Cada vez mais a gente tem lido notícias de pais que consideram transexuais seus filhos ainda crianças.
Aqui no Brasil ainda não encontramos casos 'midiáticos', porém, países mais desenvolvidos como E.U.A. e, principalmente, Inglaterra, cada vez mais os jornais anunciam famílias que decidiram apresentar à sociedade seus filhos já 'transexualizados' com idades entre 3 a 12. A partir daí, iniciam, com a terapia de hormônios, o tratamento para a cirurgia de troca de sexo (geralmente realizada na adolescência).
Aqui, no Identidade G, alguns casos já foram mostrados. O da vez é Livvi.
Até o encerramento do último período escolar, Samuel era um garoto de 10 anos de idade que se apresentava na escola como os demais colegas do mesmo sexo em Worcester, Inglaterra.  Após as férias, quem retornou em seu lugar foi Livvy, uma bonita garota de cabelos loiros na altura dos ombros, vestindo blusa com estampas femininas, saia curta, meia calça combinando com a cor da roupa e botas.
Não há como confundi-la com um menino. Ou seja, Samuel só existe agora no papel. Foi  uma decisão conjunta, entre Livvi e seus pais, Saffron e Philip
Essa é a Livvy. Ela nasceu assim. Sempre foi desse jeito. Não acordou numa manhã e disse ' quero ser uma menina', declarou Saffron.
É uma tendência que, a super longo prazo, porá fim às crianças afeminadas, no caso dos meninos, e, via de consequência, os gays afeminados adultos?

6 comentários:

  1. sério, q vc disse q os efeminados são todos meninas? q sofrem de um síndrome? sério q vc disse isso? eu sou efeminado, meu caro, mas eu sou homem, nunca quis ser mulher, aceito e gosto de ser homem, eu não preciso de uma cirurgia para consertar algo que está claramente errado com o meu corpo. ser transexual e ser efeminado são coisas absolutamente distintas. Totalmente distintas.


    ps: não entendi patavinas do q vc comentou no meu blog, júnior. o que tem a ver os gays de minas sempre namorarem pessoas de outros estados mesmo?

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  2. Foxx, o seu comentário apresentou o motivo da minha pergunta.
    O que eu quis indagar foi se essa nova era de crianças transexuais não pode confundir alguns pais e levá-los a decisões que caberiam aos filhos quando adultos. Ou seja, muitos garotos afeminados gostam de brincar de bonecas e se identificam mais com meninas de sua idade, sem, necessariamente, pensarem em ser uma.
    Há casos mostrados na mídia que parecem mesmo disfunção de gênero, porém, pais de filhos assim devem ter cuidado para não 'atropelarem' os filhos e causarem um mal pior.

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  3. Junior, acho q o q vc está deixando escapar é crianças como a Livvi tem completa certeza que são meninas, não é como um menino efeminado q ele sabe q é menino, e que provavelmente ele nem nota que é efeminado. o que estou tentando dizer é que na cabeça de um menino efeminado ele é um menino como todos os outros. um menino transexual sabe q ele não é um menino. me usando como exemplo eu só percebi que era extremamente diferente dos outros meninos foi quando eu vi um vídeo do casamento do meu irmão mais velho, que graças a câmera, eu me vi a partir do olhar das outras pessoas sobre mim e ali eu entendi porque eu sofria tanto preconceito, pq na minha cabeça de criança eu era um menino igual aos outros, que brincava exatamente das mesmas coisas, apesar de ser gay.

    ps: sobre seu comentário no blog, agora, eu entendi... porém não acho q seja pertinente, apesar que sim, os mineiros são o estado em que as pessoas mais viajam no Brasil, pra todo lugar... PORÉM, não estou sozinho por causa disso, afinal, muita gente namora aqui em BH com gente de BH... não q eu seja o único no planeta, mas pelo menos aqui, eu sou o único q ninguém se interessa por namorar...

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  4. Eu acho que o ponto fundamental do texto é quando menciona que "foi uma decisão conjunta entre Livvi e seus pais".

    É preciso muita informação, talvez o acompanhamento de um especialista, e uma relação familiar transparente pra poder saber quando é o caso de tomar uma decisão como essa. Me parece que ali foi um caso em que os pais perceberam claramente que não se tratava de uma criança homossexual, mas que tinha uma identidade de gênero diferente do sexo de nascença (que pode inclusive ser homossexual).

    Mas concordo que nem sempre essa diferença é tão clara, mesmo para a própria criança e, em muitos casos, talvez seja melhor esperar mais. Não tem uma regra fixa sobre como agir.

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  5. Acho que a decisão foi precipitada, e se por volta dos 14 anos ele gostar de der o pênis, daí já terá seios, todos acostumaram que é Livvi. Ai ! deu pane na minha cabeça, não sei o que comentar. desculpe!

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