Prevista para quarta-feira, dia 22 de junho, às 17 h, a maior celebração de casamentos gays de que se tem notícia. Pelo menos é o que garante o superintendente dos Direitos Individuais e Difusos do Estado do Rio de Janeiro, Claudio Nascimento, animado porque  também se casará com o "namorido", o assistente social João Silva - 12 anos juntos e há 1 como conviventes homoafetivos.
Até o final da última semana, estavam previstos 50 casais para o acontecimento, mas o número pode ter aumentado já que o prazo para inscrições de novos interessados se estendeu até a última segunda-feira, dia 20 de junho..
Tudo ocorrerá no auditório do 7º andar do prédio onde está localizada a Central do Brasil e onde funciona o 6º Ofício de Notas, cartório no qual serão registradas e oficializadas as uniões pelo ex-desembargador Siro Darlan
Como padrinhos, foram escolhidos os secretários de cultura e de meio ambiente, Adriana Rattes e Carlos Minc, respectivamente.

E o regabofe não vai faltar: bolo branco com champanhe e bem-casados para 500 convidados e trilha sonora por meio de um 'pocket show' da cantoras Leila Maria e Jane Di Castro.
O evento será promovido pelo Programa Rio Sem Homofobia e os custos financiados pelo governo do Estado, através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.
A maioria dos casais é formado por mulheres - cerca de dois terços - e quase todos têm entre 25 e 35 anos de idade.
Veja aqui as imagens do "casamentão" gay e assista ao vídeo do Jornal Nacional.
Fonte: Subsecretaria de Comunicação Social do Rio de Janeiro.

12 comentários:

  1. Ai que lindooo! ainda não fui a uma cerimonia gay, plis galera de Floripa, vamos agilizar neh!

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  2. Hummm,bela notícia.

    Interessante esse dado: 2/3 sao mulheres.No twitter,vejo sempre as meninas namorando e os meninos reclamando pela falta de um namo.
    Beijos,Ju.

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  3. segundo uma amiga lésbica que nós temos, uma lésbica conhece a outra, e no dia seguinte está batendo na porta com as malas... o gay, no dia seguinte, nem se lembra de que transou com aquele cara...

    Gostei de ver que você usou "casamento gay", e não "união homoafetiva"...kkk

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  4. DPNN: são coisas distintas. Eu uso as expressões conforme o entendimento jurídico apropriado à linguagem.
    Bom, já que vc deu uma aula de português no seu blog hoje, aqui vai uma dica de 'juridiquês'.
    O termo união homoafetiva existe no meio jurídico para definir os casais gays que convivem no regime de união estável, ou seja, não registraram nada a respeito.
    Seria a mesma coisa de dizer que vivem em união estável como os casais heterossexuais. Porém, essa foi a maneira que os juristas adotaram para fazer referência. Mas, conforme o caso, é mais apropriado se referir à união homoafetiva mesmo - ou união estável, se assim preferir - do que casamento.
    O casamento gay, embora ainda não legalizado em nosso País, já é uma expressão que pode ser, agora, pensada aos casais que registram em cartório a intenção de viver maritalmente e fazer jus aos direitos e deveres da parte da lei que cuida do casamento por causa da decisão do STF em maio passado (sem garantia de que conseguirão).
    Mas, repito, casamento gay ainda não é realidade legal no Brasil. União homoafetiva, sim, porque independe da lei para existir.
    Vc e o maridão, pelo que eu saiba, não registraram em cartório a união, então, vivem em regime de união estável ou homoafetiva.

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  5. Olá menino
    Vi seu comentário no blog do Paulo, e vim me apresentar. Prazer em conhecê-lo.
    Bjão

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  6. Junnior, acho que a resposta que você deu merece aparecer como um post!

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  7. DPNN: obrigado querido, mas há um esclarecimento que preciso fazer. Quando disse acima que "a união homoafetiva não precisa de lei pra existir" foi com relação ao fato em si, pois que, claro, se a Constituição Federal de 1988 não houvesse introduzido o regime da união estável no arcabouço legal brasileiro, não estávamos aqui falando sobre isso e nem existiriam termos como união estável ou homoafetiva.
    A diferença que mencionei foi social. Dois homens, duas mulheres ou um homem e uma mulher podem viver juntos como casados e afirmarem que vivem unidos homo ou heteroafetivamente, mas, mesmo que se sintam casados, não seriam bem compreendidos se dissessem que são casados.

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  8. eu acho q direitos são direitos e são inalienáveis ... mas eu mesmo, para mim não tenho nenhum interesse em casamento, união civil nada destas coisas ... eu e o Wander temos a nossa união homoafetiva e estável ... temos nossa forma de viver compartilhada com todos os nosso amigos e parentes e nosso futuro garantido por fórmulas q ninguém pode ou poderá contestar ...

    Aplausos por mais esta conquista!

    Obrigado pelo carinho por lá querido ...

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  9. Tem um selo pra você lá no meu blog. Espero que goste...

    http://foreveryoung25.blogspot.com/2011/06/um-pequeno-mimo-alguns-blogueiros-que.html

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  10. Uma vergonha , estamos indo para o fundo do poço.

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  11. Na realidade com isso todos fecham de cadeado e abalam Bangu e sempre dirão " chiclete Margareth " Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

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  12. O Rio está de parabéns!

    Dando o exemplo de não ser hipocrita, cada um tem o direito de ser feliz com quem escolheu para viver ao seu lado e é claro defender o patrimônio constituído com o parceiro (ele ou ela) de familiares oportunistas e que só querem o $$$, assim como essas igrejotas e templos, que só veem a cor do $$$.

    Sou hetero e casado e apoio 1000% a união das pessoas, independente de cor, raça ou gênero

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