A música é "We Are Family" e foi gravada primeiramente por "Sister Sledge" (foto abaixo) em 1979. A composição é de Bernard Edward e Nile Rodgers.
A canção serviu de inspiração para vários eventos, filmes e até jogos. Hoje é considerada um clássico, dentre tantos outros que nasceram da era disco, o gênero musical que mais deu liberdade de expressão aos gays. 
Em 2001, vários cantores a regravaram em coro para fomentar a tolerância à diversidade, numa campanha da "We Are Family Foundation".
Curiosidade: a música foi inicialmente rejeitada pela gravadora Atlantic Records. Caso não reconsiderasse a decisão, deixaria de ser a responsável pela segunda canção mais tocada no gênero pop e a primeiríssima nas paradas de disco.

Abaixo, a gravação de "Babes In Toyland" (uma sugestão do DPNN).


Somos uma família.
Irmãos e irmãs comigo. Somos uma família...
Todos podem ver que estamos juntos enquanto caminhamos.
Voe! Voamos como pássaros de uma pena.
Não vou dizer nenhuma mentira.
Todas! Todas as pessoas ao nosso redor dizem que podemos estar por perto.
Registre aí: nós doamos amor em dose familiar.
Viver a vida é divertido e nós estamos apenas no começo.
Conseguiremos a nossa parte dos prazeres do mundo.
Altas! Temos altas expectativas para o futuro.
Nossa meta está à vista.
Nós! Nós não ficamos deprimidos.
Eis o que chamamos de nossa regra de ouro:
tenha fé em você e nas coisas que faz.
Assim, não se dará mal.
Esta é nossa preciosa família.
Somos uma família.
Irmãos e irmãs comigo. Somos uma família...
Levantem-se todos e vamos cantar.
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Essa é a nova coluna do Identidade G: Hinus'Gay. Sempre às sexta-feiras, juntamente com o especial "Cafuçus" (que está em reta final).
De onde você conhece as palavras acima? Elas parecem tão atuais e direcionadas aos gays, não é mesmo?
É capaz de reconhecê-las numa canção, num poema ou em algum livro?
Daqui a pouco, a resposta. Enquanto isso, arrisque um palpite.
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2 comentários:

  1. é mto familiar... mas eu não sei...

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  2. Gosto mais da regravação do Babes in Toyland (coloquei na coletânea "Not so gay at all", lá do blog)do que da original. Mas pensando na letra, sei lá, não vejo a comunidade gay como uma espécie de família, mas reconheço que para muitos gays, pelas circunstâncias da vida, os amigos são a única família.

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