NEWS 24.04.2011

E.U.A. Pela primeira vez, desde que e-mails e mensagens telefônicas ameaçadoras à ex-namorada Oksana Grigorieva foram publicadas, o ator (hoje mais diretor) Mel Gibson concedeu entrevista e falou, dentre outros assuntos, que tem sido injustamente rotulado de preconceituoso e homofóbico, mas que nunca discriminara alguém com base no gênero, religião, raça ou sexualidade. Eu não culpo algumas pessoas por pensarem assim a partir do momento que ouviram aquele lixo nas fitas que vazaram na internet, as quais, segundo afirmou, foram editadas - ele se referiu às fitas que Oksana apresentou à polícia como prova de que era ameaçada por ele (sobre isso, clique aqui).
Não é bem isso que ele costumava dizer há alguns anos quando, por exemplo, foi flagrado em 2006 por policiais dirigindo bêbado e fez um discurso anti-semita. Ou, em 1991, quando fez piadas anti-gay, sobre sexo anal, e se opôs aos rumores que poderia ser gay, declarando ao jornal espanhol "El País": quem pode imaginar que eu, com o meu jeito e a minha postura, sou gay? Por acaso eu falo ou me movimento como eles (os gays)? (Fonte: Deadline Hollywood)
Ride Janeiro. Um empregado da Sul América Cia Nacional de Seguros era xingado frequentemente de "viadinho" pelo seu gerente e a empresa foi obrigada a ressarci-lo por dano moral no valor de R$ 50 mil. Testemunhas confirmaram que o gerente fazia isso na frente de outros empregados. A decisão de 1º grau é do juiz José Saba Filho, da 73ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro: É evidente que os atos reiterados do gerente, no ambiente de trabalho, ridicularizando o subordinado, chamando-o  pejorativamente de 'viadinho', revelam discriminação, preconceito e desprezo em relação à pessoa do acionante e, assim, certamente afetaram a sua imagem, o íntimo, o moral, resultando em prejuízo moral que deve ser reparado, afirmou o magistrado.
Para o juiz Saba, o poder diretivo do empregador não autoriza que seus prepostos se prevaleçam de posição hierárquica superior para dar tratamento não condizente com as regras de boa conduta e de relacionamento pessoal, com ofensas a seus subordinados, sendo dever do empregador zelar por um ambiente de trabalho dentro dos bons costumes, sadio e sem que a relação interpessoal rompa os limites legais. Caberá recurso da decisão.
(Fonte: TRT - 1ª Região)

Um comentário:

  1. Eu não gostava do Mel Gibson coko ator, mas depois que ele começou a mostrar que é gente de verdade, com vários defeitos, subiu no meu conceito... prefiro gente assim do que dissimulados politicamente corretos.

    Quanto ao outro caso, acho que a coisa é complicada, e o mundo caminha para se tornar um lugar muito asséptico para se viver. Acho chato ter de ficar escolhendo as palavras antes de falar com alguém, com medo de ser processado. Não quero que só os gays possam chamar as coisas pelo nome que elas possuem, e os HT por um termo técnico politicamente-correto.

    ResponderExcluir

Para se cadastrar, preencha o formulário na coluna do lado direito do blog.
Seu comentário é bem vindo, desde que:
1. possua nome e link válidos;
2. não contenha cunho racista, discriminatório ou ofensivo a pessoa, grupo de pessoas ou instituições;
3. não contenha cunho de natureza comercial ou propaganda.
Grato pela compreensão.