Sim, essa é a bunda de James Franco!
A foto acima foi capa da revista americana de moda, Flaunt, e é mais uma ous
adia deste bem-sucedido ator que já vinha provocando a mídia em geral por alguns trabalhos alternativos: em 2010, fez um vídeo para o New York Times (Actors Acting) e um ensaio fotográfico para a revista Candy (ao lado). Além disso, já representou três personagens gays no cinema.
Você pode considerar o feito nem tão arrojado para os dias atuais, mas, para quem acabou de ser indicado ao Oscar, na categoria Melhor Ator (127 Hours), vamos combinar que é algo inusitado e arriscado. Ele foi também, por três vezes, indicado ao Globo de Ouro (levou um).
James Franco é do estado da California (E.U.A.), solteiro, tem 33 anos e filho de poetisa. A inteligência e a coragem lhes são marcas registradas. Assim foi definido pela colega e amiga, Anne Hathaway.
Como profissional de cinema mundialmente reconhecido e, claro, por ser um homem bonito e sexy, a sua vida pessoal acaba sendo objeto da curiosidade alheia.
Mesmo tendo namorado a atriz Marla Sokoloff, de 1999 até 2004, sua colega de elenco no filme Whatever It Takes (Correndo Atrás), a sua sexualidade vem sendo questionada pelos repórteres/entrevistadores, porém, o ator não mata a curiosidade de ninguém. Quando perguntado se o homoerotismo também faz parte de sua vida pessoal, ele não afirma nem nega, muito pelo contrário, leva tudo no bom humor, outra característica sua.
Eu vejo a foto acima como se lesse a seguinte frase: my ass for you!. Ou, como diríamos em bom português: meucupressagente.
A inteligência do ator James Franco é também admirada por outros colegas.
As pessoas próximas o descrevem como extremamente inteligente e capaz de realizar várias tarefas diferentes ao mesmo tempo. Nos bastidores de Hollywood, ele é conhecido por estar sempre lendo clássicos nos intervalos das filmagens.
Mais jovem, se destacou na matemática e se formou na Palo Alto High School em 1996. Na University of California, Los Angeles (UCLA) cursou o primeiro ano em língua inglesa, mas desistiu contra a vontade de seus pais para seguir a carreira de ator
James não ousado e desafiador em tudo. Viveu a vida desregrada de James Dean no cinema e chegou a fumar dois maços de cigarro por dia, sendo que na época ele não fumava, além de ter aprendido a tocar violão. O esforço foi reconhecido com um Globo de Ouro e indicações a outros prêmios como Emmy Award e Screen Actors Guild Award.
Em 2007, numa fase profissionalmente ruim, James decidiu voltar aos estudos e conseguiu se formar em tempo recorde, fazendo mais aulas do que poderia. Enquanto estudava, viveu um traficante de maconha em Pineaplle Express (Segurando as Pontas) e o namorado de Harvey Milk (Sean Penn), Scott Smith em Milk (ambos em 2008). As duas atuações foram bem avaliadas pela crítica e renderam prêmios menores do cinema americano.
Além de um mestrado em literatura na Universidade de Columbia, o ator estudou cinema na Universidade de Nova York, ficção no Brooklin College e poesia no Warren Wilson College. Franco ainda emendou um pós-doutorado na Universidade Yale, em busca do título de PhD em língua inglesa.
Enquanto investia em si, foi eleito um dos homens mais sexies do mundo pela revista People e por outras publicações menores. Em 2008 a Gucci o contratou como garoto-propaganda para uma linha de fragrância masculina.
Além disso, produziu um romance como trabalho de conclusão da faculdade, publicou recentemente um livro de contos, “Palo Alto”, pinta desde pequeno e fez sua primeira exposição em 2006 (gravou uma cena pintando no filme SpiderMan 3) . Em 2011, James lançou sua primeira exposição de arte na Europa, no Peres Projects em Berlim.
Sabe o quê? Tô cheio desse papo de bullying!
Essa palavra, que estão tentando aportuguesar, mascara a nossa realidade ou os fatos.
Nos E.U.A., ela tem sentido próprio. Serve para crianças, adolescentes e adultos; se estende a qualquer ambiente, inclusive o do trabalho; e os menores infratores são tratados no rigor das leis americanas.
Aqui, no Brasil, não. Bullying é na escola e assédio moral no ambiente de trabalho. E não é só isso.
Cenário 1
João vive 'tirando sarro' do(a) garoto(a) gordo(a) de sua classe, do afeminado, do tímido, etc, e os deixam constrangidos na frente dos demais colegas, deprê em casa e alguns se tornam improdutivos na escola (notas baixas). João tá errado?
Sabemos que sim. Esse sem-noção pode passar o período escolar praticando o bullying (e ainda não chegamos nas porradas) com professores e diretores fazendo vistas grossas porque consideram aquilo coisa de crianças/adolescentes, e os pais dizendo em casa: "meu filho é macho".
Cenário 2 - Agora, sim, vamos incluir as porradas nisso.
E se João, além da moral, assediasse fisicamente os seus 'companheiros' de classe? Seria bullying?
Aqui, no mundo real e fora dos limítrofes dos muros que cercam as "terras do nunca" (as escolas), isso tem outros nomes: lesão corporal, tentativa de homicídio ou homicídio propriamente dito. Dependerá dos golpes e do grau das lesões que o "colega" causar em suas vítimas. E não venham dizer que a surra é um fato isolado. Ela é praticamente o golpe de misericórdia naqueles infelizes que já eram psicologicamente massacrados.
Cenário 3 - João completou 18 anos e foi trabalhar.
Em seu ambiente de trabalho, repete o comportamento escolar com os colegas que ele acredita o ameaçarem ou puxarem o seu tapete. Estuda os pontos fracos de seus "desafetos" e dia a dia os assedia moralmente.
Carlos, sujeito inteligente, tímido e aparentemente gay, é o coordenador da área em que João atua e se nega a fazer o trabalho que João deveria exercer. Em consequência, Carlos é constantemente humilhado na frente dos outros que acham graça da situação, inclusive alguns dos que também sofrem, em menor proporção, o assédio moral de João. Por medo, tentam se unir ao algoz.
Carlos é ameaçado ao tentar conversar a sós com João, então ele simulou outra conversa para gravar pelo celular. Gravou também alguns constrangimentos desrespeitosos que sofreu na frente dos outros e tentou resolver o impasse.
Ele procurou o chefe e expõs as ocorrências. Mesmo João tendo sido advertido, nada adiantou. O desajustado mentiu ao se defender e ainda acusou Carlos de impedir o seu crescimento profissional. Alegara que lhes foram negados os ensinamentos cruciais para o cumprimento das tarefas que lhes eram passadas.
Não aguentando mais, Carlos procurou um advogado e acionou a empresa.
O sem-noção do João foi o paradigma para o assédio moral - horizontal, porque não houve superior hierárquico diretamente envolvido - e Carlos foi indenizado com uma boa grana pelo dano moral sofrido pelo seu empregador negligente que permitia aquele ambiente insalubre no local de trabalho.
Carlos poderia também enquadrar o sujeito na prática de crime de calúnia e difamação, de acordo com o previsto nos artigos 138 e 139 do Código Penal - parece que há um projeto de lei que visa incluir o assédio moral no Código Penal.
[A Justiça do Trabalho poderia acrescentar, no valor da indenização (danos morais), o adicional de insalubridade extensivo ao período no qual a vítima sofreu assédio moral. Afinal, ela esteve sujeita a doenças como depressão e todas as oportunistas daí advindas. Fica a dica.]
Cenário 4 - João completa 20 anos e é demitido daquele emprego.
Mesmo com a experiência ruim do primeiro trabalho, ele ainda não se deu conta de que a "terra do nunca", onde permaneceu a maior parte de sua vida, não é eterna como parecia. Ninguém ainda o alertou do mundo real e seus pais ainda pensam que ele foi injustiçado no trabalho.
Enquanto não consegue outro emprego, João vai curtindo a vida nas boates e bares da vida, sem perder o hábito de xingar e/ou bater nos desavisados que encontra em seu caminho.
Cenário 5
O final dessa estória a gente já conhece. A esta altura, João já responde por crimes como lesão corporal grave e até tentativa de homicídio quando se desentendeu e se enfureceu com um homossexual com quem se deparou numa madrugada qualquer, motivado pelo ódio (talvez pelo trauma do Carlos).
Agora a pergunta que não quer calar: A culpa é somente do "colega"?
E aqueles professores que fingiram não entender; aqueles pais que se orgulhavam; aqueles companheiros de classe/trabalho que, ao invés de o denunciarem à diretoria/chefe, riam da "brincadeira" enquanto assistiam passivamente as vítimas serem massacradas?
E o Estado que tem a mania de achar que adolescentes infratores (os pobres) merecem pena máxima a reclusão de três anos?
As escolas devem agir com rigor e nunca negligenciar o tal bullying. Se o aluno já fora advertido algumas vezes e reincidiu, ele deverá ser expulso da escola (analogia à justa causa da CLT).
Se a sua reincidência gerar danos físicos - graves ou não - além da expulsão, ele deverá ser denunciado à autoridade policial competente, independentemente da anuência dos pais.
Assim funciona o mundo para os que, até ontem, tinham 17 anos. Assim eles serão tratados ao se tornarem maiores de idade e desprotegidos.
O vídeo acima é o mais recente caso de assédio moral/físico americano. Aconteceu na "Ohio High School".
O vídeo acima é o mais recente caso de assédio moral/físico americano. Aconteceu na "Ohio High School".
O agressor aguardava ansiosamente (e aguardou muito, vários minutos) dentro da sala enquanto um de seus 'capangas' vigiava o corredor para avisá-lo da aproximação do colega e vítima, Zack, de 15 anos. Assim que entrou, Zack foi, segundo disse, atacado sem entender a razão, com empurrões e vários golpes direcionados na cabeça e teve alguns dentes quebrados.
A mãe do adolescente ferido, entretanto, diz saber muito bem o motivo e foi à público clamar por justiça e pela aplicação do agravante crime de ódio (aumenta a pena), pois acredita que seu filho foi atacado por ser gay. Leia mais aqui.
Quando lancei o Especial "Bears"/Ursos no Identidade G, pesquisei um pouco sobre cultura e subcultura gay e memorizei alguns pontos:
- Há gays, héteros e bi cultos e incultos. São pessoas que cultivam ou não o conhecimento através da gama de possibilidades culturais.
- Os gêneros homem x mulher se dividem em espécies e grupos dos quais são gerados outros hábitos, costumes e linguagens comuns entre eles, e somente entre eles. Daí, surgem microculturas que chamamos de subculturas.
- Tais grupos não se formam - ou as pessoas não se ligam uma as outras - apenas pela orientação sexual, mas tb pela etnia, religião, profissão, faixa etária, etc. Assim nascem as 'tribos'.
- A subcultura pode sair do nicho ao qual pertence e se tornar macrocultura se apreciada e praticada pelo todo (gênero). Neste ponto, acredito, os gays são campeões: música, dança, etc.
- Há também cultura e subcultura em cada espécie/grupo. Ou seja, aquilo que é comum a todos do grupo/espécie é a cultura deles, mas são subculturais alguns hábitos/estilos que uma gama considerável de membros (subespécies) cria sem que os demais do grupo se identifiquem. São subespécies da espécie do gênero. Um exemplo é o próprio Especial 'Bears'/Ursos, do Identidade G. O estilo 'bear' é uma subcultura da cultura gay.
E quem são as demais concorrentes?
Portland - Conhecida também como Cidade das Rosas, fica ao noroeste dos E.U.A. e tem cerca de 600 mil habitantes. Portland é também conhecida por ser uma das 10 cidades mais ecológicas do mundo.
Estocolmo (Stockholm) - Capital e maior cidade da Suécia, a cidade tem cerca de 800 mil habitantes e é uma das mais visitadas dentre os países nórdicos: mais de um milhão de turistas internacionais/ano.
Não esqueça que antes de se mudar de mala e cuia para Saint Tropez em 1965, Brigitte Bardot esteve no Brasil um ano antes e se apaixonou por Búzios, Região dos Lagos, Rio de Janeiro. Foi a atriz quem também glamorizou e tornou Búzios conhecida internacionalmente.
Madrid - Ah, Madrid. Na minha opinião é a mais forte concorrente do Rio de Janeiro. A capital e maior cidade da Espanha é hot, gay e tem vida cultural intensa até por pertencer ao velho mundo. E é populosa também: cerca de 4 milhões de habitantes.
Buenos Aires - É também a capital e a maior cidade da Argentina. Cerca de 3 milhões de pessoas habitam e é considerada a mais importante do País. Como está aqui ao lado, ouvimos tanto falar e muitos até já conhecem, não há muito o que escrever. Tango, tango, tango.
Rio de Janeiro - Uma curiosidade que talvez você tenha esquecido. É a mais populosa, porém, ao contrário das outras concorrentes, está mais atualizada com o número de habitantes. De acordo com o IBGE, possui cerca de 6 milhões.
Vamos votar? Indique, na janela que abriu assim que você entrou nessa página, qual é na sua opinião a merecedora do título da cidade mais gay/sexy do mundo.
Para votar no Trip Out Travel, clique aqui. É até a meia-noite de sexta-feira, dia 28 de outubro.
Fonte de pesquisa: Wikipedia.
Vamos votar? Indique, na janela que abriu assim que você entrou nessa página, qual é na sua opinião a merecedora do título da cidade mais gay/sexy do mundo.
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Fonte de pesquisa: Wikipedia.
Queria (e irei) escrever algo sobre a digna decisão do STJ (com base e respeito, entre outros, ao princípio constitucional da dignidade humana) que reconheceu o casamento do casal de lésbicas gaúchas. Um precedente histórico do qual surgirá outras decisões análogas em diferentes instâncias de tribunais.
Queria saber se está tudo bem com a Cassia. Ela não enviou mais notícias de sua mãe...
Queria mudar algo, profissionalmente falando. Estou trabalhando...
Quero dormir. Tô mental e fisicamente tão cansado, mas tão cansado, que nem escrevo coisa com coisa...
Deixarei com vocês o vídeo "Duck Sauce - Big Bad Wolf". Achei aflitivo, mas digam se se divertiram com ele.
Não, não é pedofilia nem nada sobre 'kit gay', mas, para não perder a oportunidade, podemos comparar o sucesso do projeto desse indiano com a derrocada do finado 'kit anti-homofobia'.
O mal do Brasil é discutir os problemas, e só os problemas, de um projeto. Até a exaustão. Ele pode parecer inadequado na forma apresentada, mas a ideia, se analisada sob outros ângulos, poderia ser aproveitada. A maioria critica sem perder o gancho que precisava para autopromoção, como ocorreu com o tal 'kit'. Ele poderia ser reinventado; dele poderia ter surgido algo mais apropriado. Entretanto, depois de meio mundo tripudiar e alguns poucos (políticos) se autopromoverem, foi pro lixo.
O mal do Brasil é discutir os problemas, e só os problemas, de um projeto. Até a exaustão. Ele pode parecer inadequado na forma apresentada, mas a ideia, se analisada sob outros ângulos, poderia ser aproveitada. A maioria critica sem perder o gancho que precisava para autopromoção, como ocorreu com o tal 'kit'. Ele poderia ser reinventado; dele poderia ter surgido algo mais apropriado. Entretanto, depois de meio mundo tripudiar e alguns poucos (políticos) se autopromoverem, foi pro lixo.
E aí, surge um indiano que mora nos E.U.A, Raghava KK, e pensa em escrever um livro divertido pra crianças. A abordagem principal é a família ou a relação entre pais e filhos em situações domésticas.
Ao ver seus filhos colados aos seus respectivos 'tablets', ele muda de ideia. Ao invés de papel, adaptou o projeto à plataforma do Ipad e, vois la, nasceu o POP-IT.
O POP-IT é um aplicativo que narra, numa sequência de sete telas multicoloridas e interativas, estorinhas que divertem pais e filhos enquanto ensinam/aprendem.
Durante o manuseio, as crianças desenrolam o papel higiênico, ouvem gargalhadas ao fazerem cócegas nos personagens, estouram bolhas de sabão, colocam fralda em bebê e até escolhem qual espécie de família dará banho no nenê: duas mães, dois pais ou um casal heterossexual. Para mudar, basta chacoalhar o 'tablet' e os casais são substituídos.
Durante o manuseio, as crianças desenrolam o papel higiênico, ouvem gargalhadas ao fazerem cócegas nos personagens, estouram bolhas de sabão, colocam fralda em bebê e até escolhem qual espécie de família dará banho no nenê: duas mães, dois pais ou um casal heterossexual. Para mudar, basta chacoalhar o 'tablet' e os casais são substituídos.
Ótima sacada! Pais explicam a realidade da família nesse mundo de Deus que poucos devotos Dele querem crer.
Basta esperar (ou não) que os pirralhos perguntem e as respostas estarão na ponta da língua dos pais - ou dos dedos. Com isso, desde muito pequenas, as crianças aprenderão diversidade em casa e desenvolverão a tolerância.
Basta esperar (ou não) que os pirralhos perguntem e as respostas estarão na ponta da língua dos pais - ou dos dedos. Com isso, desde muito pequenas, as crianças aprenderão diversidade em casa e desenvolverão a tolerância.
Essa é a intenção de Raghava. Confira algumas frases dele, ditas enquanto se apresentava no palco da conferência "TED Ideas worth spreading".
- A tolerância é a melhor forma de entender o mundo em que vivemos.
- Queria algo que representasse mais do que essa verdade que não existe; passar para eles [seus filhos] que não há uma única realidade.
- Enquanto não podemos prometer a elas [crianças] um mundo sem preconceitos, podemos ajudá-las a entender que há muitos tipos de família.
- Dignidade humana é algo muito importante para mim.
Assista ao vídeo da conferência.
As palavras “mãe” e “pai” serão removidas do passaporte norte-americano e substituídas por “filiação 1” e “filiação 2”.
De acordo com o Departamento do Estado dos EUA, as mudanças foram feitas para reconhecer os diferentes tipos de família. Grupos de direitos dos gays aplaudiram a decisão.
Mudar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ para ‘filiação’ permite que muitos tipos de famílias sejam capazes de requerer um passaporte para seus filhos sem sentirem que o governo não reconhece a sua família, afirmou a Fox News Jennifer Chrisler, diretora executiva do Conselho da Igualdade Familiar, um grupo norte-americano que defende o direito das famílias do grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). O conselho vem tentando há anos essa mudança no passaporte.
Mas alguns conservadores cristãos foram contra a decisão. Robert Jeffress, um pastor de uma igreja batista de Dallas afirmou que a alteração sugere que não é preciso pai e mãe para criar uma criança com sucesso. Essa decisão faz com que os casais homossexuais se sintam mais confortáveis ao criar uma criança, disse ele.
Em contrapartida, Jennifer afirmou que o governo precisa reconhecer que as estruturas familiares estão mudando. A melhor coisa que podemos fazer é dar suporte às pessoas que estão criando filhos com amor, com famílias estáveis, disse ela.
Recentemente, na Austrália, outros direitos foram reconhecidos no passaporte. Os australianos ganharam uma terceira opção de gênero, a categoria “x”. Essa é uma das medidas adotadas pelo governo contra a discriminação de transgêneros. Os passaportes americanos ainda não têm essa opção, mas os transgêneros já podem optar pelo sexo que mais se identificam.
Só para constar, o modelo antigo adotado no Brasil constava a palavra "filiação", porém, no mesmo campo, logo abaixo, havia tradução para o inglês e francês. Em inglês, constava: father's and mother's name (nome do pai e da mãe), ou seja, tal qual o departamento americano costumava usar até agora.
O modelo atual, emitido com chip a partir de maio deste ano pela Polícia Federal, o e-Passaporte, como ficou conhecido, parece não haver mais as traduções, de acordo com a foto aqui.
Wow, andei checando no Google algumas fotos da cidade Tel Aviv, em Israel, e deu vontade de pegar o primeiro avião pra lá.
Sol, belas praias e, segundo o vice-cônsul de Israel, Hagai Mei, é um destino gay sem dúvidas: A comunidade gay em Tel Aviv vive livre e feliz com a sociedade.
Hagai declarou também que Tel Avivi é uma cidade moderna, cheia de encantos, feliz, livre, fabulosa e oferece vasto comércio e locais destinados ao publico gay. A National Geographic informou que a cidade foi nomeada uma das 10 melhores cidade de praia do mundo, acrescentou ele ("A Capa").
Ninguém ou nada melhor para provar do que os vídeos da dupla Uriel Yecutiel (a cara do Freddie Mercury) e Eliad Cohen, do Projeto Arisa. Eles participam da divulgação das festas gays que rolam no Post Club e os vídeos foram inicialmente lançados no Facebook. Se tornaram vírus e se espalharam praticamente por todo o mundo.
A dupla ficou conhecida pela comédia rasgada que exibe em cada vídeo. Shows à parte. O cenário varia de acordo com os temas das festas, mas os protagonistas são sempre eles: Uriel faz a mona pintosa, supermaquiada e apaixonada pelo bofão bonito, gostosão e mau, representado por Eliad.
Parece que o Brasil já foi um dos temas. No vídeo (acima), Uriel aparece como juiz de de futebol usando salto alto vermelho e sambando como uma rainha de bateria.
Parece que o Brasil já foi um dos temas. No vídeo (acima), Uriel aparece como juiz de de futebol usando salto alto vermelho e sambando como uma rainha de bateria.
O legal é que o Arisa virá ao Brasil para se apresentar no 19º Festival MixBrasil. O site MixBrasil informou que pretende "ocupar toda a cidade" de São Paulo, entre os dias 10 (com Arisa) e 17 de novembro.
Outra dupla que veio de Tel Aviv e exerce um ótimo trabalho, o The Young Professionals (D.I.S.C.O) ou simplesmente TYP, é formada por Ivri Lider e Yonatan Goldstein.
Ivri é conhecido em Israel não somente pela música, mas também por ser defensor dos direitos dos gays. Segundo o site "Pick up The Headphones", ele ganhou o Grammy de Melhor Artista israelense no ano passado e já remixou músicas para Lady Gaga e Kate Perry.
Yonatan é produtor e compositor e o seu trabalho também é reconhecido em Israel.
E quem participou de um dos clipes (acima) do TYP? Ninguém menos que Uriel Yecutiel (Arisa).
O vice-cônsul de Israel parece que sabe o que diz.
Para ver os vídeos, clique na primeira e/ou na última imagens e será direcionado ao canal IdG do YouTube. Lá, tem vários outros vídeos do Arisa.
Os DPNN lembraram e sugeriram uma postagem bem interessante que fizeram sobre Israel. Eu li na época e se tivesse lembrado teria 'linkado' logo: "Ser Gay em Israel."
Outra dupla que veio de Tel Aviv e exerce um ótimo trabalho, o The Young Professionals (D.I.S.C.O) ou simplesmente TYP, é formada por Ivri Lider e Yonatan Goldstein.
Ivri é conhecido em Israel não somente pela música, mas também por ser defensor dos direitos dos gays. Segundo o site "Pick up The Headphones", ele ganhou o Grammy de Melhor Artista israelense no ano passado e já remixou músicas para Lady Gaga e Kate Perry.
Yonatan é produtor e compositor e o seu trabalho também é reconhecido em Israel.
E quem participou de um dos clipes (acima) do TYP? Ninguém menos que Uriel Yecutiel (Arisa).
O vice-cônsul de Israel parece que sabe o que diz.
Para ver os vídeos, clique na primeira e/ou na última imagens e será direcionado ao canal IdG do YouTube. Lá, tem vários outros vídeos do Arisa.
Os DPNN lembraram e sugeriram uma postagem bem interessante que fizeram sobre Israel. Eu li na época e se tivesse lembrado teria 'linkado' logo: "Ser Gay em Israel."
Além daquelas conhecidas normas de conduta que alguns blogueiros criam em seus blogs (intimistas e geralmente os de pequeno porte) para os leitores comentarem, como as que tenho aqui no Identidade G - não aceitar propagandas, recusar/deletar comentários ofensivos, etc e etc...- há as de foro íntimo, mais a ver com regras de etiqueta do que ética entre blogueiros. Estas não estão escritas (desconheço), mas, acredito, estão no subconsciente ou no consciente, mas não claramente reveladas.
Nunca visitei um blog, no qual contenha no campo "comentários" algo do tipo:
"Ao comentar neste blog, tenha consciência de que:
1. Se chegou aqui para comentar porque eu comentei antes em seu blog, obrigado pela gentileza. Retornarei ao seu para comentar as postagens recentes ou antigas, as quais despertarem o meu interesse.
2. Na situação descrita acima (item 1), deixarei de visitar e, claro, de comentar em seu blog caso não retorne até o meu terceiro comentário nas suas postagens. Entenderei a sua postura como simples troca de gentilezas, mas com falta de interesse em dar continuidade. Assim, automaticamente, a sua falta de interesse despertará a minha.
3. Na hipótese de o seu blog ter sido comentado por mim e você veio para checar o conteúdo deste e concluir que não comentará, nem para agradecer, fique despreocupado. Embora possa ter havido algo em seu blog que despertasse algum interesse, nada nele estimulará minha curiosidade a ponto de perder o sono para saber o que escreverá no dia seguinte. Portanto, o seu blog logo cairá no meu esquecimento.
4. Ainda que seu comentário tenha pertinência ao conteúdo da postagem, mas você o fez objetivando mera divulgação do seu blog - num gesto singelo de convidar o blogueiro a visitá-lo -, tudo bem. Visitarei o seu blog e comentarei algo igualmente apropriado e respeitante na postagem correlata. A continuidade dessa nova relação entre blogueiros dependerá da maneira pela qual ambos procederemos dali por diante. No mais, prevalecerá o disposto nos itens 1, 2 e 3.
5. Se for comentarista assíduo deste blog, mas, por alguma razão por mim desconhecida (portanto não anunciada), deixar de fazê-lo por período maior que duas semanas (razoável, né?), e desde que continue apresentando postagens normalmente em seu blog, entenderei que não mais pretende dar continuidade a nossa relação amistosa e de parceria. Neste caso, não mais o visitarei para evitar constrangimentos mútuos, ou seja, de uma parte se sentir cobrada pela ausência e a outra, em consequência, restringir a sua liberdade de comentar.
Obrigado e sinta-se à vontade para comentar."
Claro que encontramos blogs com os quais nos identificamos mais e, se a recíproca for verdadeira, a troca de comentários acaba formando ótimas amizades virtuais. Consideramos, dentre outras coisas, que aquela pessoa pensa como nós. Também acontece de encontramos em algumas postagens algo que ainda não havíamos pensado e verbalizado. Tudo isso é gancho às amizades.
Outros fatores menos objetivos também contam ao visitarmos os blogs alheios.
As pseudonormas acima são de fase anterior, quando ainda não fincamos os dedos nos blogs que gostamos (com exceção do item 5).
"A influência da Barbie nos dias de hoje é visível e sem dúvida marcante. Existem sempre comparações e citações da boneca mais vendida do mundo: costuma-se chamar alguém de Barbie por estar vestida de rosa, ou por ser loira. Isso prova que a Barbie valorizou uma linha de preocupação com a estética, beleza e ajudou a criar um padrão de beleza (...)A Barbie influenciou uma nova conduta em mulheres e crianças e criou uma nova identidade social que é perceptível em crianças, adolescentes e mulheres do mundo todo, mesmo sendo uma boneca originalmente norte-americana..."
Está faltando algo no texto acima, extraído do artigo "Barbie" do Wikipedia.
E a influência da boneca megastar na subcultura gay? Confesso que não sei a origem, mas é inegável a associação do nome à figura do homem gay musculoso, bombado e delicado na maneira de falar e de expressar. Quem já não se referiu a um gay, ou a um grupo, assim?
As crianças e alguns adultos de ambos os sexos também são fascinados pela boneca, nascida em 1959 e produzida pela Mattel Toy Doll.
Veja por exemplo o caso do André Santiago, de Cariacia/ES. Ele simplesmente fez uma edícula cor-de-rosa, símbolo da Barbie, e lá expõe sua coleção de aproximadamente 500 bonecos (leia toda a matéria no site "My Barbie Doll").
Não estou afirmando que André é homossexual, pois não há referência no artigo sobre isso, mas que a Barbie é influência também para alguns homens. Fato omitido pelo Wikipedia.
Seguindo o mesmo raciocínio, há crianças do sexo masculino que são tomadas por um sentimento de amor à primeira vista ao se depararem com a Barbie. E, se os pais permitirem, não a largam mais.
Um exemplo é o garoto Leandro (nome fictício), de quatro anos. Ele gosta tanto que sua prima lhe deu uma de presente em seu aniversário, apesar de ela mesma estranhar sua iniciativa e de se sentir incomodada a ponto de usar o site de perguntas e respostas "Yahoo!" para colher opiniões:
"Meu primo de 4 anos brinca com boneca Barbie, será ele gay ou apenas uma criança curiosa?Ele gosta de bonecas Barbie, principalmente as que vem com cauda de sereia porque ele pode jogar na piscina e brincar com seu tubarão gigante. As vezes fico olhando pra ele e me perguntando se ele vai ser gay ou se é apenas uma forma dele brincar. Nunca julguei ele. Inclusive, no dia das crianças eu comprei uma Barbie sereia para ele. Mas eu acho isso meio estranho...o que vcs acham?"
Enquanto a preocupação da moça é o seu priminho brincar com bonecas, o encanto de Leandro é com a Barbie. Provavelmente ele foi apresentado à loira por alguma amiguinha, pois, pela reação da prima, conforme lemos acima, ele não deve ter ganhado de presente dos pais. Então, por que ele se apaixonou exatamente pela Barbie dentre as outras possíveis bonecas que sua amiguinha deve ter mostrado?
Já o superstar Ken Sean Carson (1961), o suposto namorado da Barbie, é outra história. Gente, o Ken é uma barbie!
Quando surgiu na versão Ernie Magic Ken, 1993, acho que ele quis assumir, mas seus empresários não permiitiram. De camiseta transparente e colete em tons violeta, cabelos loiros, brinco na orelha esquerda e colar, o Ken nunca foi tão gay.
O boneco foi um dos precursores do casamento gay. Pelo menos os gays juram que ele foi casado com Allan Sherwood (acima), lançado em 1964 como o seu melhor amigo.
O casamento não durou muito tempo porque Ken se apaixonou por Brad em 1968 (foto acima), o namorado de Christie, amiga da Barbie e o primeiro boneco de origem afro-americana.
![]() |
| Flagra de Ken e Brad. |
Em 2004, pela primeira vez, foi anunciada pela Mattel o fim do romance entre Barbie e Ken. O vice-presidente de marketing da Mattel, Russel Arons, ainda provocou ao comentar que a separação pode ter sido parcialmente devido à relutância de Ken em se casar. Dois anos após, em 2006, houve uma tentativa de reatamento do casal, mas não deu certo.
Pelo que se tem notícia, Ken hoje está solteiro e nem a parceria comercial de tantos anos com a Barbie, a qual permaneceu mesmo após a separação oficial do casal, foi mantida. Este ano, ele surgiu na versão japa.
Japan Ken foi o primeiro lançamento oficial que o incluiu na lista de coleção mundial de bonecos. Até então, Ken fazia parte da linha Barbie Collection.
Japan Ken foi o primeiro lançamento oficial que o incluiu na lista de coleção mundial de bonecos. Até então, Ken fazia parte da linha Barbie Collection.
| Cena do filme "Garotos de Programa de Berlim", incluído na repescagem. |
Conforme informado na última semana aqui no Identidade G, o Festival de Cinema do Rio acabou na última terça-feira, 18 de outubro. O legal é que não acabou.
Quem não conseguiu conferir todos os filmes que gostaria por causa da dificuldade para comprar alguns ingressos (*) ou aqueles que simplesmente não viram porque não souberam do evento, ou não tiveram tempo, terão a última chance para assistir os melhores filmes que fizeram parte da programação. Logo, não são todos, mas ainda muitos.
| Cene de "Como me Tornei Chaz". |
A repescagem começou ontem ontem, quinta-feira, 20, e vai até 27 de outubro nos cinemas Odeon Petrobrás (Cinelândia, Centro do Rio) e Estação Sesc Botafogo. Preço do ingresso: R$ 16,00.
Confira toda a programação aqui (site do Grupo Estação).
O site IMDB tem uma página com o resumo (inglês e português) de muitos dos filmes do Festival (primeira etapa). É bom guardar para consultá-la e baixar bons filmes no futuro (aqui).
_________________________________________________
Com relação aos erros e acertos na organização do primeiro período do Festival do Rio, leia a matéria do Jornal do Brasil.
Obs: a postagem da coluna Hinus'Gay será a próxima.
[para ler a primeira parte, clique aqui]
A segunda ocorrência foi mais introspectiva, conforme citei na primeira parte.
Em razão da experiência inusitada naquele almoço, refleti mais sobre homossexualidade o resto do dia.
O que mais me espantou foi declarar, sem a menor necessidade e de forma descontraída, a minha orientação sexual como se falasse para um flamenguista que sou vascaíno.
As poucas vezes que abri minha vida sexual para pessoas sem interesses sexuais envolvidos foi porque a ocasião pedia. Alguém insistia em pegar mulher ou eu sentia jogos irônicos, enfim, situações nas quais, hoje em dia, prefiro revelar logo.
Aquele dia e naquele momento, não. A minha sexualidade não era interesse de ninguém. Só houve o meu, de descobrir a reação de alguém comum, num dia de trabalho normal, vivendo o seu cotidiano. Desnecessário? Foi sim. Mas também foi inédito e irresistível à minha curiosidade. Não envolvia expectativas sexuais e, por isso, estava livre para me concentrar nos detalhes que sucederiam.
A narração da outra postagem foi totalmente fiel aos meus olhos, mas propositalmente enfatizei o comportamento do Álvaro que, na minha opinião e apesar dele, até que levou numa "boa" se o compararmos ao padrão de homem heterossexualmente comum.
Alguns de vocês não concordam. Pelo que li nos comentários, entendi que julgaram o Álvaro intolerante ou que, pelo menos, ele poderia demonstrar mais educação (me corrijam se interpretei mal).
Aquela reação, a meu ver, foi porque invadi a sua rotina semanal onde não há pessoas que, em alto e bom som, se declaram gays após um gole de refrigerante à mesa de um restaurante comum, às 14 h de uma segunda-feira.
Aposto que se a Carlota e eu o encontrássemos numa boate às 2 da madruga, e durante a nossa conversa eu me declarasse gay, ele até desenvolveria o papo.
O gay não está ainda na cultura "mainstream". O fato de o Álvaro olhar para trás e conferir todas as bundas femininas que por nós cruzavam, após sairmos do restaurante, não me deixou à vontade pra fazer o mesmo a cada gostoso que passasse, mesmo - ou principalmente - depois de ter revelado pra ele que eu gostava de "pi-rok".
Agora irei mais longe e sairei um tanto da experiência particular.
Mesmo numa cidade cosmopolita como o Rio, num bairro balneário como Copacabana, a massa, o povo, quando sai pra trabalhar numa segunda-feira pela manhã, ao parar na padaria da esquina para tomar uma vitamina ou um café, não está condicionado/preparado para cena e conversa entre namorados ou amigos gays. Se for um homem ou uma mulher heterossexual de bom senso, ou ambos, poderão levar na boa, mas prestarão atenção ao fato mais do que se a cena e/ou conversa fossem protagonizadas por heterossexuais. Certamente exporiam o fato ao primeiro conhecido que encontrassem pela frente.
Perceba que relatei fatos e não "prejulgay". Nem sou condescendente com a forma pela qual a sociedade ainda encara a homossexualidade. Muito precisa ser mudado, mas a nossa educação não permite.
O Álvaro, a Carlota, você e eu não fomos preparados na escola nem academicamente para respeitar as diferenças. Sequer o Joãozinho, de 10 anos de idade, aprende isso na escola em pleno 2011 (os parlamentares não deixam).
Joãozinho, ao se tornar um homem heterossexual, poderá levar mais na boa do que o Álvaro porque a vida evolui mesmo quando há pessoas que tentam impedi-la, mas também poderá ser pior se se tornar um homofóbico. Ao olhar para uma gostosa, declarar que adora 'busketa' e ouvir o Pedro, ao seu lado, dizer que prefere 'piroska', qual será a reação dele em 2022? Ainda contaremos com a sorte ou com a escola da vida?
O gay está muito desprotegido nesse País e muito vulnerável a diferentes reações populares.
O Estado (mesmo laico) e a maioria dos pais em casa são religiosos e com pouca educação; prestam mais atenção ao sermão do pastor evangélico do que ao bom senso.
Somos um País machista, preconceituoso e sexualidade na escola é o mesmo que ensinar crianças a fazerem sexo, pensam eles (os parlamentares).
Somos um País machista, preconceituoso e sexualidade na escola é o mesmo que ensinar crianças a fazerem sexo, pensam eles (os parlamentares).
E isso é o que penso.
Quando recebi por e-mail achei a montagem impressionantemente bem feita. Só que a mensagem informava que o dueto seria com Elvis Presely (in memoriam) e a sua filha, Lisa Marie Presley, 43.
Não é. Elas até que se parecem, porém trata-se da cantora e compositora pop-country (ou country-pop), a americana Martina McBride, 45.
Sacolas criativas 2 - flash slideshow maker
Atenção leitores da Coluna "Papo de Mãe": A mãe da Cassia está com problemas de saúde e internada. Portanto, a postagem dessa semana não será publicada.
Vamos torcer e rezar para a recuperação de sua mãe, Cássia.
Grande beijo..
Não é. Elas até que se parecem, porém trata-se da cantora e compositora pop-country (ou country-pop), a americana Martina McBride, 45.Embora o vídeo seja de 2008, portanto não é novidade, resolvi trazê-lo para você ver ou rever. Vale a pena e já nos prepara para o espírito do Natal, pois que a canção é "Blue Christmas".
O comércio parece que antecipa os enfeites natalinos a cada ano. Você já reparou nos supermercados e em algumas lojas? Incrível.
O comércio parece que antecipa os enfeites natalinos a cada ano. Você já reparou nos supermercados e em algumas lojas? Incrível.
E o Natal acontece no mês mais caro/dispendioso do calendário. Algumas pessoas gastam mais no mês de dezembro do que o ano inteiro: viagens de férias, roupas novas, troca de carro, 13º salário para quitar algumas despesas pendentes, presentes e mais presentes. Se for o seu caso, pelo menos no quesito presentes, que tal fazer as compras no estilo? Olhe bem para as sacolas de compra abaixo. Originalidade a toda prova. Bacanas, charmosas e divertidas. Se joguem os que gostam de chamar atenção!
Ah, para assistir ao vídeo do Elvis/Martina, clique na primeira imagem acima.
Ah, para assistir ao vídeo do Elvis/Martina, clique na primeira imagem acima.
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Atenção leitores da Coluna "Papo de Mãe": A mãe da Cassia está com problemas de saúde e internada. Portanto, a postagem dessa semana não será publicada.
Vamos torcer e rezar para a recuperação de sua mãe, Cássia.
Grande beijo..
Ontem, ao longo do dia, duas ocorrências me fizeram refletir sobre a posição social do homossexual assumido. Uma delas aconteceu durante e após o almoço com a amiga, Carlota.
Fui visitá-la no final de seu expediente e ela me convidou para um almoço com seu amigo e colega de trabalho que eu mal conhecia. Aceitei.
Então, estávamos num bate-papo híbrido entre trabalho e banalidades quando ela afirmou: eu gosto mesmo é de 'pi-rok'. Apesar do eco vulgar, não é o caso quando se trata de Carlota, uma brincalhona e expansiva.
Não foi assim do nada. Não lembro bem, mas a afirmação tinha a ver com o que conversávamos, e não era sobre homens, pois o seu amigo era o típico heterossexual bem resolvido, casado - mas algo nele transparecia aquele ar de orgulho hétero.
Automaticamente, veio à mente emendar algo, mas, por alguns segundos, pensei no cara ali na frente; se pegaria mal; se não entenderia, enfim, os estigmas que carrego devido aos tantos anos de autorrepressão gay me bloquearam de pronto. Bastaram dois segundos, no entanto, para concluir que deveria me conceder tal direito, mesmo correndo o risco de ser mal interpretado. Mandei um singelo "eu também"..
Foi irresistível testar a (in)tolerância daquele homem heterossexualmente comum e, ato contínuo, olhei para minha minha e perguntei com cara de quem deixou escapar algo que não devia:
- Tudo bem?
- Sim, relaxa, o Álvaro é tranquilo. Não é, Álvaro?
- Sim, claro (visivelmente desconcertado e franzindo a testa).
Ato contínuo, Carlota mudou o rumo da prosa. A partir de então, o clima não foi o mesmo, por mais que o Álvaro quisesse disfarçar.
Na caminhada, após o restaurante, chovia e a água parecia desfazer o disfarce de Álvaro.
Somente a Carlota estava com guarda-chuva e aproximei para me proteger. Ela, de novo, soltou uma frase que atiçou meu ímpeto gay:
- Vem pra cá, Álvaro, cabe mais um! Vou ficar entre dois homens. Que maravilha!
Você pode imaginar, fácil, no que pensei em falar. Sim, algo meio pejorativo, mas igualmente irresistível. Contudo, dessa vez, me contive.
O "vem pra cá' da Carlota foi porque o cara estava, sem exagero algum, a dois metros de distância da gente. Bem diferente da maneira pela qual nós três andávamos quando fomos ao restaurante, lado a lado.
Circunspecto, ele se manteve distante durante todo o trajeto e virava a cabeça somente quando cruzava por nós alguma "gostosa'. Ele passou a fazer isso várias vezes até o ponto onde seguiu o seu destino.
Ficou claro pra mim que Álvaro, como tantos caras heterossexuais que são pegos de surpresa em situações parecidas, têm medo, vergonha ou pavor de serem igualados aos supostamente vistos ou conhecidos como gays, boiolas, viados, homossexuais ou sei lá quais palavras foram pensadas por ele enquanto andava distante da gente.
Estávamos aqui em Copacabana mesmo, perto do trabalho deles e de onde Carlota e eu moramos. Provavelmente, ele deve ter associado isso à possibilidade de algumas pessoas na rua me conhecerem, serem vizinhas ou amigas. Elas poderiam pensar que seríamos ambos gays ou, no mínimo, ele seria o meu macho. Ele é negro, alto, forte, tem uns 30 anos de idade e não, não despertou qualquer atração física de minha parte.
Exatamente aqui seria o gancho para escrever a segunda ocorrência de ontem - essa foi mais introspectiva - e o desfecho da autoanálise sobre o gay diante da massa; do público em geral. Entretanto, a postagem ficaria muuuito extensa e você nem começaria a ler.
Considero boa a ideia de dividirmos o tema e a discussão em duas partes e saber sua opinião sobre essa, a primeira.
[próxima postagem, clique aqui]
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Quem 'twitou' durante o último final de semana deve ter notado nos Trending Topics, a hashtag "David Guetta Morreu". Isso mostrou que não há meio-termo na arte de Guetta (ou no artista): há os que, como eu, adoramos ou os que odeiam. Sem entrar no mérito do porquê, fato é que o Twitter vem se tornando um cemitério virtual e mata mais do que doenças coronárias. Qualquer dia desses vai mesmo matar um. De susto!
Ao contrário do boato, David Guetta está bem vivo e dá aula de vida em seu mais recente trabalho: Without You (Sem Você) em parceria com o cantor Usher (acima). O nome correto é David Guetta Feat Usher como se tornou tradição nos vídeos do YouTube.
O clipe é a cara de David, mas há algo mais. Mesmo os mais pessimistas são acometidos de súbita vontade de curtir a vida e conhecer o que há de melhor no mundo, incluindo o Brasil que é bastante mostrado.
Inspirado no Pangaea, o vídeo exibe os continentes se unindo e vibrando numa 'rave' universal.
Inspirado no Pangaea, o vídeo exibe os continentes se unindo e vibrando numa 'rave' universal.
Pangaea é aquela velha teoria de deriva continental; de que havia um só supercontinente no mundo há 250 milhões de anos. Quem já não pensou nisso ao estudar o mapa-mundi?
Confira. Basta clicar em qualquer imagem.
Olá!
Como você deve ter percebido o Identidade G mudou (de novo!).
Escolhi este modelo porque é mais simples do que o anterior - tem menos informações - e por ser do mesmo autor do antigo. Me acostumei ao seu sistema simples de trabalho.
Desta vez, a postagens recentes estão espalhadas por todo o lado do blog (no menu, na coluna do lado direito e no slidershow) sem prejuízo das colunas centrais que possibilitam o leitor checar as mais antigas sem que saiam da página principal. Há ajustes pra fazer, como as guias do menu, listas de blogs, dos seguidores e etc. Com calma, chegaremos lá.
Espero que goste. E comente!
[confira a postagem anterior deste Especial, aqui]
Feito o esclarecimento acima, vamos aos "Bears" que são o assunto principal aqui.
Algo muito comentado durante o Especial é a masculinidade sobressalente dos homens-ursos. Alguns de vocês deram destaque à aparente virilidade deles, à viripotência. Visto por esse ângulo, eles devem despertar muitas curiosidades e fantasias alheias. Mais até do que um belo exemplo de homem sem tais características. Digo isso imaginando que as mulheres também devem fazer parte do universo de admiradores. A maioria delas gosta disso.
Nunca me relacionei com um típico ursão. Não poderia, portanto, descrever aqui um exemplo que ratificaria ou contradiria tal afirmação. Entretanto, você bem poderia narrar a sua experiência, hem?
Por enquanto, retrato com as imagens aqui espalhadas o que penso do típico ursão em pleno ato.
Me corrijam se algo estiver errado.
Calma, calma! Exagerei. Também penso em ursos mais calmos, assim:
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| Se + 18, veja o original, aqui. |














































