Agora, uma postagem rapidinha. Esse negócio de publicar a "NEWS" não está 'chique' não. Estressou, sabia?
É o seguinte. A pergunta acima é baseada na polêmica que envolve o juiz federal aposentado Vaughn Walker (foto). Ele coordenou a comissão que sobrestou a Proposta nº 8 a qual sustenta o entendimento do casamento convencional, ou seja, aquele que só pode ser realizado entre um homem e uma mulher. A Proposta foi objeto de um referendo popular ocorrido no Estado da Califórnia em 2008.
Pois bem, contrariando tudo e todos o juiz emitiu um parecer no qual sustentou a inconstitucionalidadde da tal Proposta. Não só fez com que a mesma fosse interrompida como possibilitou que casais homossexuais pudessem casar até que a corte superior máxima dos E.U.A. se pronuncie a respeito.
O problema são os frequentes comentários sobre a homossexualidade de Walker. Ele não nega, mas também não confirma, embora 'sites' e tablóides publiquem a todo instante informações sobre um suposto relacionamento do juiz com outro homem.
Mas, espera aí, pode haver, sim, uma parcela de parcialidade, mas quem não é parcial quando se trata de assuntos polêmicos? Quer dizer que se o cara fosse um homofóbico declarado e emitisse um parecer a favor da Proposta, estaria tudo bem? Um médico declaradamente favorável à pena de morte não poderia operar um marginal; um bandido perigoso? Aqueles parlamentares que aprovaram a lei do divórcio no Brasil (nº 6515/1977), lá pelos idos da década de 1970, por acaso foram proibidos de divorciar? 
O que você acha?
[Amanhã tem postagem da coluna "Papo de Mãe"]

8 comentários:

  1. Está aí uma questão bem posta! Que os imbecis de plantão respondam! Parabéns Junior ...

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  2. Sei lá, mas acho que - embora humanamente impossível - deve-se sempre procurar a imparcialidade. Do contrário, o cara está legislando em causa própria, o que fica em desacordo com o cargo. Por exemplo: ele seria capaz de votar contra alguma proposta favorável aos gays, mesmo que fosse contrária à jurisprudência? Fica-se sempre com a dúvida.

    Eu vejo exemplos claros disso na minha área. Pode parecer uma bobagem, mas muita gente da tradução não traduz o que o escritor disse, mas aquilo que pensa do assunto.

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  3. Preciso pensar.Nesse momento,cabeça cheia e com sono.

    Ju,ri muito com aquele e-mail.
    beijos.

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  4. verdade, um juiz julga a partir de sua própria vivência, sendo assim, ser gay só o permitiria observar a questão de mais de um lado.

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  5. Ok! Só me resta cerrar os punhos e sair de mansinho... pois me consome a fúria de enfiar uns dentes goelas abaixo e afundar uns narizes bem no centro duns cérebros podres.
    Não consigo comentar estupidez enlatada.

    Beijos, meu querido

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  6. Se ele é um juiz, supomos que ele vai votar conforme seu conhecimento jurídico. Do contrário, estamos duvidando do sentido dessa própria função.

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  7. Juiz Hetero estaria impedido de julgar causas de cunho "hetero"???

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