Ou seja, democracia passou longe dali. Tal qual os países africanos, o sujeito que praticar a homossexualidade pode pegar até 20 anos de prisão pelo crime de "sodomia".
Diante do absurdo, só resta a pergunta e a conclusão mais lógica: e se alguns desses alunos não conseguirem mudar o comportamento, o jeito, a postura, enfim, se não conseguirem ocultar o que são para se mostrarem como não são, o que lhes acontecerá? Serão mantidos encarcerados e repetirão as aulas por mais não se sabe quanto tempo? Ou seja, esses adolescentes já foram condenados e presos sem cometerem crime algum! Alguém chama a ONU, por favor!
(Fonte: Folha.com)

Rio de Janeiro-RJ. Juiz aplicou Lei Maria da Penha (11.340/2006) em ação judicial que envolve casal homossexual morador do centro do Rio. A vítima se chama Adriano, é cabeleireiro e convivia, em união homoafetiva, há três anos com Renã, o qual, segundo foi apurado nos autos, lhe batia com frequência. A última ocorrência foi em março quando Renã atacou Adriano com uma garrafa causando-lhe vários ferimentos pelo corpo e no rosto.
O juiz fundamentou a decisão com base no resguardo da integridade física de Adriano, que, apesar do sexo masculino (a lei é para proteção da mulher), foi vítima de violência doméstica e familiar.
Por medida cautelar, Renã, que encontra-se preso, deverá receber a liberdade provisória e, no ato, deverá tomar ciência da decisão que obriga o mesmo a manter distância física de Adriano de, no mínimo, 250 metros. (Fonte: TJ/RJ)

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