Vamos esquecer a fidelidade no campo sexual/amoroso e passemos direto ao comércio rosa.
Onde você costuma deixar o seu pink money quando ele não está guardado na sua pink conta bancária ou na sua pink poupança?
O setor do entretenimento até pouco tempo atrás era quase o único que investia escancaradamente no público GLS e quase sempre é garantia de retorno. Nele, os empresários (homo ou heterossexuais) donos de boates ou bares (de bom gosto) ganharam e continuam ganhando dinheiro. Porém, o mundo capitalista cada vez mais considera os gays como um nicho de mercado ainda muito a ser explorado.
Atualmente, várias empresas de produtos e serviços, os mais diversos e destinados a qualquer orientação sexual, destacam os gays em suas campanhas publicitárias. E por quê? Estarão abraçando a causa dos direitos gays? 
Será? O certo é que estão abraçando o seu dinheiro. 
O gay masculino reúne o que há de melhor, sob o ponto de vista comercial, nos homens e nas mulheres heterossexuais: o belo e moderno visual, incluindo os músculos, e aquele desejo, mais comum entre as mulheres, de atrair admiração das outras pessoas, ou seja, a vaidade. 
Gays gostam do glamour, da fantasia e de elevar a autoestima. Isso tudo é o paraíso para vários setores do comércio além do entretenimento: moda, cosmético, imobiliário, academias de ginástica/musculação, turismo e etc.
Agora reflita. Eles são fiéis a você como pessoa, como cidadão e não somente ao seu pink money
Quais ou quantas empresas que investem em publicidade GLS destacariam o seu currículo e o chamaria para uma entrevista de emprego devido a sua boa e aproveitável experiência profissional mesmo que você ressaltasse nele a sua orientação sexual? 
Aliás, alguma vez você você já distribuiu curriculo contendo tal informação? Ou naquele momento que o entrevistador pede para falar de si ou um pouco de sua vida pessoal, você já respondeu algo do tipo: sou uma pessoa feliz, amo um cara muito bacana, inteligente. Ele é fiel e apoia todos os meus projetos profissionais...?
Não precisa dizer que os heterossexuais não incluem a orientação sexual em seus currículos porque isso é óbvio. Eles, quando entram num emprego novo, não torcem para encontrar gays tolerantes ou não heterofóbicos.
Tá pensando que acabou? Tem mais: novidades de produtos destinados ao público LGBT e alguns profissionais e empresas que cresceram graças aos gays serão o destaque da próxima postagem. Aguarde.
Segunda parte, clique ().

10 comentários:

  1. Fiquei imaginando a cena da entrevista. Bjks!

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  2. eu vejo o lado do pink money como algo muito positivo. Sermos respeitados como consumidores é um avanço e tanto (eu sou um capitalista assumido)! Já houve época em que até nosso dinheiro era "maldito".

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  3. De fato, tudo a ver, dinheiro e consumo. Não digo que nos respeitem por isso, mas respeitam nosso dinheiro. Chato é que isso naõ se trata [na minha opinião] de respeito propriamente, mas de puro interesse, objetividade. Nada a ver com ser respeitado por ser gay.

    Mas, há tribos e tribos. Consumo e consumismo nem sempre são a mesma coisa. Assim como vaidade e futilidade nem sempre andam juntas.
    Quanto a ambientes de trabalho, penso que, inicialmente, se o cara não está se candidatando a nenhuma atividade laboral relacionada a sexo, isso deveria ser considerado vida privada.
    Claro, claro, sei que isso é ilusão, mundo ideal, mas se é pra achar alguma coisa...

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  4. mas já existem publicidades voltadas para o mundo gay ... o preconceito vai ser vencido através do pink money ... fato

    bjão

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  5. Não acredito que abracem a causa GLS, do ponto de vista empresarial acredito que é somente a forma de atingir mais um publico por um diferencial e só isso mais nada alem !!

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  6. Na minha cidade, tinha, há pouco tempo, uma loja com comercial com gay caricato em horário nobre. Acho que aquilo prejudicava a imagem da classe. Aquela loja não reconheceu ainda que seria um bom investimento focar no público GLS, ao invés de desvalorizá-lo.

    Júnior, que programa vc usa pra que não seja possível copiar o que é postado no Identidade? Eu tô pensando em criar um blog de poema e quero usá-lo.

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  7. Fico revoltado de ter que comprar meus direitos. #fato

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  8. Willians, enviei um e-mail pra você, mas não tenho certeza se é seu mesmo. Me avise se recebeu para te enviar o código a seguir, ok?
    Abraços.

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