![]() |
| Michael Glatze (à esquerda) na época de militância. |
Ele contribuiu bastante para que mais portas se abrissem no universo LGBT. Em 2005, após 16 anos de vida declaradamente homossexual, inclusive a profissional, retrocedeu e desistiu de tudo. Revelou a todos que a homossexualidade foi um erro ou um desvio de 'normalidade'.
Em 2007, após um período de silêncio como resposta às críticas que sofreu, ele declarou estar mais forte e confiante do que nunca e escreveu uma carta na qual expôs os seus argumentos. Ela fala por si. Tire sua própria conclusão.
Somente acrescentaria uma opinião breve a respeito das declarações do jornalista e ex-ativista dos direitos LGBT: a luxúria é um pecado capital que não depende da orientação sexual do pecador, mas de quem se deixa dominar pelas paixões. Percebe-se que ele considerou somente os gays. Um sinal de que o preconceito sempre lhe foi característico, mesmo quando lutava contra ele.
Somente acrescentaria uma opinião breve a respeito das declarações do jornalista e ex-ativista dos direitos LGBT: a luxúria é um pecado capital que não depende da orientação sexual do pecador, mas de quem se deixa dominar pelas paixões. Percebe-se que ele considerou somente os gays. Um sinal de que o preconceito sempre lhe foi característico, mesmo quando lutava contra ele.
Michael Glatze, americano, 35 anos, ex-diretor de uma importante revista LGBT dos E.U.A. e ex-ativista gay, para a juventude:
O homossexualismo conquistou-me facilmente, porque eu já estava fraco.
Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai, quando eu tinha 13. Ainda jovem, já me encontrava confuso sobre quem eu era e como me sentia em relação aos outros.
Minha confusão sobre “desejo” e o fato de notar em mim uma “atração” por garotos, fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14 anos. Aos 20, declarei-me gay para todos ao meu redor.
Aos 22, tornei-me editor da primeira revista direcionada ao público jovem gay masculino. No conteúdo fotográfico desta revista o que havia era pornografia, mas percebi que eu poderia utilizá-la como uma plataforma para coisas maiores e melhores.
Como esperado, a Young Gay America (revista) apareceu. Ela procurava preencher a lacuna criada pela outra revista para a qual eu havia trabalhado – isto é, algo não tão pornográfico, direcionado ao público jovem gay americano. A Young Gay America decolou.
O público gay respondeu entusiasticamente à revista. Ela recebeu prêmios, reconhecimento, respeito e muitas honras, incluindo o prêmio Modelo do Ano, da grande organização gay Fórum da Igualdade – que foi concedido ao primeiro ministro canadense Jean Chritien um ano mais tarde – além de um grande número de citações na mídia, desde a PBS até o Seattle Time, da MSNBC, à capa da Time magazine.
Produzi, com a ajuda das afiliadas à PBS e do Fórum da Igualdade, o primeiro grande documentário a abordar o suicídio de jovens gays, “Jim in Bold”, que rodou por todo o mundo e recebeu prêmios como melhor filme em diversos festivais.
A Young Gay America criou uma exibição fotográfica com diversas fotos e depoimentos de jovens gays de diversos locais do continente norte americano, que viajou pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.
A Young Gay America lançou a YGA Magazine em 2004, para fingir proporcionar uma “contrapartida virtuosa” às demais revistas direcionadas à juventude gay. Eu digo “fingir” porque a verdade é que a YGA era tão prejudicial quanto qualquer outra, apenas não tão massivamente pornográfica, por isso mais “respeitável”.
Eu levei quase 16 anos para descobrir que o homossexualismo por si mesmo não é exatamente “virtuoso”. Foi difícil clarear meus sentimentos sobre este assunto, dado que a minha vida estava tão atrelada a ele.
O homossexualismo, dirigido às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Ele destrói as mentes impressionáveis e confunde o desenvolvimento de sua sexualidade. Eu não havia percebido isso até meus 30 anos de idade
A YGA Magazine teve sua primeira edição esgotada em diversas cidades americanas. Houve um suporte extremo, de todos os lados, para a YGA: escolas, grupos de pais, livrarias, associações governamentais, todos pareciam querê-la. Ela acertou em cheio no espírito atual de “aceitação e promoção” do homossexualismo e eu fui considerado um líder. Fui convidado a palestrar no prestigioso Fórum JFK Jr. da Escola Kennedy de Governo, em Harvard, em 2005.
Foi então, depois de ver minhas palavras gravadas em um vídeo durante aquela “performance”, que eu comecei, seriamente, a questionar o que eu estava fazendo com minha vida e minha influência.
Como eu não conhecesse ninguém para quem pudesse apresentar meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um crescente relacionamento com Ele, graças a uma crise debilitante de cólicas intestinais causada por comportamentos que acabaram prejudicando meu estômago
Logo eu comecei a entender coisas que jamais imaginaria que pudessem ser reais, tais como o fato de estar liderando um movimento de pecado e corrupção – que não deve soar como se minha descoberta tenha sido baseada em dogma, porque decididamente, não foi. Eu cheguei às conclusões sozinho.
Tornou-se claro para mim, conforme eu REALMENTE PENSAVA SOBRE ISSO – e realmente rezava – que o homossexualismo nos impede de encontrar nosso próprio eu interior. Não podemos enxergar a verdade quando estamos cegados pelo homossexualismo.
Nós acreditamos, sob a influência do homossexualismo, que a luxúria não é somente aceitável, mas uma virtude. Porém, não existe um “desejo” homossexual desvinculado da luxúria.
Em negação a este fato, eu havia lutado para apagar essa verdade a todo o custo e participado em diversos meios para tirar das mãos humanas a responsabilidade de lutar contra as tentações da luxúria e outros comportamentos desregrados. Eu estava certo – graças à cultura e aos líderes mundiais – de que estava fazendo a coisa certa.
Guiado pela busca da verdade, porque nada estava bem, olhei para o interior. Jesus Cristo repetidamente nos adverte para não confiarmos em ninguém a não ser nEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus reside no coração e na mente de cada homem.
O que eu descobri – o que eu aprendi – sobre a homossexualidade foi surpreendente: o modo como eu “descobri” meus desejos homossexuais no tempo da escola, foi notando que eu olhava para outros rapazes. O modo como me curei - quando ficou claro que eu deveria fazê-lo ou me arriscaria a machucar mais pessoas – foi prestando atenção a mim mesmo.
Toda vez que eu era tentado à luxúria, eu percebia, reconhecia e lidava com isso. Chamava pelo nome certo e depois apenas deixava que desaparecesse sozinha. Uma diferença enorme e vital existe entre uma admiração superficial – de você mesmo e dos outros – e uma admiração integral. Quando amamos a nós mesmos integralmente, não necessitamos de mais nada que venha do mundo “exterior” do desejo lascivo, do reconhecimento dos outros ou da satisfação física.
O homossexualismo evita um maior aprofundamento por causa da superficialidade e das atrações inspiradas pela luxúria – pelo menos enquanto ele permanecer “aceito” pela lei. Como resultado, inúmeras pessoas perdem-se de seu eu mais verdadeiro, seu Cristo interior dado por Deus.
O homossexualismo, para mim, começou na idade dos 13 anos e terminou – uma vez que eu me fechei às influências exteriores e me foquei intensamente na verdade interior – aos 30 anos, quando descobri as profundezas do meu eu dado por Deus.
Deus é tido como um inimigo por muitos no movimento homossexual porque Ele os relembra daquilo que verdadeiramente deveriam ser. As pessoas nesta situação preferem permanecer “tranquilamente ignorantes”, silenciando a verdade àqueles que se atrevem a proclamá-la, através da oposição, condenação e nomeando-os como “racistas”, “insensíveis”, “maus” e preconceituosos”.
Curar-se das feridas causadas pelo homossexualismo não é fácil – obviamente há pouco suporte. O apoio que resta é ridicularizado, silenciado pela retórica ou tornado ilegal pela manipulação das leis. Eu tive que ir discernindo entre minha própria vergonha e as vozes de desaprovação de todos aqueles que eu conhecia, para conseguir curar-me. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas considerem que a conversão esteja totalmente fora de cogitação e muito menos se ela funciona ou não.
Na minha experiência, livrar-me da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bonita e maravilhosa que eu jamais havia experimentado em toda a minha vida.
A luxúria nos toma de nosso próprios corpos, fazendo com que nossa psique fique atrelada à forma física de outra pessoa. É por isso que o sexo homossexual – e todas as outras práticas sexuais baseadas na luxúria – nunca é satisfatório: é um processo neurótico ao invés de natural, normal. Normal é normal – e tem sido chamado desta forma por uma razão.
Anormal significa “aquilo que nos machuca, fere o normal”. O homossexualismo nos tira de nosso estado normal, de estarmos perfeitamente unidos em todas as coisas e nos divide, fazendo com que sempre desejemos um objeto físico externo o qual não podemos nunca possuir. As pessoas homossexuais – assim como todas as pessoas – anseiam pelo mítico amor verdadeiro, que realmente existe. O problema do homossexualismo é que o verdadeiro amor somente aparece quando não temos nada impedindo-o de brilhar a partir do nosso interior. Não podemos ser totalmente nós mesmos quando nossas mentes estão presas em um ciclo e mentalidade de grupo que sancionam, protegem e celebram a luxúria.
Deus veio até mim quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e chateado. Ele me disse – através da oração – que não havia nada que eu devesse temer e que eu estava em casa: o que eu precisava era apenas fazer uma faxina na minha mente.
Eu creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Eu acredito que seja por isso que o cristianismo assusta tanto as pessoas. Ele as lembra de suas próprias consciências, que todos nós possuímos.
A consciência nos diz o que é certo e errado e é um guia através do qual podemos crescer e nos tornarmos seres humanos mais fortes e mais livres. Libertar-se do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que deve ser feita é livrar-se das mentalidades que dividem e conquistam a humanidade.
A verdade sobre o sexo pode ser encontrada se todos aceitarmos que nossa cultura apoia comportamentos que ferem a vida. A culpa não pode ser uma razão para evitarem-se as questões difíceis.
O homossexualismo tirou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira e outra, perpetuadas através da mídia nacional, tendo como alvo as crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que livros infantis gays estão sendo distribuídos nas escolas e exigidos como leitura obrigatória.
A Polônia, um pais tão acostumado com a destruição de seu povo por influências externas, está tentando bravamente impedir a União Europeia de doutrinar suas crianças com propaganda homossexual. Em resposta, a UE tem chamado o primeiro ministro polonês de “repulsivo”.
Eu fui repulsivo por muito tempo; e ainda estou lidando com toda a minha culpa. Como um líder do movimento pelos “direitos homossexuais”, por diversas vezes eu me dirigi ao público. Se eu pudesse voltar atrás em muito do que disse, eu o faria. Agora eu sei que a homossexualidade é luxúria e pornografia unidas uma a outra. Jamais deixarei alguém tentar convencer-me do contrário, não importa quão habilidosas sejam suas palavras ou quão tristes suas histórias. Eu vi. Eu conheço a verdade.
Deus nos deu a verdade por uma razão. Ela existe para que possamos ser nós mesmos. Ela existe para que possamos compartilhar este perfeito eu com o mundo, para fazer o mundo perfeito. Não se tratam de esquemas sofisticados ou de ideais estranhos – trata-se da Verdade.
Curar-se dos pecados do mundo não acontecerá em um instante, mas acontecerá sim – se não impedirmos pelo orgulho. No final, Deus vence, caso você não saiba.
Fonte: "How a 'gay rights' leader became straight" - "WorldNetDaily".
Com o 'boom' das notícias sobre os ataques homofóbicos que aconteceram no final de 2010 nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, a mídia em geral publicou e mostrou pra todo mundo o que estava acontecendo como forma de chamar a atenção das autoridades para que tomassem as providências. Mas, será que algo foi ou está sendo feito com relação a isso?
Por volta das 4 horas da manhã, em pleno dia 25 de janeiro (aniversário da cidade de São Paulo), dois jovens homossexuais de 27 anos andavam pelas proximidades da Rua Peixoto Gomide (paralela à Av. Paulista), quando um deles, sem perceber o que, quem, de onde, muito menos a razão, levou uma garrafada no olho direito. O outro, assustado, gritou para correrem dali, mas acabou levando um soco no peito. Ambos perceberam que os agressores eram integrantes do grupo 'skinheads'.
Mais frustante ainda para os rapazes foram, respectivamente, a falta de solidariedade dos trabalhadores de um posto de gasolina próximo, os quais negaram água e um pano limpo para estancar o sangramento do olho ferido, e o despreparo da polícia. Um deles não conseguiu acionar pelo telefone e foi até um posto policial móvel situado na Av. Paulista, mas não foi atendido quando pediu que os homens fardados fossem atrás dos agressores ou enviassem um reforço para o local.
Após cair a ficha, o rapaz agredido no olho contou que só pode ter sido vítima de um crime homofóbico, pois não disfarça a sua orientação sexual seja pela maneira de se vestir ou de se expressar, além do fato de ser assumido e casado com outro homem que mora na Alemanha.
Tem mais. Na madrugada desta sexta-feira (28/01/2011), por volta das cinco horas, Gilberto Tranquilino da Silva e Robson Oliveira de Lima, ambos de 28 anos, saíram de uma boate GLS localizada no bairro da Bela Vista e resolveram subir, a pé, a Av. Brigadeiro Luís Antônio até a Av. Paulista para pegarem o metrô. Antes da caminhada, um deles sugeriu brincando que seria melhor pegarem um taxi para não apanharem na Av. Paulista. Bom, nem precisaria contar o resto, né? Igual aos dois rapazes mais acima, ambos levaram coió. Só que, neste caso, foi uma surra feia que durou mais de cinco minutos com direito a socos, chutes, sangramentos e tudo o que você pode imaginar.
Os agressores? Segundo as duas vítimas eram um grupo grande formado por jovens com pouco mais de 18 anos, dentre os quais duas garotas.
E o que a polícia disse ontem a respeito disso tudo para um jornal? Que PROMETE AGORA reforçar a área. Pasmem!
Estamos vendo que os crimes continuam. Por que a mídia não continua dando o destaque de antes? Virou notícia velha e não é mais novidade? É aí que devemos falar, pedir, gritar e exigir.
O título da postagem - para não ficar uma coisa sem nexo - é referente ao livro de Mario de Andrade. Nem mesmo ele poderia prever tamanha atrocidade ao escrever uma de suas mais revolucionárias obras poéticas: a "Paulicéia Desvairada".
Publicada em 1922 e inspirada na cidade de São Paulo, o livro foi escrito por um inovador poeta que rompeu as estruturas do passado e viajou pelas novas estradas do Modernismo. Com poesias urbanas, ele é irresoluto: exalta a cidade como uma comoção a si próprio, um cenário de festejos, mas destaca as suas "chatezas horizontais", o lado cosmopolita, capitalista, burguês e egoísta com a população heterogênea.
E nada mais apropriado para tentar entender o que está acontecendo com São Paulo e as demais metrópoles cosmopolitas, com relação às agressões aos homossexuais, do que esta frase: egoísmo com a população heterogênea, né não?
Para finalizar com um clima poético, leia abaixo um trecho de "Paulicéia Desvairada":
Somos as Juvenilidades Auriverdes!
A passiflora! O espanto! A loucura! o desejo!
Cravos! mais cravos para nossa cruz! (...)
Nós somos as Juvenilidades Auriverdes!
As forças vivas do torrão natal,
as ignorâncias iluminadas,
os novos sóis luscofuscolares
entre os sublimes das dedicações! (...)
(queremos) Os tumultos da luz!...
As lições dos maiores!...
E a integralização da vida no Universal!
As estradas correndo todas para o mesmo final!...
E a pátria simples, una, intangivelmente
partindo para a celebração do Universal! (...)
(...) Cães! Piores que cães!
Vós, burros! malditos! cães! piores que cães! (...)
Seus borras! Seus bêbados! Infames! Malditos! (...)
Seus ............................................................!!!
(a maior palavra feia que o leitor conhecer)
Obs: todas as fotos são de François Rousseau.
MeoDels, chorei litros assistindo a este vídeo do "American Idol".
Não encontrei com legenda porque é recente, contudo é a história resumida de um dos candidatos, Chris Medina (foto), recém aprovado pelo novo juri do programa (formado por Randy Jackson, Steven Tyler (Aerosmith e pai da atriz Liv Tyler) e Jannifez Lopez).
O primeiro episódio da nova temporada teve a pior audiência desde a estréia do "American Idol" em 2007. Talvez o público esteja sentindo falta de Simon Cowell, o rigoroso jurado que pediu demissão no ano passado e era uma das atrações do reality musical.
O Chris entrou na sala de audiência com aquela carinha feliz, mas, de repente, contou a história triste vivida com a sua noiva: ambos fizeram a promessa de casamento dois anos após o noivado (tem cenas da época) e dois meses antes do casório, ela sofreu um acidente com dano cerebral e está numa cadeira de rodas recebendo o apoio do noivo.
O melhor do vídeo é a aprovação do Chris (excelente voz). Após a audiência, ele recebeu o resultado juntamente com a noiva a qual escutou do Steven o seguinte: por isso ele canta tão bem. Ele canta pra você.
Ah, chorei mesmo. Mais emocionante do que isso só se fosse com um casal gay.
Para assistir clique na imagem acima.
Para assistir clique na imagem acima.
O "estupro corretivo" é um crime bárbaro que vem sendo cometido na África do Sul contra as lésbicas. A desculpa dos bandidos que o praticam, se é que se pode chamar assim, é a absurda alegação de cura da homossexualidade dessas mulheres.
Millicent Gaika (foto) foi amarrada, estrangulada e estuprada repetidamente durante um ataque no final de 2010.
Mais uma vez, a Avaaz.org (voz da sociedade civil para a política global) está coletando assinaturas de vários países para que uma petição seja encaminhada ao presidente e ao ministro da justica sul-africanos com o fim de se condenar publicamente o 'estupro corretivo'. Na verdade, é o autêntico crime covarde de homofobia.
Para colaborar e reforçar a petição, a qual já contém mais de 500 mil assinaturas, assine aqui.
Lady Gaga acaba de lançar seu novo "Animal" e já vazou na internet [essa estorinha de vazar na internet é conversa pra boi dormir, né não? Quem ainda acredita nisso, meu Deus?].
Críticas à parte (leia no blog Hot Hits), fato é que ele me lembrou o hit do Rockwell: Somebody's Watching me. Quem se recorda?
Ouça as duas canções clicando nas imagens abaixo.
Ouça as duas canções clicando nas imagens abaixo.


Quem não gosta de uma piada engraçada e bem contada? Algumas são tão boas que fazem qualquer pessoa rir, seja qual for a sua raça, etnia ou orientação sexual. Não remetem ninguém a constrangimentos e só trazem alegrias. Parece que foram inventadas por alguém com o verdadeiro dom da comicidade.
Você deve conhecer alguém que, ao contrário, pega o bonde andando e sai contando aquelas piadas burras e preconceituosas, né? Sempre tem um colega desse jeito. E quando o a anedota é sobre gays? Geralmente são as que começam assim: "Duas bichinhas estavam não sei onde..." ou "Três bichinhas estavam conversando sobre não sei o quê...", e por aí ele vai fazendo os arremedos, as mímicas, as caras e bocas e os rebolados. Patético.
Piada é piada, claro. É que nem caricatura, deve haver um certo exagero nos personagens ou nas situações. Mas, hipérboles à parte, o ideal seria um considerável toque de inteligência e bom senso para não cair no lugar-comum, pois o efeito poderá ser contrário numa roda de amigos.
Mas, voltando às piadas, separei duas. Uma delas, achei a típica preconceituosa e, a outra, inteligente. Diga se gostou e qual fez você rir mais.
A Notícia.
O rapaz resolve reunir toda a família para revelar uma informação de extrema importância. No dia combinado, chegam tios, tias, primos, avós que se espremem na sala, aguardando ansiosamente a notícia. Na hora H, ele aparece e diz:
- É o seguinte, gente! Vou ser curto e grosso: meu médico falou que eu vou morrer daqui a seis meses!
Foi uma choradeira terrível, todos queriam abraçá-lo, beijá-lo e dizer o quanto o amavam, até que alguns minutos depois, outra revelação:
- Gente, calma! Era brincadeira! Eu só queria dizer que eu sou gay!
Um Negão, por Favor.
A aeromoça oferece uma bebida a um gay que está sentado ao lado de uma freira dentro de um avião.
O gay (chique, é lógico) pede champagne.
- A senhora aceita o mesmo que ele, irmã? Pergunta a aeromoça à religiosa.
A freira, indignada, responde:
- Eu prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada 5 vezes por um negão de dois metros de altura, do que botar uma gota desse álcool na boca!
E o gay, devolvendo delicadamente a bebida à aeromoça:
- Desculpe! Eu não sabia que tinha essa outra opção. Vou querer o mesmo que ela...
![]() |
| Foto: Ronald Dick e Carlotta Manaigo. |
A modelo Lea T. faz jus ao enigmático sobrenome.
T de transex, de talento, de trabalho, de tendência, de (se) tornar, de ter (sido) ou de transformação, não importa, ela está mesmo é com tudo.

Há anos morando na Itália, o seu próximo e possivelmente um dos mais emocionantes desafios profissionais acontecerá aqui, no seu País de batismo. No próximo sábado, dia 29/01, às 21:30 h, pela primeira vez, ela desfilará em passarelas brasileiras, especificamente no evento de moda São Paulo Fashion Week, para a coleção feminina de Alexandre Herchcovitch.
Se existe mesmo o inferno astral, com certeza, ela vive hoje exatamente o contrário disso.
Está na capa da última edição da revista britânica "LOVE" beijando a boca da eterna topmodel Kate Moss, sob o título This is Hardcore, será a estrela da próxima campanha da Givenchy (grife que a consagrou) ao lado de Izabel Goulart, e foi incluída, em 2011, na lista de um dos mais prestigiados sites de moda internacional, o Models.com., como uma das 50 maiores modelos femininas da atualidade (aparece em 40º lugar).
Pensado melhor, aquele "T" tá mais é pra "Top" mesmo, né não?
Então, sem mais delongas, vamos conferir aquilo que foi proposto e aplicá-lo à nossa realidade. O que encontrei em comum entre as diferentes grifes são as já conhecidas bermudas que continuam acima dos joelhos. As calças também apareceram mais curtas (barras dobradas), porém, cada vez com o cós mais alto, o que comprova a derrocada das calças jeans de cintura lá em baixo. Alfaiatarias descontruídas e sobreposições aos montes. As cores são na maioria sóbrias (muito cinza) e o xadrez continuará uma tendência forte nesta temporada. Linhas e tricôs também marcaram em mais de uma marca e a novidade foi o ressurgimento dos sapatos docksides (década de 1980).
A Totem arrasou na alfaiatria com jeans e apostou na continuidade das sandálias masculinas para o inverno. Elas já são uma febre aqui no Rio e apareceram com tudo nos últimos desfiles da Europa (circuito Paris/Milão) para o verão (com tiras mais finas, quase femininas, por lá).
Enfim, há outros detalhes. Descubra você mesmo nas fotos abaixo e escolha os modelitos que você se identifica.
Ausländer: Ricardo Brautigam (estilista).Tema: Cristopher McCandless, que deu origem ao livro e ao filme Na Natureza Selvagem.
British Colony: Maxime Perelmuter (estilista).
Tema: não há um específico, porém há uma pegada “easy” do estilo carioca e peças baseadas nas tribos indígenas da América do Norte.
Coca-Cola Clothing: Thais Rossiter (estilista).
Tema: Uma viagem pelo deserto da Califórnia.
OEstudio: Anne Gaull (estilista).
Tema: Com Ciência Negra.
R. Groove: Rique Gonçalves (estilista).
Tema: igual a marca British Colony, o desfile da a R. Grove não foi caracterizado com um tema específico, mas foi a que mais arriscou em tecidos pesados e muita sobreposição. Estampas baseadas no estilo indígena americano também marcaram as jaquetas.
Redley (ainda do antigo estilista): Jurgen Oeltjenbruns.Tema: o desfile não foi caracterizado por causa, talvez, da transição dos estilistas. O da vez é o americano Sandy Dalal, mas o seu trabalho não apareceu ainda. O masculino e o feminino, o esportivo e o urbano são mostrados nas roupas cujas cores quentes (vermelho e laranja) aparecem como um mero detalhe das que predominaram: o preto e o cinza.
Moda Hype (novos talentos): dentre outros, Akihito Hira, Alisson Rodrigues, Estúdio Frame e Soddi (fotos na sequência).
TNG: Tito Bessa Jr. (estilista). Destaques: Mayana Moura e Reinaldo Gianecchini.Tema: Anos 1950. Achei o desfile da TNG um show à parte. Roupas mais acessíveis e para todos os gostos. Valorização do jeans e alfaiataria de bom gosto.
Totem: Fred D’Orey (estilista)Tema: a marca estreou mantendo-se firme ao jeito carioca de ser. Creio ter sido a que menos ousou em tecidos e roupas pesadas, mas a coleção está linda, “usefull” e bem coerente ao estilo carioca.
Perguntinha difícil, né? Ricky Martin disse, em sua entrevista para as páginas amarelas da revista "Veja" dessa semana, que todo gay nasce gay. A vida social que às vezes se opõe a essa natureza, e aí começa o conflito.
Taí uma afirmação que deixa os religiosos, principalmente os pseudopastores, de cabelos em pé. Eles o-deiam! Sempre argumentam que a ciência não provou, mas adoram afirmar que a sua igreja "curou" os gays que a procuraram, como se eles próprios fossem cientistas e a homossexualidade uma doença. É o fim.
Então, você saberia responder o porquê de você ser gay? A sua primeira experiência sexual foi com alguém do mesmo sexo ou já sabia que era antes de ela acontecer?
Eu sou gay, não sei se nasci assim porque os fatores externos (educação, medos, adaptação social e etc) a esta altura da vida já embaçaram a minha visão imparcial dos fatos, mas posso garantir que não nasci heterossexual e me tornei gay, pelo menos do ponto de vista cultural (homem não chora; homem é pegador; homem deve bater pra se defender e tantos outros simbolismos similares).
Será então que, por isso mesmo, eu nasci gay? Aff, que confusão.
Encontrei um vídeo (link aqui) bacana no "Youtube" que tem muito a ver com tudo isso. Todos os caras que aparecem falam sobre a mesma coisa, mas se liga no Carlos, o de camiseta vermelha da foto acima. Muito figura.
Sempre foi irrelevante saber com quem a pessoa dorme. Nunca entendi por que a opção sexual pode ser tão ameaçadora ou excluir tanto. Se você tem bom caráter, então é bem-vindo ao meu círculo de amigos.
Reinaldo Gianecchini (foto acima) em entrevista à revista "DOM". Maio de 2009.
Depois de tanto tempo voltei a escutar nego me chamando de gay por aí. Quero deixar claro que não sou preconceituoso, mas vão à merda! Junior Lima (à direita), músico, em seu #Twitter. Dezembro de 2009.
Sou a favor do casamento gay, sim. Todo mundo tem direito de amar, de se envolver emocionalmente, socialmente. É um direito e não importa o sexo. Sandy (à esquerda). Novembro de 2010.
As pessoas entendem que eu não sou uma bichinha louca. Não adianta me botar nesse estereótipo que eu não aceito.
Nei Matogrosso. 2005.
![]() |
| Peugeot RCZ - Primeiríssimo lugar. |
Esse lindo carro aí de cima foi escolhido pela comunidade homossexual francesa Ledorga como o mais gay para o ano de 2011. Desde 2005, a comunidade organiza o concurso que é aberto ao voto durante todo o ano anterior ao da eleição. Um evento sempre é organizado no mês de janeiro para a divulgação e o deste ano aconteceu em Paris, com a eleição oficial do Peugeot RCZ como o carro mais gay da europa.
![]() |
| Citröen DS3 - Segundo. |
![]() |
| Alfa Romeo Giulietta - Terceiro. |
Você concorda? Veja as fotos dos sete modelos seguintes mais votados (participaram, no total, 61 modelos de 36 marcas diferentes). Depois, registre o seu voto na enquete abaixo (aqui mesmo, na postagem) para checarmos se o nosso gosto é igual ao dos europeus.
![]() |
| Audi A1 - Quarto. |
![]() |
| Renault Wind - Quinto |
![]() |
| Nissan Juke - Quinto |
![]() |
| MINI Countryman - Sétimo. |
![]() |
| Mercedes-Benz SLS - Oitavo. |
Qual dos modelos de carro abaixo você acha o mais gay?
Peugeot RCZ. 19,05% (4 votos)
Citröen DS3. 19,05% (4 votos)
Alfa Romeo Giulietta. (nenhum voto)
Audi A1. (nenhum voto)
Renault Wind 214.19,05% (4 votos)
Nissan Juke. (nenhum voto)
MINI Countryman. 28,57% (6 votos)
Mercedes-Bens SLS. 14,29% (3 votos)
Total: 21 votos
Em 1998, aos 18 anos de idade, ele começou como 'gogoboy' em algumas casas noturnas de São Paulo. Aos 20, já era considerado o maior ator de filmes eróticos do Brasil. Julio Vidal, Juliano Ferraz (nomes artísticos) ou Giuliano Ferreira (batismo) é uma lenda da pornografia brasileira e ainda perambula no imaginário de muitos fãs que ele deixou pra trás.
Sua filmografia conta com incríveis 300 filmes dos gêneros masculino e feminino e de todas as espécies: homo, bi, lésbicos, travestis, trans e heterossexuais.
Durante cinco intensos anos, ele ganhou muito dinheiro para os padrões brasileiros e chegou a comprar quatro casas, graças à sua performance sexual e ao invejável porte físico, incluindo, claro, o seu dote.
Em 2003, um susto fez com que ele desistisse da carreira. A suspeita de ter contraído HIV surgiu após um telefonema que recebera de uma empresa com a qual havia assinado contrato e gravado um filme com dois atores contaminados. Ato contínuo, uma revista incluiu o seu nome numa lista com os nomes dos atores potencialmente suspeitos de estarem com o vírus.
Dá pra imaginar que os convites para novos trabalhos se tornaram escassos ou até inexistentes em razão do alto risco de contaminar outros atores - mesmo hoje em dia, ainda há filmes sendo produzidos sem o uso do preservativo, por incrível que pareça.
Após um período de latência, necessário para aguardar o prazo para fazer o teste de HIV, o qual a ciência denomina "período de janela", Giuliano passou por alguns percalços na sua saúde que o fizeram acreditar que estava mesmo com AIDS. Contou tudo para a namorada - que conheceu durante a matrícula escolar do filho e o apoiou nesta fase - e resolveu abandonar tudo. Foi trabalhar como recepcionista de um hotel, no qual, durante um dia de trabalho, subiu ao terraço para abrir o envelope do exame com o resultado negativo.
No mesmo ano se tornou evangélico e em apenas quatro meses já era convidado para palestras em vários núcleos religiosos.
Entrou para faculdade em 2005, para cursar teologia e, partir de então, tal qual a carreira como ator pornô, o sucesso não demorou a chegar: de "pregador" a "líder de missões" bastaram dois anos.
Acompanhe a seguir trechos de uma entrevista concedida por ele ao site "Guia da Semana", em 2008:
- Com 18 anos, precisava trabalhar e aquela era a opção. Entrei de cabeça.
- Prazer? Não. Fazia por necessidade.
- Meu conceito de sexo foi sempre o de fazer com a pessoa que amo sem exposição. Mas eu era um ator, tinha que interpretar.
- Após ter trabalhado no exterior, ganhava em dólar e três vezes mais que os iniciantes.
- Não sou mais aquele rapaz de 19 anos com o corpo malhado.
- Depois de passar por diversos acidentes, até de avião, e uma infecção generalizada, senti que devia parar.
- Os fãs daquela época que me procuram são os que querem mudar de vida.
- Não sinto falta de nada. Jesus substituiu tudo.
- Cada vez que prego, entre 10 e 15 pessoas aceitam Jesus.
- Minha mudança serve de exemplo para outras pessoas.
- Entre 4 paredes vale o respeito.
- As pessoas que se dizem evangélicas, mas continuam fazendo fotos ou filmes eróticos não tiveram mudança de caráter. Crente todo mundo é, até o diabo.
- A minha mulher nunca quis ver os meus filmes. Achei melhor assim.
Confira a entrevista exclusiva de Julio Vidal para o Identidade G, de janeiro de 2012, aqui.
Receba as postagens deste blog por e-mail, clique aqui e coloque o seu e-mail.
![]() |
| Imagem: Ben Heine (Flickr) |
O que fazer quando não se tem ninguém pra beijar, abraçar, sentir o calor das peles juntas? Saudade de acordar junto e ter ainda a chance de recomeçar o que o sono interrompeu numa noite cansada; de viver a dois e de sentir o gozo fruir visceralmente após algumas horas noturnas de paixão.
Solteiro e desimpedido, voltar a sair e procurar alguém pra transar, ficar ou namorar? É gostoso azarar, encarar, mas a ressaca de uma época intensamente desproporcional à paz de espírito impede: curtição, baladas, falsas amizades, futilidades, namoros fracassados e ficadas desnecessárias.
Durante o longo processo solitário, o transcendental seria perfeito. A espiritualização traz a paz. No entanto, a não ser pelos velhos diálogos com Deus que se tornaram mais constantes - já contados aqui em algum lugar deste blog -, nada mudou.
Mas a visão da vida, sim. Há uma lente diferente que me faz enxergar coisas que eu não conseguia antes: almas e belezas diferentes.
A audição também melhorou: compreendo mais e as vezes consigo ouvir até o que não é falado.
Quero um mundo novo, mas, estranha e paralelamente, tudo é tão inatingível...
Eu estava afim de um corte de cabelo moderno ou, pelo menos, diferente do habitual e perguntei a um amigo super escolado se conhecia um lugar bacana. Rapidamente, ele respondeu que, por coincidência, estava querendo cortar o seu num salão recomendado por outro amigo dele. Ligamos e marcamos.
No dia combinado, já no carro e no caminho, ele alertou:
No dia combinado, já no carro e no caminho, ele alertou:
- Bicha [ele tinha essa mania. No começo eu odiava, mas depois desencanei], prepara o bolso, tá? O salão é ultrachique e o dono é um dos melhores cabeleireiros do Brasil, exagerou.
- Tudo bem, respondi meio engasgado, mas pensei que seria uma boa oportunidade para testar se o caro sempre é o melhor nesse tipo de coisa.
Chegamos em cima da hora, o manobrista nos recebeu educadamente (de terno) e nos passou um cartão para entregar-lhe na volta (era quase um pedido de gorjeta).
O salão era enorme, clean, bem localizado e o tal especialista em cabelos nos recebeu com muita simpatia após, claro, sermos recepcionados por uma bonita moça que nos serviu uma taça de espumante.Fui o primeiro. Expliquei que não sabia exatamente qual corte seria, mas queria sair do convencional, sem exageros. Uma hora depois, o cabelo estava legal. Ele passou um fixador para manter a altura e me convenceu a comprá-lo e a usar sempre que o arrumasse em casa.
Chegou a vez do meu amigo e o procedimento foi igual. Além do fixador, o tal cabeleireiro o convenceu a comprar também o shampoo usado antes na lavagem do cabelo, pois ele não parava de elogiar o perfume do produto.
Ambos satisfeitos, nos despedimos do "melhor cabeleireiro do Brasil" que nos apontou o balcão do caixa para efetuarmos o pagamento pelos serviços e pelos produtos adquiridos.
A moça do caixa já não era tão simpática quanto os demais porque havia muita gente circulando por ali, ora perguntando sobre produtos ora pra pagar. Ela nos olhou e com um breve sorriso disse:- Boa tarde. Qual a forma de pagamento?
- Débito, respondi.
- 280 reais, senhor. São R$ 180 do corte e R$ 100 do fixador.
Engoli seco, dei uma olhada paro meu amigo e pensei em desistir do produto. Ele olhou de volta e, como quem sabia o que eu estava pensando, fez um discreto sinal de reprovação. - Ok. Será no débito mesmo.
Quando chegou a vez dele, a moça fez a mesma pergunta e ele respondeu que também pagaria no débito.
- 520 reais, senhor. São...
- Então, senhor, como eu ia dizer, são R$ 180 do corte, R$ 150 do fixador e R$ 190 do shampoo.
- Mas por que o fixador dele é mais barato?
- É de outra marca, senhor....
- Eu vou pagar no cartão de crédito. Vocês dividem?
- Em duas vezes, senhor.
- Está ótimo.
Enquanto isso, se aproximou de nós uma cliente chiquérrima que se encantou com a embalagem do shampoo que o meu amigo acabara de comprar:
- Nooossaaa, mas que shampoo lindooooaaa.
Abriu a tampa, sentiu o aroma e comentou:
- Quel delíííciaaaaaa. É pra qual tipo de cabelo?
- Ele ainda indignado e em choque com o valor do dito cujo, respondeu sem pensar:
- PARA CABELO RICO (assim mesmo, em alto e bom som) para o deleite da moça do caixa que não segurou e soltou uma boa risada.
Voltamos ao carro, demos a gorjeta meio a contragosto para o educado manobrista e, durante o trajeto de volta, eu estava me segurando pra não soltar uma gargalhada pelo comportamento do meu amigo, mas respeitei o momento de sua indignação. Ele não parava de repetir:
- [socando o volante do carro] Que ódio! Que ódio! Por que eu fui elogiar aquele maldito shampoo? E aquela minitaça uó de espumante. Devia ter tomado a garrafa inteira!
- Cabelo rico foi óóóteeeemo, comentei.
Caimos os dois na gargalhada.













































