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Simone era uma loira alta, quase do tamanho do Gaúcho, vinte e poucos anos, linda e muito mimada. Depois de alguns meses passeando pela Europa e visitando parentes, voltou e procurou por ele.
A relação estava desgastada devido aos ciúmes dela, mas ela gostava realmente dele. E, pelo que eu soube, ele também tinha gostado muito dela e manteve-se fiel até me conhecer. Pelo menos foi o que a minha sogra me contou.
Eu não me importei com a volta dela. Gaúcho e eu estávamos nos conhecendo há um mês e eu não tinha grandes expectativas, mas ambas, eu e ela, nos surpreendemos. Eu, porque nunca imaginei que ele fosse “fugir” da Simone como fez. Ela, porque, ao me conhecer, também levou um susto e não se conformou. Se sentiu trocada por uma mulher que ela considerava inferior: muito mais idade, muito menos beleza e sei lá mais o quê a atingiu.
Passou a nos seguir. Aparecia em todos os lugares, telefonava sistematicamente para a mãe do Gaúcho, deixando-a constrangida. Soube que, na última operação da minha sogra, a que retirou parte do fígado por causa da metástase, o pai e a mãe da Simone a levaram para a casa da família e cuidaram dela. Gente muito boa e acolhedora. Eu sempre entendi como a minha sogra se sentia e nunca criei caso pelo fato da moça ir visitá-la e viver ligando.
Ela conseguiu infernizar a minha vida e passamos a viver assombrados. Se queríamos paz, curtir uns momentos à noite ou na madrugada, tínhamos que tirar o fone do gancho e desligar a campainha. A contrapartida é que o Gaúcho ficou com muita raiva. Se ela tinha alguma chance de reconquistá-lo, perdeu.
Alguns meses depois (é, levou meses), eu sugeri a ele falar com os pais da moça, explicar o que estava acontecendo e pedir que intercedessem.
Eu já estava meio velha para aturar “pitis” de moça imatura e querendo colocar um ponto final na história. E também era uma oportunidade para ele rever a situação e crescer com a experiência. Ele tinha que pensar, conversar consigo, chegar a uma conclusão e enfrentar os pais da moça. Ele foi.
Não adiantou muita coisa. Os pais não tinham a menor influência sobre ela e a situação a deixou ainda mais obcecada. Em relação ao Gaúcho, deu para perceber o quanto a convivência harmoniosa que tínhamos era importante para ele. Esse era o nosso ponto em comum: ambos queríamos "a sorte de um amor tranqüilo".
Como resolvemos isso?
Na quarta eu conto.
Beijos.
Cassia IG (papodemaeig@gmail.com)
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Eu não sou gay, sou um espião! Hahaha. Estou infiltrado no mundo gay.
Dizem por aí que todos temos uma voz interior que nos alerta ou que nos dá sinais. E que é melhor não ignorá-la.
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| Retrato falado do assassino. |
Não dá pra saber se o radar do analista de sistemas, Eugênio Bozola, 52, assassinado no último dia 23 de agosto, o alertou sobre o seu algoz, Lucas Cintra Zanetti Rossetti, 21. Porém, o Twitter do rapaz estava cheio de mensagens aterradoras as quais poderiam ser interpretadas como um passatempo pelos seus leitores desconhecidos. Contudo, para quem conhecia o seu lado obscuro e secreto, não poderia ser um sinal de alerta? A mensagem acima foi escrita por Lucas no dia 28 de julho, menos de um mês antes do crime, portanto. E é apenas uma de várias outras. Todas demonstram, no mínimo, agressividade e preconceito acima da média.
Se Lucas é gay ou bissexual, somente ele pode responder se tiver um mínimo de sinceridade naquela mente transtornada. Entretanto, "infiltrado", o termo que ele usou no Twitter, significa relacionamento homossexual. "Espião" foi o que ele encontrou para justificar para si próprio a convivência com a vítima que era gay.
E o motivo do crime?
Rejeição. Parece que Eugênio não o queria mais hospedado no seu apartamento na rua Oscar Freire, área nobre da cidade de São Paulo. E aí, talvez, esteja a causa do segundo crime cometido por Lucas no mesmo local e momento: o homicídio do modelo Murilo Rezende, de 21 anos. Murilo era do Piauí, representou o seu Estado no concurso Mister Brasil 2011, já foi capa da revista Junior e estava morando há alguns meses com Bozola.
Será que Murilo foi também assassinado por Lucas porque estava ocupando o seu lugar no apartamento e, por isso, lhe tirou de vez o conforto que era garantido quando quisesse? Terá sido por ciúmes? Ou foi queima de arquivo? Ou foi tudo isso junto que o desembestou de vez?
O rapaz está foragido (com o carro da vítima) e já teve a prisão temporária decretada pela justiça.
Veja abaixo mais mensagens publicadas no seu Twitter.
- Na dúvida, soca a porrada que resolve. Sou muito vingativo e jogo sujo se necessário. A vida me fez assim. (12 de julho de 2011).
- Acordei com vontade de cometer um crime, o de pena mais longa! (14 de julho de 2011).
- Ainda bem que homofobia ainda não é crime kakaka (28 de julho de 2011).
- Tô com vontade de agredir alguém! candidatos? (03 de agosto de 2011).
Segundo Alex, o meio-irmão de Lucas (de camisa vermelha e ao seu na foto à direita), ele não atacaria ninguém, a não ser que fosse para se defender de algo ou de alguém. Minha mãe está arrasada e à base de calmantes, teria declarado para o site R7.
Mordida de cachorro. Foi a justificativa que deu para a sua mãe (de criação) e ao seu irmão, Alex, quando chegou em casa para dormir, no dia seguinte ao dos crimes, com as mãos feridas.
E ai ele fugiu.
Atualização: Lucas Cintra foi preso no início da tarde de hoje, 29/08/2011 (foto abaixo), através de uma denúncia anônima, na cidade de Sertãozinho, interior de São Paulo. Fonte: Site "Último Segundo".
Esse aí, já tem dono e está no Taiti curtindo as férias com a proprietária, a atriz e apresentadora Luana Piovani (estão de casamento marcado). Mas também está peladinho na capa da revista Vizoo para a qual fez um ensaio nu - em plena praia de Ipanema - e deu uma entrevista.
Seu nome é Pedro Scooby e, dentre outras 'coisitas', o bofe declarou que homofobia é pra quem tem medo de se tornar gay um dia. Cada um faz o que quer da vida, arrematou.
Com apenas 23 anos, Scooby já é considerado uma das maiores promessas de surfistas big riders (ondas grandes) do País.
Digam aí, a Luana escolheu bem o seu cachorro?
Eu bem que queria um cachorrão desse. Scooby, cadê você?
[O que é cafuçu? Leia aqui]
Mais votado da semana passada:







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Próximos? Aqui.
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Jantamos juntos no sábado, como havíamos combinado, e fomos andar na praia e conversar mais.
De certa forma, era um começo diferente, pois passamos uma semana inteira nos falando por telefone como se fossemos velhos amigos que precisavam atualizar o papo. Na hora do encontro, a coisa não teve sabor de primeiro encontro. Era como um reencontro. Eu não conheci o Gaúcho. Eu o reconheci.
A noite estava quente e linda e rolou uns beijos enquanto andávamos na areia. Lá pelas tantas ele me acompanhou até em casa. É claro que o convidei para entrar e, claro, ele aceitou. E é claro que eu já tinha planejado tudo: oferecer algo para beber, colocar uma música envolvente, sentar do ladinho....
Bem, entramos em casa e ofereci o sofá - não se deixa a visita em pé. Sugeri uma bebida e ele disse que queria mesmo era um belo copo de água. Era janeiro – calorão. Liguei o ar e fui buscar a água. Já sabia da preferência dele por água mineral com gás e dos bons hábitos adquiridos pela vida de atleta. Voltei com copos lindos e uma garrafa de "schin", daquelas bem gasosas. Sempre foi a nossa água favorita.
Sentei ao seu lado e nos servi. Bebemos água e ele me atacou. Estou falando sério. O cara me beijou e, ali mesmo, sem qualquer cerimônia, tirou a minha roupa e me comeu. Exatamente assim. Nessa ordem.
Que sujeito abusado! E eu achando que ele era tímido. ADOREI!
Colamos desde então. Pelas nossas conversas, naquela primeira semana, eu já sabia que ele tinha problemas com mulheres ciumentas e que tinha sido esse o motivo do estresse dele com a tal noiva que estava no exterior. Ele também já sabia que eu tinha me separado pela mesma razão. O ex era boa gente, mas muito inseguro e não agüentei a pressão.
Nossa relação sempre foi calma e sempre nos sentimos seguros. Nunca rolou aquela coisa louca de início de relação, por isso eu digo que nunca me apaixonei pelo Gaúcho. Nós começamos pelo amor.
Somos filhos únicos, porém ele já entrou na minha vida com uma mãe com um câncer horroroso que a consumia há anos. Desde o começo, achei que a prioridade era ela e foi assim até o seu falecimento, um ano depois que o Ju nasceu.
Então, mesmo tendo “colado” desde que nos conhecemos, só passamos a realmente morar juntos após o falecimento de minha sogra, uma grande amiga por sinal. Gaúcho se dividia entre nós duas e quando ela estava nas fases melhores, nós três nos curtíamos, pois sempre inventávamos um passeio, uma festa junina, uma água de coco na praia que fosse, para distraí-la.
Quando eu engravidei foi uma alegria. Minha sogra jamais imaginou que fosse viver para ver um neto. No dia do parto estávamos todos lá na maternidade, a família toda, e foi uma festa, apesar de seu estado já bastante grave (leia a postagem "Maternidade Foi Uma Festa").
Bem antes disso, ela me confessou que levou um "susto” quando me conheceu. Acostumada a falar comigo por telefone, quando me viu, não entendeu nada. Me contou que o Gaúcho só namorava loiras e que ela pensou que eu fosse loira também. Quando viu uma multiétnica chegar estranhou (mas não demonstrou), e depois que fui embora, foi perguntar ao filho o que ele tinha visto em mim (mestiça e seis anos mais velha). E me disse que ele não soube responder. Morremos de rir. O mais interessante é que até hoje ele não sabe responder o que viu em mim. Então, enquanto ele não descobre, a gente vai vivendo. E tem sido uma experiência muito rica. Podem acreditar.
Mas, voltando ao começo. Um mês depois que começamos a namorar, a tal noiva voltou.....Ô moça 'trabalhosa'!!!!
Na quarta eu conto essa parte da história. Até lá e um beijo doce em cada um.
Cássia IG (papodemaeig@gmail.com).
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Tá bombando nas favelas do Rio.
O que começou no YouTube com cada um inventando, exibindo e divulgando um novo passo vai se tornar um concurso oficial com participantes de, pelo menos, três comunidades pacificadas.
O nome do passinho da molecada é o que está no título da postagem e é foda mesmo.
Escreva no YouTube e encontrará vários. Escolhi um de 2009 porque a música também é muito boa.
Preste atenção ao refrão. Quando escutar, entenderá o porquê, mas acho que ele diz "num senta no chão, num senta no chão".
O duelo de passinho que você verá no vídeo seguinte é também outra febre no YouTube, porém, não é somente no Rio de Janeiro. Não sei qual veio antes, mas, esse aqui, bombou no início dos anos 80. Quem tem mais de 40 anos sabe do que estou falando.
Cara, muito, muito bom!
A Janete tem que levar o Renan para aquele metrô do Zorra (kkkk).
O garotão à esquerda, todo trabalhado no boné, na corrente e no abdômem, foi o mais votado (3 votos). O pedreiro que todo mundo sonha ter em casa, o do lado direito, ficou em segundo e está também classificado para as semifinais.
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Outro dia assisti ao programa do Felipe Neto, no canal Multishow, e me deparei com uma entrevista do vereador Carlos Apolinário, aquele que criou o projeto "Dia do Orgulho Heterossexual".
Procurei na internet, mas não encontrei. Só achava vídeos com a primeira parte da entrevista na qual o vereador alega não ser homofóbico ou contra os gays: o que sou contra é ao excesso de leis a favor dos gays (??!!!).
Acho que ele está confundindo excesso de leis com excesso de pedidos. Os gays estão pedindo muito, mas é porque não têm uma 'leizinha' sequer que os tornem cidadãos com os mesmos direitos civis dos heterossexuais, como, por exemplo, o de casar no civil.
Fiquei imaginando esse homem sentado em seu gabinete, desesperado para se tornar um político conhecido sem ter que trabalhar muito. A gente sabe que a maioria quer mesmo é o salário e as demais vantagens dos cargos políticos sem ter que pegar no pesado.
Repito: é a maioria, tá pessoal? Sabemos, ou pelo menos queremos crer, que há políticos bem intencionados. Estes, até que gostariam, mas trabalham pensando mais no bem social do que terem seus nomes anunciados no Jornal Nacional.
Pisar nos calos dos chefes do executivo (no casos dos vereadores, são os prefeitos), elaborando projetos que agregariam alguma melhoria - mesmo que pequena já seria legal - às classes desfavorecidas da população dá muito trabalho. Precisa de muito estudo, de dedicação, de consciência da obrigação política, de fiscalizar e encher o saco do prefeito, mas não gera repercussão nas mídias e nem aumenta a sua remuneração.
Seu assessor adentra ansioso ao gabinete (vereador tem direito a assessor?):
- Vereador, tive uma ideia para criarmos um projeto interessante que melhoraria o atendimento nos postos públicos de saúde da cidade...
O vereador, que estava na internet fuçando o site do deputado Jair Bolsonaro, o interrompe:
- ...É mesmo? Legal, mas outro dia eu ouvi o colega do gabinete ao lado dizer que tava pensando nisso. Deixa isso pra ele, dá muito trabalho. O que eu preciso é de um projeto que cause na mídia nacional, entende? Quero garantir a minha próxima eleição para deputado.
O assessor, meio frustrado, insiste:
- Mas a população carente tem reclamado muito da falta de acesso aos postos de...
vereador: ...Esse Bolsonaro já cumpre seu segundo mandato e a única coisa que ele faz é falar mal dos viados...Ele foi esperto. Sacou desde cedo que essa coisa de os gays quererem direitos ia gerar muita repercussão...Cara, por que não pensei nisso antes?
assessor: Nisso o quê? O senhor quer falar mal deles também? Não acredito que isso o destacará. No máximo, dará mais fama ao Bolsonaro...
vereador: Não, não! Eu sei disso. A minha ideia é melhor. Ao invés de falarmos mal, podemos copiar. Essa coisa de viado querer casar é palhaçada; de ter orgulho por ser gay, mais ainda... Onde já se viu, o cara é viado e quer ter orgulho disso? Vou criar o dia do orgulho heterossexual!
assessor: Hã?
vereador: Sim, mesmo que não seja aprovado, e acho que não será mesmo, o meu nome sairá em toda espécie de mídia. Ninguém fez isso ainda...
assessor: Ninguém fez porque não precisa...Os héteros já têm seus direitos e...
vereador:...Você não está entendendo...Não tô falando de leis, muito menos de direitos. Me refiro à repercussão; ao meu cargo de deputado. O meu nome poderá cair na boca do povo e até dos gays...
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Ele conseguiu.
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já declarou que não sancionará o tal projeto.
Que bom! Nada contra os heterossexuais, o que sou é contra o excesso de leis a favor deles.
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O título da postagem foi devido à última pérola do Bolsonaro. Em junho último, numa entrevista à revista Playboy, ele declarou: vizinho gay desvaloriza o imóvel.
Convenhamos, ele sabe causar, né?
Convenhamos, ele sabe causar, né?
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| "Sentirei saudades da Norma", disse Glória Pires ao globo.com |
Foi a Maria de Fátima [Glória Pires, em Valeu Tudo].
(cris)
Táaaa eu confessoo ... Fui eu! Não queria que ela mandace o Léo [Gabriel Braga Nunes] pra cadeiaa nãoo. Uma pessoa tão boa tão legal, todos o julgaram, mais ninguém viu seu lado bom xD. Fui eu e não me arrependo. Me peguem se puderem AHUAHUAHUAHAAHAHUAH tchau xD.
(Joice...)
Foi a Odete Hoitman [Beatriz Segall, em Vale Tudo].
(Odete)
Com certeza foi a tia Neném [Ana Lúcia Torre]. Aquela etílica simpática nunca me enganou.
Veja bem, ela ficou alguns momentos em abstenção (....) foi na casa da Norma para se apropriar dos melhores whiskys do finado Teodoro [Tarcísio Meira] (...) A Norma detestava mas não abria mão pois eram uma recordação do bafo de seu querido falecido (...)
(Lucas)
Gente está claro foi o Pedro [Eriberto Leão] ...
(adilson...)
quem matou norma .acho q foi jandira [Cristina Glavão] em coplo com o ismael [Juliano Cazarré] e culpar elnice [Deborah Evelyn] ja que jandira era unica erdeira.
(dado)
[essa eu morri de rir] Eu acho que foi o André [Lázaro Ramos], porque aquela história de cirurgia é um álibi. Na verdade, ele não estava anestesiado, estava fingindo e quando ninguém viu, ele foi lá e matou a Norma, porque é apaixonado pelo Léo.
(Héllen)
Com certeza foi a Vittoria Drumond [Nathalia Timberg] aquela velhinha é muito perigosa.
(Moreco)
Quem matou a norma foi a Jandira, Amante do Leo.
(Márcio...).
(...) Ainda estou meia em duvida, mas estou entre a Jandira (empregada da Norma) a namorada da Iraci [Lidi Lisboa] a mulher que ela matou na cadeia ou pai do Pedro [Antonio Fagundes]!
(Renata)
(...) o autor da novela, ora bolas...
(mariana)
eu axo q qm matou a Norma foi a Jandira!!!!!Q deve ter ficado c medo dela ser demitida como o Ismael!!!!!
(monique)
foi o jason..ele fez parceira c o ben laden e mataram ela..pdk
(tiago enrike)
Pessoal, tem mais duas postagens publicadas hoje:
1) Na coluna "Papo de Mãe", Cassia conta como conheceu o homem de sua vida. Clique aqui pra ler.
2) Vazou na internet: novo clipe de Lady Gaga (You And I). Confira aqui.
Adooooro essa coisa de que vazou. Pois então vazou, né? E, como sempre, quem conseguiu vazar? Ele, claro: Perez Hilton.
Gaga, pra variar, surpreende no visual, no contorcionismo e nos óculos. Os que aparecem no início são um luxo. Enooormes, mas estilosos. Curti as cenas nas quais ela "aparece" como homem e mulher beijando a si própria.
A música? Tem uma pegada híbrida, meio 'country' meio 'rock'. Para quem ainda não ouviu, ei-la.
Gaga, pra variar, surpreende no visual, no contorcionismo e nos óculos. Os que aparecem no início são um luxo. Enooormes, mas estilosos. Curti as cenas nas quais ela "aparece" como homem e mulher beijando a si própria.
A música? Tem uma pegada híbrida, meio 'country' meio 'rock'. Para quem ainda não ouviu, ei-la.
[para ler a postagem anterior, clique aqui]
Saudades da Maria!
Na época, morávamos na mesma rua. Animada como ela só, dava umas festas que duravam todo o final de semana. Me convidou para uma festa familiar que ia acontecer em janeiro e já foi me avisando que ia me apresentar o homem da minha vida. Um gaúcho que, segundo ela, era o meu tipo: o homem que eu vivia descrevendo.
Na época, morávamos na mesma rua. Animada como ela só, dava umas festas que duravam todo o final de semana. Me convidou para uma festa familiar que ia acontecer em janeiro e já foi me avisando que ia me apresentar o homem da minha vida. Um gaúcho que, segundo ela, era o meu tipo: o homem que eu vivia descrevendo.
Naquela época, a mulherada curtia Robert Redford e Paul Newman enquanto eu me derretia pelo Elvis, Alain Delon e outros de cabelos pretos e olhos claros. Nunca curti os loiros.
Recém-separada, eu nem conseguia pensar em outra relação. Estava estafada, tal o problemão que tinha sido a primeira união. Respondi para ela que estava de quarentena e que era pelos próximos 40 anos.
- Estou enjoada amiga. Sem chance!
Eu esqueci o assunto. No dia da festa, eu estava na frente da casa conversando com as vizinhas quando ela veio e me pegou pela mão dizendo que eu tinha que entrar para conhecer o Gaúcho. Praticamente me obrigou a ir para a parte de trás da casa. Lá, me apresentou ao tal amigo.
Imaginem um homem branco de 1:80 m, cabelos lisos muito escuros (muitos cabelos até hoje); olhos profundamente azuis (muito azuis mesmo), ligado em esportes, saradíssimo, descendente de italianos. No rosto, uma mistura de Alain Delon com Alec Baldwin.
Imaginaram?
Pois esse é o Gaúcho, pai do Ju.
Nem eu acreditei quando vi. Ele tinha vinte e alguns anos e eu pensei que tinha saído de uma capa de revista. Lindo era pouco para adjetivá-lo e, mesmo hoje, quarentão (eu sou mais velha seis anos), acho que nunca vi um homem mais bonito do que ele.
No dia seguinte, entrando em casa, Maria me parou para dizer que o Gaúcho havia ligado para ela pedindo o meu telefone. Disse que queria agradecer a carona, que eu fui muito gentil. Já falou rindo e dizendo que tinha dado o meu número. Eu ri também.
- Fez bem Maria, fez bem!
Percebemos que estava difícil os nossos horários coincidirem e marcamos de nos encontrar no sábado seguinte. Ele me telefonou todos os dias daquela semana e teve dias que nos falamos duas vezes. Quando o sábado chegou, já sabíamos bastante da vida um do outro.
Como ele trabalhava aos sábados, marcamos de jantar. E foi assim que tudo começou....
Na quarta me encontrem aqui que eu vou contar mais.
Beijos.
CassiaIG (papodemaeig@gmail.com)
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O filme chamado "Children Of God" - ou Amantes do Caribe, como ficou conhecido aqui no Brasil (2009, do diretor Kareem Mortimer) - impressiona por vários motivos.
Mostra uma história de amor interracial entre dois homens que até Shakespeare gostaria de ver. É forte e tocante. Dá uma sensação empolgante e esquisita ao mesmo tempo. Você começa achando que já viveu, que já se imaginou ou que conhece alguém que passou por algo assim, mas os seus pensamentos vão tomando rumos inesperados.
Mostra uma história de amor interracial entre dois homens que até Shakespeare gostaria de ver. É forte e tocante. Dá uma sensação empolgante e esquisita ao mesmo tempo. Você começa achando que já viveu, que já se imaginou ou que conhece alguém que passou por algo assim, mas os seus pensamentos vão tomando rumos inesperados.
Um dos aspectos impressionantes do drama é a natureza. A trajetória se passa diante das belas praias das Bahamas.
Nas ruas de Nassau, onde vivem Johnny (Johnny Ferro) e Romeo (Stephen Tyrone Williams), pensamentos alheios e olhos reticentes passeiam atentos a tudo. No lindo lugarejo, há forte clima religioso comandado por um pastor homofóbico, secretamente gay, e casado com Lena. A religião domina a forma pela qual as pessoas vivem e, como é de supor, o preconceito por conta disso dificulta a vida de Johnny, um artista introvertido que sofre o 'bullying' de moradores por buscar a si mesmo.
Nas ruas de Nassau, onde vivem Johnny (Johnny Ferro) e Romeo (Stephen Tyrone Williams), pensamentos alheios e olhos reticentes passeiam atentos a tudo. No lindo lugarejo, há forte clima religioso comandado por um pastor homofóbico, secretamente gay, e casado com Lena. A religião domina a forma pela qual as pessoas vivem e, como é de supor, o preconceito por conta disso dificulta a vida de Johnny, um artista introvertido que sofre o 'bullying' de moradores por buscar a si mesmo.
Outra personagem endossa essa difícil missão que é lutar pelo que se quer: Lena.
Uma mulher que sofre por um casamento complicado com o pastor da cidade, um homem difícil de lidar. Lena não quer mais, entretanto, o difícil é dar o primeiro passo e descobrir o que fazer para se livrar daquela vida inóspita. Isso poderá remetê-la ao mesmo alvo onde Johnny e Romeo estão.
Mas, fique ligado, o filme é um ro-man-ce. É um "Romeu e Julieta" gay, ok?
Uma mulher que sofre por um casamento complicado com o pastor da cidade, um homem difícil de lidar. Lena não quer mais, entretanto, o difícil é dar o primeiro passo e descobrir o que fazer para se livrar daquela vida inóspita. Isso poderá remetê-la ao mesmo alvo onde Johnny e Romeo estão.
Mas, fique ligado, o filme é um ro-man-ce. É um "Romeu e Julieta" gay, ok?
O trailer está em inglês, mas, mesmo quem não entende, poderá perceber o enredo. Para vê-lo, clique na imagem acima. Para baixar o filme legendado, clique no site abaixo.
Há dois meses não encontrei uma cópia legendada, porém, o nosso amigo Lobinho já resolveu esse problema e disponibilizará em seu site, o "Intercine Gay", logo pela manhã desta terça-feira, 16/08/2011.
Há dois meses não encontrei uma cópia legendada, porém, o nosso amigo Lobinho já resolveu esse problema e disponibilizará em seu site, o "Intercine Gay", logo pela manhã desta terça-feira, 16/08/2011.
























