O legendário Morrissey esteve essa semana no programa americano Conan para apresentar o seu ainda não lançado 'single' People Are The Same Everywhere. A música é ótima e desde junho já está no YouTube, mas nada ainda sobre o lançamento do álbum. Tá demorando d+...
Em contrapartida, vale muito a pena ver o estiloso Morrissey ao vivo com sua inconfundível [única] identidade vocal. Confira no primeiro vídeo mais abaixo.
O segundo vídeo é da Amy Winehouse. Uma grata surpresa quando dei conta de que se trata do clássico "Garota de Ipanema", de Vinicius de Moraes e Tom Jobim (1962). Ficou muito show na voz da Amy.
Ser famoso tem dessas coisas, né? Se for gay assumido então...
Enquanto isso, GM vem se recuperando a cada dia ao lado do namorado, o cabeleireiro bonitão das celebridades, Fadi Fawaz, 38 anos, mas o cantor teve de cancelar os shows da turnê mundial pelos próximos meses, segundo notícias da internet.
Veja mais fotos de Fadi no período em que esteve acompanhando GM no hospital e outras mais antigas (clique para ampliá-las).
Um sujeito chamado Keith, que se diz uma organização religiosa, a Cristãos Por Uma América Moral, da qual ninguém havia ouvido falar, talvez nem mesmo os americanos, vem conseguindo destaque e fama porque pediu ao seu parco número de seguidores do "Twitter" que rezassem pela morte de George Michael ("GM"), 48. O cantor foi internado semana passada em Viena por causa de uma forte pneumonia.
Fui checar anteontem o perfil da pessoa, ou do "grupo", e havia em torno de 300 seguidores. Agora, até o momento da publicação desta postagem, são quase 900. Contudo, parece que está diminuindo e, segundo mensagens em seu Twitter, Facebook e no blog, seria por causa da perseguição das redes sociais e de supostos "homossexuais terroristas".
Pode isso? Mais um que, tal qual aquele nosso deputado, consegue fama atacando os gays.
Quem sabe agora ele conseguirá criar uma igreja e se tornar o Malafaia americano.
Confira o que ele escreveu na rede social que está correndo o mundo:
Enquanto isso, GM vem se recuperando a cada dia ao lado do namorado, o cabeleireiro bonitão das celebridades, Fadi Fawaz, 38 anos, mas o cantor teve de cancelar os shows da turnê mundial pelos próximos meses, segundo notícias da internet.
Veja mais fotos de Fadi no período em que esteve acompanhando GM no hospital e outras mais antigas (clique para ampliá-las).
Aguinaldo Silva tá puto da vida e descarregando sua ira contra os ativistas e os politicamente corretos em seu 'twitter'.
Como não sou nenhuma coisa nem outra - pelo menos não me julgo assim - e esse espaço é livre para opiniões, também vou escrever o que acho.
Não sou ativista, mas também não sou contra o ativismo. Pelo contrário. Não acredito que os gays teriam conseguido 1/3 dos direitos não fossem os ativistas. É claro que houve, há e haverá excessos e erros, mas e daí? O importante é se fazer presente e buscar o que ninguém faz pelos outros, por nós.
Antes de os gays começarem a obter os mais comezinhos dos direitos, quem eram as pessoas que mostravam as caras em passeatas e lutavam em vários setores para obtê-los? Hoje, os direitos batem em nossas portas sem a contribuição da maioria dos gays. E alguns acreditam que tais direitos se fizerem sozinhos.
Assumo o 'mea culpa'. Nunca participei de causa difusa em prol da comunidade gay ou procurei a justiça para reclamar de discriminação. Sequer tirei satisfação com desconhecidos na rua por discriminarem pessoas por causa da homossexualidade escancarada - com conhecidos muitas vezes intervi, mas isso é fácil.
Em contrapartida, me calo com relação aos ativistas por respeito a sua coragem e desbravamento. E, principalmente, agradeço porque hoje os gays fazem parte da família brasileira. Até maio deste ano, a família era uma instituição constitucionalmente fechada aos gays. Assim interpretavam os nossos juízes.
É fácil criticar de longe, do computador de casa, escondido e protegido.
Acertos? Nunca vejo jornais, sites ou tevê ressaltando o trabalho dos ativistas por trás das conquistas. Mas percebo muitos políticos, juristas, empresas e pessoas que porventura deram o empurrão final (ou não), logrando todos os êxitos.
Por outro lado, as críticas negativas estão por todo lado. São taxados de chatos, de politicamente corretos, de interesseiros e sei lá mais o quê. Lembre-se de que há oportunistas em qualquer comunidade, grupo, setor, profissão e até entre os ativistas, mas são sempre minoria.
Entretanto, isso não lhes dá o direito de voz pela grande maioria, talentosa ou não, que não conseguiu o mesmo espaço que eles porque sofre/sofreu discriminação e não tem/teve o mesmo jogo de cintura para reverter o quadro e/ou muito menos encontra um braço estendido para puxá-la pra cima.
Aguinaldo Silva se concede outro luxo, além dos que já tem, de correr ao twitter quando um ativista pisa em seu calo, ou melhor, no calo do Crô, a sua bichinha quá-quá como ele mesmo a chama no roteiro de sua novela. E pra quê? Pra declarar que os ativistas são "detestáveis" porque assumem postura de coitadinhos: por favor, nos amem, nós somos coitadinhos. Ah, fala sério, ô viado!, teria desdenhado o fina estampa na rede social.
O conteúdo do twitter do novelista Aguinaldo Silva foi obtido no site "O Reporter".
Que existe, existe. Assim como há também mulheres, homens e gays sujos e baratos.
Mas, Aguinaldo Silva, um novelista experiente e bem-sucedido, poderia ter passado essa, né? Ele ainda deu tratamento masculino às travesti. Elas gostam de ser tratadas no feminino, Aguinaldo. Aprenda.
Numa cena da novela Fina Estampa, a personagem Marcela (Suzana Pires), a piriguete e pivô da separação do casal Paulo (Dan Stulbach) e Esther (Julia Lemertz), se irrita com a gravidez desta, vai tirar satisfação e tentar provocar um aborto. A fina e educada Esther desce do salto e manda ver:
Você gosta de quiabo? É que tem gente que gosta de quiabo e tem gente que gosta de dormir com travesti. Porque foi isso que o Paulo foi procurar na rua [oi?], um travesti vagabundo e barato..
Assista:
A não ser que Paulo realmente transe com travestis vagabundas e baratas como disse Esther e uma delas aparecerá nos próximos capítulos da novela, não há o menor sentido a provocação. Ou então é o próprio Aguinaldo quem odeia. Ele pode ter um desafeto pessoal, né?
Por enquanto, nada foi dito se Marcela era travesti (ela morrerá hoje) e, mesmo assim, sobrou para a classe. E que classe sofrida, né não? Apanha de todo lado.
Será que vai rolar processo?
Vamos perguntar para Carol Cuiabá. Lembra dela?
Vamos perguntar para Carol Cuiabá. Lembra dela?
Ela surgiu ao grande público pela primeira vez com 6 anos de idade no programa 20/20 apresentado por Barbara Walters em 2007. Junto com ela, estavam Riley Grant (ex-Richard), de 11 anos, e Jeremy (ex-Rebecca), de 17. Os três são americanos e foram diagnosticados com transtorno de identidade de gênero. Para ver ou rever os três blocos legendados da matéria Meu Eu Secreto, clique aqui.
Jess agora é Jazz, uma linda garota de 11 anos, aparentemente feliz e ansiosa pelo resultado da estreia de seu documentário produzido pela famosa apresentadora Oprah que atualmente trabalha para a própria rede de televisão Oprah's TV Network - OWN.
Jess agora é Jazz, uma linda garota de 11 anos, aparentemente feliz e ansiosa pelo resultado da estreia de seu documentário produzido pela famosa apresentadora Oprah que atualmente trabalha para a própria rede de televisão Oprah's TV Network - OWN.
Gostaria de ter escrito essa postagem abordando os três, mas não foi possível encontrar informações atuais sobre Riley e Jeremy. Como estão hoje aos 15 e 21 anos, respectivamente? Seria interessante sabermos por exemplo se realizaram o tratamento hormonal e a suposta cirurgia de adequação do sexo à mente. Jeremy, quando apareceu no 20/20, já tomava hormônios. Contudo, Riley, aos 11, estava assustada com a aproximação da puberdade. Com ela, viriam o desenvolvimento da testosterona que possivelmente a deixaria com pelos na face e no resto do corpo e a voz grossa. Ambos podem ter preferido seguir as vidas longe dos holofotes.
Quem hoje passa pelo mesmo problema que Riley viveu há quatro anos é Jazz.
O documentário estreou ontem, 27/11/2011, se chama I Am Jazz: A Family In Transition (Eu sou Jazz: Uma Família em Transição), fala sobre isso e os demais problemas da família Jennings - os três irmãos e os pais - que lida hoje com a transexualidade, a possibilidade da terapia hormonal e o bloqueio da puberdade de Jazz.
Outro documentário estreou logo antes de I Am Jazz, também pela OWN. Trata-se de Being Chaz (Sendo Chaz), a segunda parte do premiado Becoming Chaz (Tornando-se Chaz). O primeiro narrou e exibiu o processo de transformação de Chaz Bono, o filho da cantora Cher. Neste, Bono segue a vida em frente como homem e até exibirá a cena em que pede a namorada, Jannifer Elia, em casamento (foto acima)
Jazz se diz grande fã de Chaz Bono: Fiquei chocada ao vê-lo pessoalmente. Ele é um dos meus maiores heróis, confessou Jazz na entrevista ao Advocate após ter recentemente conhecido pessoalmente Chaz no programa americano Rosie Show (clique aqui para assisti-lo em inglês).
Quanto ao documentário, Jazz declarou:
Definitivamente estou animada para compartilhar a minha história, pois quero ajudar outros transgêneros a serem fiéis consigo mesmos. Um monte de crianças transexuais não têm o apoio da família como eu, e eu quero compartilhar isso para mostrá-las que é certo sair de suas sombras e contarem para seus pais como eles realmente se sentem por dentro. Então, estou feliz de mostrar a minha vida para outras crianças e dizer-lhes que ainda podem ser amadas sendo transexuais e amarem a si próprias também.
Como foi colocado antes, os gays, macroeconomicamente falando, são um público visado por diversos setores do mercado. Mas, aquelas características que os fazem tão atraentes ao consumo, não os tornam alienados e/ou ingênuos. Aliás, se tem uma palavra que define bem os gays é a sagacidade.
A grande maioria aprendeu na escola da vida, principalmente na fase inicial da adolescência, o que é ser usado e/ou rejeitado. Daí surge aquele radar apurado nos gays.
O 'gaydar', que detecta colegas no armário, serve também para o oportunismo.
Mas, vamos com calma.
Há pessoas físicas e jurídicas importantes em suas respectivas áreas que respeitam os consumidores LGBT.
Um exemplo, que foge um pouco à regra porque não tem interesses comerciais diretamente envolvidos em sua carreira, é o jogador e astro de rugby, Ben Cohen, 31 anos. A sua história você pode conferir nessa postagem (
).
). No topo da lista, destacaria a Lady Gaga.
Sabemos que a cantora vai além de reconhecer e agradecer o mérito da comunidade gay em sua carreira, como faz Madonna. Esta, em qualquer entrevista, sempre cita os gays como fundamentais ao seu sucesso.
Gaga vai mais longe. Além de homens dotados, física e intelectualmente (fonte: The Sun), ela curte os gays e atuar nas causas e nos direitos deles.
O exemplo mais recente foi o vídeo que fez especialmente para o estudante canadense, de 17 anos, Jacques St. Pierre. O garoto sofria perseguições na escola e decidiu organizar uma assembléia com o tema "antibullying". Após contactar algumas celebridades pedindo apoio, foi surpreendido com o e-mail-resposta: "Para: Jacques/De: Lady Gaga". O conteúdo era um link para o tal vídeo (fonte: Portugal Gay).
Alô, Jacques St. Pierre, aqui é Lady Gaga.Eu só queria dizer como estou orgulhosa de você por ser este forte defensor da comunidade LGBT na sua escola. Deveria haver mais monstrinhos como você.O meu pai sempre guarda todas as cartas que recebo dos fãs. Li a sua bem recentemente e queria enviar este vídeo em meu nome, em nome da minha equipe e de todos os monstrinhos do mundo. É importante que expandamos as fronteiras do amor e da aceitação...
Você citaria outros profissionais, pessoas físicas, heterossexuais ativistas de causas LGBT? Quais? Cher, talvez?
Na terceira postagem da coluna, falaremos sobre pessoas jurídicas.
Até lá e bom dia para todos.
Diante de algo tão sensível, bonito e bem feito como este anúncio australiano, cheguei a pensar em retirar a expressão 'casamento gay' do título da postagem.
Algumas pessoas consideram a junção das palavras "casamento" e "gay" um retrocesso porque podemos passar a impressão contrária da que queremos, ou seja, algo do tipo brincar com coisa séria.
Há algum tempo, evitei usá-la por causa da origem/significado da palavra 'gay' (inglesa/alegre) e achei esquisito pensar em "casamento alegre". Entretanto, a palavra já incorporou aos homossexuais e é mais do que o seu sentido literal. Eu sou gay, me sinto gay. Até mais do que homossexual, se é que me entende. Logo, por que não ter um casamento gay?
Esse blá-blá-blá todo é culpa do anúncio que é lindo demais e mexeu comigo. Só faltou o beijo - sempre acho que falta beijo nas coisas, né?
Só para esclarecer, ele foi elaborado por causa das recentes pesquisas na Austrália que apontam quase dois terços dos eleitores apoiando o casamento gay, mas o primeiro-ministro é contrário à legalização.
Pronto, agora assista.
Há quem compare o estilo excêntrico de Björk ao da Lady Gaga para desespero dos fãs da primeira.
É só assistir ao clipe Moon, do álbum Biophilia, de Björk (
), e entenderá o motivo. Só a mega peruca já é show à parte.
), e entenderá o motivo. Só a mega peruca já é show à parte.
Que Gaga o quê. A Björk está a cara é da brasileiríssima e multitalentosa Elza Soares.
Confira nos vídeos das apresentações de Björk, em 21/11/2011, cantando Crystalline no Late with Jools Holland (
) e de nossa querida - super em forma com seus mais de 70 anos - Elza Soares com o Trio do Jazz, 2009 em São Paulo (
).
A moda é engraçada, né? Repare no modelito do vestido da Elza no vídeo logo acima ou na foto abaixo (com franjas que voltaram à moda). Muito parecido com o que ela usou em 1965.
Clique na imagem da esquerda para ver o vídeo.
) e de nossa querida - super em forma com seus mais de 70 anos - Elza Soares com o Trio do Jazz, 2009 em São Paulo (
).A moda é engraçada, né? Repare no modelito do vestido da Elza no vídeo logo acima ou na foto abaixo (com franjas que voltaram à moda). Muito parecido com o que ela usou em 1965.
Clique na imagem da esquerda para ver o vídeo.
Como sempre, países desenvolvidos e sérios precisam realizar trabalhos de responsabilidade social para que os nem tão sérios assim, como o Brasil, possam, após uma década de atraso mais ou menos, copiarem e aplicarem.
Canadá é o primeiro País norte-americano a financiar uma cadeira de pesquisa dedicada ao estudo da homofobia.
A pesquisa realizada pela Université de Quebéc, em Montréal, espera quantificar os efeitos da homofobia na comunidade LGBT e informar o debate público à justiça e à policia.
O governo do Quebéc doou 475 mil dólares canadenses (CAD), cerca de 452 mil dólares americanos ou 863 mil reais (conversão de hoje), para o programa universitário de língua francesa, lançado em uma cerimônia presenciada por Jean Charest, o premier de Quebec (o penúltimo na foto acima).
O Ministro da Justiça, Jean-Marc Fournier (o último na foto), veja só, compareceu em pessoa. O seu ministério se responsabiliza pela luta contra a homofobia e ele disse à imprensa canadense: As estatísticas mais recentes pintam um quadro alarmante. As pessoas homossexuais têm quase três vezes mais probabilidade de se tornarem vítimas de crime violento do que os heterossexuais. (os grifos são meus, tá?)
O anúncio foi feito no "Écomusée du Fier Monde", em Montréal, num encontro que reuniu pessoas LGBT, pesquisadores, acadêmicos e representantes do governo. Todos envolvidos na luta contra a homofobia.
Line Chamberland, professora do departamento de sexologia da universidade (foto), primeira a assumir o cargo, disse: Alguns prestadores de serviços poderão dizer que não existem gays ou lésbicas aqui. Temos documentos que comprovam que eles estão e que enfrentam problemas. Quanto melhor você entender o efeito da homofobia, melhor será para convencer as pessoas.
Confesso a vocês que fico um pouco mais confortável por saber que ainda restam políticos e países íntegros nesse mundo. Não é somente porque o tema da pesquisa é a homofobia. O Canadá é um País muito sério. Quem acompanha o blog sabe que morei um tempo lá.
Essa matéria foi encontrada no site PinkNews.
E há homens que apreciam muito a Sua criação.
Confiram a nova edição "Made in Brazil", do "models.com". Foto incríveis dos top models masculinos e o vídeo pra lá de sensual com os gêmeos Marcio e Marco Patriota (clique nas imagens para ampliar).
Made in Brazil #4 - The twins from models.com on Vimeo.
Direto de São Paulo, a 19ª edição do Festival Mix Brasil começa hoje no Rio de Janeiro e vai até o dia 1º de dezembro. Muitos eventos prometem preencher a agenda de quem curte agito na balada e no cinema.
A estreia será às 21 h, no Estação Sesc Botafogo com o filme "Tomboy". Está prevista a exibição de 145 fime (53 longas e 72 curtas) nas sete salas da cidade ao longo dos oito dias do festival.
E quem for à abertura do festival poderá conhecer o gostoso François Sagat, ator que estaria, segundo dizem, abandonando o 'underground' pornô-gay e entrando com tudo (oi?) no "meanstream", inclusive em campanhas publicitárias voltadas supostamente ao público hétero. Além de hoje, ele teria confirmado presença em todas as sessões nas quais serão passadas o seu recente filme, o documentário "Sagat", dos diretores franceses Pascal Roche e Jérôme M. de Oliveira, o qual fala e mostra a nova fase do ator.
François Sagat, que adora estar solteiro e detesta festas gays, conforme andei lendo em alguns sites hoje, esteve recentemente no Museum of Art&Design, em NYC, para uma palestra na mostra de "François Sagat: The Leading Man". Ao Brasil já veio antes para divulgação de outros filmes, como "Homem no Banho", de Cristophe Honoré, mas esta é a sua primeira vez no Rio de Janeiro.
O site do Mix Brasil divulga toda a programação, inclusive as festas. Nas sessões do filme sobre o Sagat, o site incluiu também, uma seguida da outra, a retrospectiva de clipes do projeto Arisa, de Tel Aviv, cuja atração principal é a dupla carismática formada por Uriel Yecutiel e Eliad Cohen (mais sobre Arisa aqui e aqui). Os dias e horários são: 25/11 (sexta-feira), às 21:30 h, e 27/11 (domingo), às 17:30h.
Pegador e gay é melhor ainda!
Você pode já ter visto, pois está bombando na internet a entrevista para a revista QUEM na qual Caio Castro teria dito o que você leu no título acima. Ele já pediu desculpas aos gays em outra matéria da mesma revista e, através da twitcam, em seu perfil do Twitter, ele desabafou e "esclareceu":
Estão me bombardeando...
Não tenho preconceito algum com quem é homossexual. Qualquer tipo de preconceito é um atraso..
Ficou maldosa. Ficou uma sensação de preconceito ao público gay...
Muitas vezes não é posto o que a gente realmente fala, sempre sai coisa errada e muitas vezes pode acabar nos prejudicando...
"Muitas vezes"; "a gente fala"; "sempre sai", "nos prejudicando"?
Generalista demais. Teria sido mais convincente se afirmasse: Não foi posto o que EU realmente falei. Saiu tudo errado e isso me prejudicou...". Aí, ele teria que se confrontar com a jornalista.
Pergunta: ele tem cara de ingênuo ou de bobinho para não medir consequências de uma declaração tão desnecessária e infantil para uma revista de considerável prestígio?
Para um ator global que vem subindo degraus da fama a cada novela que atua - Malhação (três temporadas), Ti-Ti-Ti e, agora, a das nove, Fina Estampa... Não né?
Só resta atribuir o fato a outro fato, o de ele ter se aproveitado da brecha da jornalista para tentar arrancar pela raiz a planta que ele mesmo plantou. Ou seja, o pessoal andou comentando que Caio Castro poderia ser gay por causa das fotos divulgadas por ele, em maio deste ano, em seu Twitter (acima e abaixo)
As imagens mostram festinhas só para meninos que Caio frequenta com amigos. Aparecem seminus em uma, no colo um dos outros em outra, etc. O pessoal das redes sociais, então, levantou a bola.
Voltemos à entrevista. O ator teria declarado o seguinte:
Não acho que sou pegador. Mas vou te falar uma parada também, se você não tem fama de pegador e é solteiro, fica com fama de veado. Então, antes pegador que veado, né? Falam tanto, o povo é muito curioso.
A declaração veio logo após o seguinte comentário da jornalista Raquel Pinheiro/QUEM:
Caio tem fama de pegador e, embora não queira falar sobre o assunto, ultimamente tem sido visto com a atriz Monique Afradique...
Tudo bem que Raquel associou Monique, colega de Caio na mesma novela, a sua fama de pegador, mas quem garante que a jornalista não tinha em mente também aquelas festinhas, heim?
Ela só não teve coragem de abrir a pergunta.
Fotos: TV Multimídia.
O conservador Partido Popular ("PP") da Espanha, País cujo sistema de governo é a monarquia parlamentarista, venceu as últimas eleições com folga. O presidente do partido, Mariano Rajoy, 56 anos, comemorou a vitória com um beijo público em sua esposa, Viri (foto abaixo).
Não sei por qual razão, o tal beijo correu o mundo como símbolo da vitória de um homem apaixonado. Terá sido uma provocação aos homossexuais? Rajoy é conhecido também pelas suas declarações homofóbicas aos direitos LGBT e já esbravejou que acabará com o casamento gay ao assumir o cargo de primeiro-ministro.
Não sei por qual razão, o tal beijo correu o mundo como símbolo da vitória de um homem apaixonado. Terá sido uma provocação aos homossexuais? Rajoy é conhecido também pelas suas declarações homofóbicas aos direitos LGBT e já esbravejou que acabará com o casamento gay ao assumir o cargo de primeiro-ministro.
Paixão mesmo foi protagonizada por um casal gay que correu para trás da câmera da Al Jazeera, a maior tevê jornalística do Catar (transmissão em árabe e em inglês), e os dois tascaram-se um mega beijo na boca enquanto o jornalista da emissora comentava ao vivo a comemoração da vitória do PP direto de Calle Génova, em Madrid. Aquele, sim, foi o beijo apaixonado (foto acima e vídeo abaixo).
Que ironia, né não?
Mariano está soprando aos quatro ventos que, além de acabar com o casamento gay, pretende trazer de volta as touradas. Para ele, isso significa resgatar os princípios e tradições que foram, segundo ele, jogados fora pelo seu antecessor no governo, duas vezes eleito pelo parlamento, o socialista Jose Luis Rodriguez Zapatero, 51.
Mariano está soprando aos quatro ventos que, além de acabar com o casamento gay, pretende trazer de volta as touradas. Para ele, isso significa resgatar os princípios e tradições que foram, segundo ele, jogados fora pelo seu antecessor no governo, duas vezes eleito pelo parlamento, o socialista Jose Luis Rodriguez Zapatero, 51.
Dentre outras importantes medidas implantadas em favor das minorias, Zapatero legalizou o casamento gay na Espanha em 2005.
Outra grande ironia é o fato de que, na hora da beijoca gay, muitos países árabes estavam acompanhando a transmissão direta pela emissora Al Jazeera. Muitos deles condenam a homossexualidade, alguns até com a pena de morte, como: Arábia Saudita, Afeganistão e os Emirados Árabes.
Assista ao vídeo do beijo.
[leia antes sobre o filme "Glen ou Glenda?" que serviu de inspiração para esta postagem]
Que difícil essa coisa de gênero ou identidade sexual. Não me refiro à simplicidade da definição homem e mulher ou masculino e feminino, mas às pessoas que não se enquadram nela.
Digamos que Deus estivesse de saco cheio desse negócio de orientação sexual pra lá, identidade de gênero pra cá e convocou seus assessores para uma reunião.
- Pois bem, os chamei aqui para erradicarmos os problemas relacionados à identidade de gênero e seus reflexos. Isso tem gerado muitos entraves ao desenvolvimento espiritual das pessoas. Intolerância, discriminação e preconceito são questões que engessam a humanidade e não a levam para lugar algum. Os seres humanos já poderiam estar em grau elevado não fosse esse círculo vicioso.
Um dos assessores, sugeriu:
- Senhor, que tal permitirmos a materialização dos anjos da guarda de cada pessoa na terra para elas escolherem o sexo que quiserem. Depois de feito, o mundo continuaria como se elas já tivessem nascido com o sexo escolhido.
Embora tenha considerado a execução do projeto um tanto complexa, pois envolveria maridos, esposas e os filhos das pessoas que não aceitaram a orientação homossexual e vivem como heterossexuais, Deus gostou e achou factível [para Deus, tudo é possível].
Perguntou a opinião dos demais e um deles indagou:
- Seriam todas as pessoas independentemente de orientação sexual? Não seria melhor focar somente nos homossexuais assumidos, nos bissexuais e naqueles que vivem como heterossexuais, mas que rejeitam os desejos por pessoas do mesmo sexo?
- Deus pensou e respondeu:
- Melhor deixarmos os heterossexuais, os verdadeiros heterossexuais, de fora. Alguns poderiam tomar decisões precipitadas e o resultado causaria desequilíbrio mundial no número de homens e mulheres. As mulheres principalmente, muitas poderiam escolher ser homens.
Providenciem o mais rápido possível. Para ontem. E somente os gays, ordenou Deus.
E assim, os homossexuais, independentemente de idade e de aceitarem/assumirem sua orientação sexual, receberam visitas dos seus respectivos anjos da guarda, os quais, após comunicarem que todos teriam cinco minutos - nem um segundo a mais - e que a escolha não lhes causariam transtornos, perguntaram individualmente:
- Pense bem antes de responder, pois não tem volta. Tens direito a escolher e o atenderei. Qual gênero quer pertencer: homem ou mulher? Não poderá continuar homossexual ou viver como heterossexual reprimindo desejos por pessoas do mesmo sexo.
Cada indivíduo teve, claro, duas opções: permanecer no sexo biológico ou trocar.
Os bissexuais também não causaram maiores problemas e quase todos escolheram o sexo de nascença, pois consideraram menor a atração por pessoas do mesmo sexo e senti-la não lhes gerava conflito com o gênero biológico.
Por outro lado, os anjos da guarda de muitos gays tiveram que exercitar a paciência.
Uma bichinha após perguntada, exigiu:
- Eu quero a pele, a altura e o rosto parecidos com os da Angelina Julie e a bunda da mulher melancia.
O anjo esclareceu:
- Você continuará com o seu biotipo, querida, só que adaptado ao sexo oposto.
A bichinha bradou:
- Mas estou com cirurgia de implantação de silicone no bumbum marcada para próxima semana, oras.
O anjo pacientemente, respondeu:
- Não se preocupe, você fará. Toda sua vida continuará do mesmo jeito e tudo correrá como se tivesse nascido mulher.
Outra bicha bombada e marombeira, perguntou:
- Continuarei com meus músculos?
Sim, adaptados ao limite do corpo feminino, respondeu aquele anjo.
E assim foi com todas as bichas problemáticas: a filosófica, a cientista (que perdeu o tempo tentando arrancar do anjo alguma fórmula para revolucionar a ciência), as que se tornaram famosas por causa da homossexualidade e etc. David Brasil, por exemplo, não se conformava em continuar gaga e quase estourou o tempo e a oportunidade de se tornar mulher.
Alguns gays, especialmente os metrossexuais, que veneravam seus corpos sarados e principalmente os seus próprios órgãos sexuais, não conseguiram resolver o impasse. Pensaram em continuar homens. Como trocar algo tão lindo, maravilhoso e anatômico por uma coisa sem graça, sem forma e quase invisível, como a vagina? Por outro lado, não conseguiam imaginar sexo com mulheres, pois os homens são deliciosos demais e, como mulheres, poderiam ter todos os pintos que desejassem.
Pensaram demais e perderam a chance de mudar. Permanecerão com seus pintos apenas para a satisfação das mulheres, inclusive a das novas mulheres.
Difíceis mesmo são as cabeças. Como gostamos de complicar, né não?
O tema é o travestismo ou, em inglês, cross-dressing .
Escrito, dirigido e estrelado por Ed Wood, considerado cult hoje em dia, o drama-documentário é de 1953 e aborda o travestismo masculino e a transexualidade.
Wood, já naquela época, era cross-dresser, embora nem sempre se travestisse em público.
A atriz Dolores Fuller, que namorava Wood na vida real (ambos na foto ao lado - clique para ampliar), aceitou fazer uma participação no drama como a namorada de Glen, mas não se ateve aos detalhes do roteiro. Ao assistir ao filme na estréia, tomou conhecimento da transexualidade dele e se sentiu humilhada com a experiência (Wikipedia).Vale a pena conferir. A forma como Ed Wood trata o assunto é cuidadosa.
Um homem se suicida por não conseguir conviver numa sociedade preconceituosa que lhe impedia de viver como cross-dresser. Um policial, chocado e sem entender a razão que levaria alguém a se matar por isso, procura um médico famoso por estudar casos semelhantes. O tal médico começa a discorrer sobre acontecimentos de mais pessoas que passam pelo mesmo problema do suicida.
Por conta do papo e do filme, comecei a pensar sobre isso. Embora o Identidade G já tenha postado temas relacionados (aqui e aqui), resolvi escrever mais.
Achei melhor dividir o texto em duas partes. Esta, como leram acima é exclusivamente sobre Glen or Glenda. A segunda, que será publicada a seguir, é fruto de uma viagem interessante e divertida, mas, vou logo avisando, o texto é bem maior. Me permiti escrevê-la sem cortes porque afinal hoje é o meu 'niver'. Espero que leiam e curtam (aqui).
Vejam abaixo o trailer do filme (em inglês).
Vamos esquecer a fidelidade no campo sexual/amoroso e passemos direto ao comércio rosa.
Onde você costuma deixar o seu pink money quando ele não está guardado na sua pink conta bancária ou na sua pink poupança?
O setor do entretenimento até pouco tempo atrás era quase o único que investia escancaradamente no público GLS e quase sempre é garantia de retorno. Nele, os empresários (homo ou heterossexuais) donos de boates ou bares (de bom gosto) ganharam e continuam ganhando dinheiro. Porém, o mundo capitalista cada vez mais considera os gays como um nicho de mercado ainda muito a ser explorado.
Atualmente, várias empresas de produtos e serviços, os mais diversos e destinados a qualquer orientação sexual, destacam os gays em suas campanhas publicitárias. E por quê? Estarão abraçando a causa dos direitos gays?
Será? O certo é que estão abraçando o seu dinheiro.
O gay masculino reúne o que há de melhor, sob o ponto de vista comercial, nos homens e nas mulheres heterossexuais: o belo e moderno visual, incluindo os músculos, e aquele desejo, mais comum entre as mulheres, de atrair admiração das outras pessoas, ou seja, a vaidade.
Gays gostam do glamour, da fantasia e de elevar a autoestima. Isso tudo é o paraíso para vários setores do comércio além do entretenimento: moda, cosmético, imobiliário, academias de ginástica/musculação, turismo e etc.
Quais ou quantas empresas que investem em publicidade GLS destacariam o seu currículo e o chamaria para uma entrevista de emprego devido a sua boa e aproveitável experiência profissional mesmo que você ressaltasse nele a sua orientação sexual?
Aliás, alguma vez você você já distribuiu curriculo contendo tal informação? Ou naquele momento que o entrevistador pede para falar de si ou um pouco de sua vida pessoal, você já respondeu algo do tipo: sou uma pessoa feliz, amo um cara muito bacana, inteligente. Ele é fiel e apoia todos os meus projetos profissionais...?
Não precisa dizer que os heterossexuais não incluem a orientação sexual em seus currículos porque isso é óbvio. Eles, quando entram num emprego novo, não torcem para encontrar gays tolerantes ou não heterofóbicos.
Lioness: Hidden Treasures, o novo álbum da cantora Amy Winehouse, tem lançamento previsto para 5 de dezembro.
Logo após a sua morte, a imprensa divulgou que Amy estaria trabalhando em seu novo álbum e que já havia escrito algumas músicas inéditas. As notícias foram seguindo naquele frenesi midiático e saiu a informação de que as tais canções haviam sido furtadas. Até hoje não se sabe delas.
Segundo o tablóide inglês "The Sun", o pai de Amy, Mitch Winehouse, denunciou o furto das letras e de outros objetos da cantora, como o seu violão preferido. São suspeitos amigos próximos, familiares, seguranças e até policiais que estiveram na casa da superstar, em Londres, logo após a sua morte em 23 de julho deste ano.
Segundo o tablóide inglês "The Sun", o pai de Amy, Mitch Winehouse, denunciou o furto das letras e de outros objetos da cantora, como o seu violão preferido. São suspeitos amigos próximos, familiares, seguranças e até policiais que estiveram na casa da superstar, em Londres, logo após a sua morte em 23 de julho deste ano.
Por outro lado, os produtores da cantora, Mark Ronson e Salaam Remi, correram atrás e descobriram gravações de diferentes épocas e gravadoras. Daí surgiu o Lioness.
Like Smoke (Feat Nas) e Our Day Will Come são duas faixas desse novo álbum já disponibilizadas na internet. A primeira, gravada em 2008, e a segunda, em 2002, foram deixadas de fora do terceiro e do segundo discos de Amy, respectivamente.
Mais informações, visite o site da Fundação Amy Winehouse.
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| Foto: Galeria de Steviedorko (Flickr). |
Palavras relacionadas à orientação sexual, como "gay" e "lesbian", foram consideradas ofensivas pelo regulador de comunicações do governo paquistanês.
Por enquanto, a lista contém 1108 palavras e expressões em inglês e 587 em urdu - língua oficial. Mas não é taxativa. O governo deixou claro que poderão ser acrescidas outras quando necessário.
Não se sabe porque, mas algumas expressões ligadas à palavra "foot" (pé), como pé de atleta, "Got Jesus", "Fatso" e "K Mart" foram também vetadas. Esta última, o site Portugal Gay (fonte da postagem) atribuiu à droga quetamina ou ao 'special K'.
É uma decisão bastante retrógrada, mas é reflexo (e um passo atrás) do que acontece no continente asiático. Dos trinta países e territórios da Ásia, doze condenam a homossexualidade e punem os homossexuais. Desses, três punem apenas os homossexuais masculinos. Paquistão é um deles e a pena varia de multa a dois anos de detenção. Os outros dois são: Turquemenistão (multa a detenção de dois anos) e Uzbequistão (multa a três anos de detenção).
A Chechênia é o único que aplica a pena (única) de morte ao condenado(a) pelo 'crime' de homossexualidade (Wikipedia).
Sobre homossexualidade nos países da Europa, clique aqui.
Sobre homossexualidade nos países da África, clique aqui.
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