A internet nos fornece novas perspectivas, nos conecta ao mundo, às diferenças e nos possibilita refletir sobre algo de uma forma que, talvez, nunca imaginamos, certo?
Estes e mais alguns outros fatores similares são o principal objetivo - pelo menos é o que todo mundo pensa/pensou, e até sonhou, quando deseja/desejou um computador pela primeira vez.
O problema é que atualmente as grandes empresas que controlam a internet: Google, Facebook, Yahoo e etc, estão "personalizando" esse universo virtual. Elas utilizam filtros, com mais de 50 algorismos, que classificam os usuários de acordo com o país, os navegadores, os cliques e as buscas que costumam fazer, etc e etc.
Com a "resposta', elas "escolhem" o que acham que você que ver.
Isso pode ser um retrocesso porque poderá criar limites para os usuários no mundo virtual. Ou seja, exatamente o oposto dos objetivos mais acima citados.
Nós, usuários, poderemos perder informações que antes, pela internet padrão (sem filtros), nos ensinavam algo novo, nos mostravam novidades mundo afora quando surpreendentemente surgiam em nossas telas ao procurarmos por qualquer assunto.
Quem explica isso melhor é um representante da TED.com numa palestra americana recente. É mesmo muito interessante e serve para várias reflexões que giram em torno de como somos controlados de diferentes formas.

Um comentário:

  1. Não tenho uma visão tão negativa do assunto. Acho que os filtros também tem seu lado bom, pois indicam coisas que realmente podem te interessar, poupando o trabalho de uma busca mais detalhada. E, no fundo, os filtros são indicativos, você só clica se quiser, a internet continua mais livre do que nunca.

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