Plá, plá, plá, plá [palmas, tá?].
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| Lea T por Fábio Bartelt - Editorial da "ffw..MAG!"- Abril/2011 |
Complemento (01/06/2011): para ver um trecho do desfile, clique aqui.
Será inaugurada na próxima sexta-feira, dia 03 de junho.
Escrita pela colunista Alda Bittencourt, do Abapha, a coluna narrará situações loucas, engraçadas e inesperadas que muitos gays vivem durante as aventuras nas baladas, nas ruas, nos eventos, ou seja, em qualquer lugar. Alda promete uma coisa: diversão.
Inauguração: próximo domingo, dia 05 de junho.
Há alguns meses, recebi um e-mail de um rapaz de 17 anos que narrou uma frustração. Ele explicou que frequentava uma igreja e participava de um grupo de jovens, mas não encontrava brechas para revelar que é gay. Segundo ele, o que ouvia era que viver a homossexualidade é algo imperdoável, pois Deus toleraria os pecadores, mas não os seus pecados. Por conta disso, ele se sentia indigno de continuar frequentando a igreja e sugeriu que o blog abordasse mais o tema.
Não havia como convidar um padre para ser colunista do Identidade G sem antes mudar a proposta e todo o conteúdo do blog. Então, fiquei algum tempo ligado nas possibilidades e, semana passada, conheci no Twitter o Sidney Bertino.
Junnior.
Uma sugestão: para assistir ao vídeo mais abaixo, antes dê o 'play' na música a seguir (o áudio original do vídeo está muito baixo). Conte até 5 para iniciar a música (rsrs).
Benny Benassi ft. Gary Go - Cinema by IdentidadeG
Agora desative o áudio do vídeo a seguir - para não acumular com o som acima - e aperte o 'play' do vídeo.
Bom final de semana.

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| Novo cenário mostrado pela revista "Soldier": soldado do exército britânico, James Wharton, é gay assumido e bem aceito nas forças armadas. |
Ao mesmo tempo em que o meu filho brincava de bonecas, só gostava de estar entre meninas, se travestia e não se interessava por nada do mundo masculino, vivia apaixonado. A cada ano era uma menina nova e a paixão era intensa.
Sempre fui uma mãe muito apaixonada, daquelas que beijam o filho o tempo todo, e notava que ele repetia esse padrão com as professoras e moças com as quais convivia; mas com as meninas pequenas rolava amizade e, com algumas, uma espécie de paixão. Até hoje, quando está com alguma amiga minha ou mãe de amigos, não demora muito e já está pegando no cabelo da “tia” e estabelecendo vínculos físicos.
O pai também é meloso, do tipo de adora beijar, abraçar, dormir agarrado, mas o Ju nunca gostou de contato físico com ele. Detestava barba e não permitia contato com quem “espetasse”. Me lembro dele bem pequeno, dois anos, empurrando o pai que tentava abraçá-lo, e o pai tocando no próprio rosto dizendo:
Não adiantava. Eu ficava preocupada e sentida porque o pai sempre foi um paizão. Mas não interferia. Era a relação dos dois e eu não sabia como ajudar. Eles sempre foram próximos, mas o Ju nunca estabeleceu com o pai o tipo de relação física que tinha comigo e com outras mulheres. Até hoje, é o pai quem lhe pede abraços e beijos. Isso sempre me deixou confusa.
Ju tinha uns 7 anos. Estávamos nos preparando para uma festa junina no prédio de uma amiguinha e ele pegou o meu lápis de olhos e fez em sí mesmo um bigodinho. Eu achei lindo!
Foram exatamente essas as palavras. Nunca esqueci. Eu olhei bem para ele, acariciei o seu rosto e disse:
Nessa fase, a paixão chamava-se Beatriz e ele estava ansioso porque a festa era no prédio dela. Isso também me deixava extremamente confusa mas, na impossibilidade de entender, eu simplesmente vivia casa fase com ele, deixando a vida nos levar.
Nos arrumamos e saímos, só nós dois. Estacionei o carro e fomos atravessar uma praça para alcançar a entrada do prédio. Na praça estava um casal de rua com duas crianças de uns 3 e 4 anos e um bebezinho. A mulher amamentava o bebezinho e o homem estava no chão delirando, provavelmente bêbado ou drogado. Ju olhou e me perguntou o que aquele homem estava fazendo ali. Respondi que pareciam ser uma família, pessoas que não tinham casa e moravam na praça. E lhe lembrei que já tínhamos conversado sobre crianças de rua.
A ênfase que ele deu me fez entender o que lhe chamou a atenção. Estava acostumado a ver crianças de rua, moças com bebês no colo pedindo dinheiro, mas nunca um homem adulto e principalmente naquele estado. Ele estava perplexo e me dei conta do tamanho que o pai tinha para ele.
Chegamos no prédio da Bia e eles se divertiram muito. Meu Ju parecia mesmo um rapaz apaixonado. Na pescaria, se esforçou para pescar uma bonequinha de plástico. Eu achei que era porque ele gostava muito de bonecas mas, ao ganhar, a ofereceu para a Bia.
Essa paixão deve ter sido especial. A menina saiu da escola antes do final do ano, pois a família se mudou para Cabo Frio. Quando isso aconteceu, ele me fez montes de perguntas, queria saber se era longe, se poderíamos ir lá, queria telefonar, falar com ela. Ficou profundamente triste com o afastamento. Ao mesmo tempo, a Maria, pessoa que trabalha na minha casa desde os 3 anos do Ju, a sua mãezinha 2, o pegou com um amiguinho que morava na mesma rua, beijando na boca....
Calma! Todos sabemos que o deputado Jean Wyllis e o ator Leonardo Miggiorin nada têm em comum, muito menos fisicamente falando. Vou explicar. A postagem na verdade teve como base homenagear os dois profissionais porque estão desempenhando bem os seus papeis nas respectivas profissões. E aí pensei em brincar com as imagens dos homenageados, sem desmerecê-los.


Jean Wyllys arregaça as mangas no Congresso Nacional e vem se mostrando uma grata surpresa - tanto pela capacidade intelectual que já conhecíamos quanto pela garra de um parlamentar de primeira viagem que dá um banho em muitos que lá estão cumprindo segundos mandatos.
Novato, sim, mas que se entrega a aprender (e a ensinar) como trabalha um deputado federal e, enquanto isso, põe tudo em prática rapidamente. Uma lição aos que esquecem que foram eleitos pelo povo para representá-lo e que exercer um cargo público dessa natureza é para quem tem senso de justiça na veia - minoria no Congresso.
De Brasília com destino ao Rio, ou melhor, do Congresso Nacional ao Projac, vamos falar do ator Leonardo Miggiorini. Gente, ele não está um espetáculo no papel de Roni, o empresário da perua Natalie L'amour (Deborah Secco)?
Quando li a sinopse de "Insensato Coração", no final do ano passado, soube que ele interpretaria um gay ‘afetado’. Um adjetivo assim, usado numa informação tão vaga, geralmente gera interpretações negativas sobre um personagem ou sobre um ator porque pensamos logo no estereótipo ou numa possível caricatura. Leonardo superou.
Não sei nada sobre a sua vida pessoal, contudo, o ator parece que nasceu gay quando vive Roni em "Insensato Coração". Nada tem de afetada, sequer forçada, a sua interpretação. Ele consegue ser natural como qualquer jovem, gay ou não, que lida bem com a sua orientação sexual. Engraçado é pensar quão estranha seria a sensação se o visse na rua ou numa entrevista recente como como Leonardo Miggiorin, todo bofinho. Esse cara merece um prêmio! Aliás, ambos.
As fotos são uma brincadeira: são as versões saradas dos homenageados. Digam aí: os pares não são um a cara um do outro?
NEWS 21 a 27.05.2011
COURTNEY LOVE. A atriz, empresária, cantora/ líder da banda "Hole" e viúva de Kurt Coubain (Nirvana), 46 anos, fez um comentário muito infeliz numa entrevista para o site "The Fix". O comentário foi na verdade uma crítica depreciativa à colega Lady Gaga, contudo, o veneno respingou nos gays.
Entre outros assuntos, Kurt 'falou' sobre drogas e dos problemas que passou na época em que foi viciada em heroína. Ao comentar sobre o sucesso de Lady Gaga, a loira ressaltou o talento da colega, mas declarou que a cantora é muito jovem e estaria sendo influenciada negativamente pelas amizades que cultiva com os gays: Os gays a transformaram nessa barbie estranha e assexuada. Se não tomar cuidado, ela se tornará uma drag queen solitária.![]() |
| Imagem: Divulgação/VESPOL. |
A imagem estaria confundindo e constrangendo os leitores. Bom, o resumo da ópera é que parece que livraria nenhuma alegou isso e todas estão vendendo a revista com o modelo se passando por uma modelo de blusa aberta e "seios" à mostra..
Quando escrevi a primeira postagem, comecei com uma provocação aos homofóbicos que teimam em associar homossexualidade à pedofilia. Desta vez, pedirei para que prestem atenção mais aos seus parentes heterossexuais do que aos gays.
Do total de crianças, 64,3% foram meninas e 35,7% meninos e todas foram acompanhadas pelo Programa de Psquiatria e Psicologia Forense (Nufor) do HC. (Fonte: Agência Câmara)
[vote no Identidade G através do selo do TopBlog localizado no topo da coluna à esquerda ou clique aqui. Obrigado]
A ex-BBB, Angélica Morango, também participou. Disseram que o bate-boca foi o babado.
Obs: pessoal, vote no Identidade G através do selo do TopBlog localizado no topo da coluna à esquerda ou clique aqui. Obrigado.
GAY PRIDE TORONTO (CANADÁ), 2008
GAY PRIDE ESTOCOLMO (SUÉCIA), 2007
RIO DE JANEIRO (Brasil), 2011 - Quem dera. Uhhh!
Imagens: Google. Se possuir direitos autorais sobre qualquer das imagens acima, entre em contato e a(s) mesma(s)será(ão) retirada(s).
- Vem cá, filho.
[para ler a próxima postagem, clique aqui]
FACEBOOK. Em continuidade ao tema do guia "NEWS" de hoje - homenagem ao dia 17 de maio -, vamos falar de mais empresas que dominam o mundo da internet e que demonstram ser amiguinhas dos gays. Facebook implementou há três meses opções para o público gay informar aos amigos e usuários, no perfil, o tipo de relacionamento que compartilha com os(as) companheiros(as): se vive em "união civil" ou se "mora junto". A novidade ainda não chegou ao Brasil e está disponível apenas nos E.U.A., França, Canadá, Austrália e Reino Unido. A iniciativa foi para atender às várias solicitações de usuários e não será lançada nos países que já permitem legalmente o casamento entre pessoas do mesmo sexo. É bom lembrar que a rede social deu uma mancada feia quando censurou (e se desculpou depois), em abril deste ano, a foto de um usuário que mostrava um beijo na boca entre dois homens - veja aqui.
Nós, gays brasileiros e usuários, poderíamos enviar mensagens solicitando o serviço por aqui também, né não? Quem aí curte o Facebook?
TWITTER. Na semana passada, o que começou com a participação do jogador de hóquei profissional, Sean Avery, numa campanha em vídeo para a igualdade do casamento civil, terminou com a demissão do repórter esportivo canadense Damian Goddard, da rede Rogers Sportsnet. Primeiro foi o protesto no #Twitter do vice-presidente de uma empresa de gestão que representa vários jogadores da NHL, Todd Reynolds, contra a participação de Sean na campanha: muito triste constatar o apoio equivocado de Sean Avery. Casamento entre pessoas do mesmo sexo, legal ou não, será sempre um erro.O jornalista Goddard resolveu defender Todd Reynolds no #Twitter e considerou que o casamento entre gays não pode significar o mesmo do celebrado entre os heterossexuais: Eu completamente e de todo coração apoio Todd Reynolds em seu apoio ao tradicional e verdadeiro significado do casamento. A declaração causou polêmica porque envolveu a campanha que o jogador Sean Avery e outras personalidades novaiorquinas estão abraçando para a legalização do casamento civil gay.
O canal esportivo negou que a demissão tivera algo a ver com o incidente, porém, afirmou que, nas últimas semanas, o repórter já demonstrava que não se encaixava no perfil de profissionais da organização.
Yes!
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Os homossexuais são aproximadamente 10% da população mundial. Era assim nas épocas repressoras e continua sendo atualmente que é "moda", palavra que vem sendo muito usada para definir a sutuação atual. É claro que quanto maior a aceitação social, maior será esse número. No entanto, nada tão significativo a ponto de ameaçar a existência da raça humana, como é também comentado. Somos uma esmagadora minoria e sempre seremos, mesmo que todos os gays enrustidos do mundo resolvessem assumir. O problema da incompreensão é cultural devido ao longo período de repressão aos gays. Todos sabemos que os homossexuais viveram muito tempo escondidos num mundo à parte, reprimiram e acumularam instintos e desejos sexuais para só os liberarem nos guetos da vida. Aos poucos, isso vem sendo substituído por um modo de viver mais saudável, mais livre. Essa diferença não significa uma "proliferação". Com esse histórico pregresso, criou-se o pensamento - ainda é recorrente - de que gays são pervertidos; que vivem na pegação; só falam/pensam em sexo.
Acho que ele nem se lembra mais daquela chuva de granizo, mas eu nunca esqueci aquele tapa.
Alguma m....eu devo ter falado, né não?
NEWS 14.05.2011
NEWS 12.05.2011
CANADÁ. Derek Miller (foto/arquivopessoal/Flickr), um blogueiro canadense que relatou por mais de quatro anos a sua luta contra um câncer no reto, deixou uma mensagem depois de falecer: Aqui estou. Morto. Este foi o último post de Miller, músico e compositor de Banbury, Colômbia Britânica, Canadá, de 41 anos, que faleceu semana passada: De antemão, pedi para que quando o meu corpo finalmente se desligasse dos castigos do câncer, a minha família e os meus amigos publicassem esta mensagem - A primeira parte do processo de passar isto de um blog em atividade para um arquivo, explicou Derek Miller no seu blog "Pen Machine". Um dia depois da morte, a amiga Alistair Calder publicou a mensagem. Em pouco tempo, a notícia da morte de Derek e a sua última mensagem correram o mundo e o blog atingiu 3 milhões de acessos.
O músico deixou ainda mensagens à esposa, Airdrie, e às duas filhas, Marina, de 13 anos, e Lauren, de 11: Hoje não há respostas, escreveu. Enquanto estive vivo e escrevi isto, fiquei triste por saber que ia sentir falta destas coisas - não porque não poderei testemunha-las, mas porque Air, Marina e Lauren não me terão aqui para apoiá-las em seus esforços.
Entre outras coisas, Miller escreveu sobre a sua deterioração física, documentou a tosse no peito ou as dores abdominais, falou da perda de voz e do desgaste emocional provocado por ter que usar fraldas e a sucessiva perda de mobilidade e independência.



































