E inhái meus amoures do IdG? Estão bem!
First of all, eu quero agradecer ao Ju, pelo espaço aqui no IdG, pois é uma honra pra mim fazer parte desse blog que eu tanto amón!
Se você ainda não me conhece meu amô, titchya se apresenta: Meu nome é Alda Bittencourt, sou blogayra e criadora do Abapha o Blog. É com imenso prazer, que hoje eu estréio esse espaço aqui no blog do meu amadón Junnior. Semanalmentchy, titchya vai te contar as peripércias que as nossas carinhosamente chamadas “gays” passam ao longo de sua existência cheia de louz. Hojy nós vamos falar um pouco da "gay" na balada hétero. Sim, porque todas nós, operadas ou não, fomos uma "gay" antes de tudo. Se você ainda é uma gay, vai se identiphicar com pelo menos 70% do que está escrito em nossa postagy. Prometón não te fazer ler tanto tsá!

Vamos lá?
A gay sempre chega acompanhada de uma amapô, que ela chama de BF.
A gay, quando não é assumida, ele é tímida, reclusa. Ela evita mostrar que sabe tooodos os passos da música da Lady Gaga que está tocando pra não dar tanta pinta, ou seja, isso prova que a gay não assumida, tenta não ser pintosa.
A gay sempre tenta parecer o mais "menininho" possível. Usa roupinhas da moda, cabelinho bem penteado e todo trabalhado no gel e fica a maior parte do tempo com as mãos no bolso, mas, isso acontece por dois motchyvos: o primeiro é pelo fato de que se ela tirar as mãos do bolso, todos vão notar que ela phaz as unhas (bem lixadas e somente com uma base), e segundo, se as mãos saírem do bolso, a gay vai inevitávelmentchy desmunhecar.
A gay sempre tem um fortchy motchyvo para ir na balada hétero. Geralmente é o mesmo motchyvo: a gay está apaixonada por aquele carinha popular que encara ela dos pés a cabeça, mas que, ao mesmo tempo, pega todas as menininhas que por sua vez, são amigas da gay.
A gay sempre trata todos com muita delicadeza. Ela pede as bebidas educamente, agracede sempre com um sorriso no rosto e é sempre muito prestativa, pois passa quase a noite toda indo de um lado para o outro para satisfazer as amigas.
A gay sempre acompanha as amigas até a porta do banheiro. Ela vai, fica esperando e depois ainda dá palpites do tipo: "Aim páaaaara! Seu cabelo tá lindón!" "Magina boba, sua maquiagy tá ótima!"
A gay sempre serve de cupido para as amigas. Isso acontece de duas maneiras também. A mais comum: A amiga da gay fica encarando um bophinho luuuuuuuxooo  e pede pra gay ir até o bophinho e lançar a seguinte conversa: "Oi tudo bem? Como é o seu nome? Então, a minha amiga ali, está de olho em você, mas ela não pode saber de jeeeeeeeeeito nenhum que eu estou falando com você, senão ela me mata! Por que você não vai lá falar com ela? Mas NÃO conta que eu te falei..." A outra também bastante comum: a gay está sozinha, sem fazer nada e de repente chega um bophinho que pergunta sobre a amiga dela. Então a gay diz que vai "ajeitar". Só que na maiooooooriiiiiia das vezes, a amiga da gay não quer saber do bophinho e é aí que a gay se estressa, porque ela no lugar da amiga faria liiiiiiiiiinda o bophe.
A gay sempre é engraçada e sabe de piadas sensacionais. Por isso os ficancthys das amigas, adoram a gay e todo mundo gosta da companhia dela.
A gay sempre ajuda a amiga a mentir pra mãe. Sim, porque às vezes a mãe da amiga não podji nem imaginar que sua filha ficou com algum carinha.
Agora, minhas amigas gays, porque as senhoras não se assumem de uma vez héin?
Veja todas as qualidades que as senhoras reúnem e que coração de ouro que as senhoras têm.
As senhoras não acham que seria bem mais legal, frequentar umas baladas próprias pra senhora, ser mais desenvolta e feliz?
Sabem, as gays sophrem escondidas por serem assim. Eu já fui uma gay, e TUDO o que está escrito aqui, é baseado nas minhas experiências antes de resolver mostrar ao mundo quem eu sou. Eu freqüento baladas hétero de vez em quando, mas vou como eu sou: Alda Bittencourt!
Coisas lindas da titchya, que tal seguir um desses conselhos héin? Você é um ser de louz, coberta de glitter e muuuuuito, muuuuuuito amada!
Um super beijo no coração de vocês, semana que vem tem mais.
Uma bêja no coração de vocês.
Alda.
[para ler a próxima postagem dessa coluna, clique aqui]

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