Seriado Gay Brasileiro Frustrado Por Falta de Patrocínio.

Atores globais, Rio de Janeiro como cenário, pegação e cenas de beijos e amassos, o seriado gay ...

Atores globais, Rio de Janeiro como cenário, pegação e cenas de beijos e amassos, o seriado gay "caRIOcas" seria o primeiro a ser produzido para a tevê brasileira.
Em 2010, o piloto surgiu com pinta de superprodução. Com o empurrão de uma empresa americana, o projeto se desenvolveu com algumas filmagens e o vídeo teaser.
A ideia teria sido a de mostrar qualidade dos atores, da técnica, da plástica e um pouco do enredo, e, assim, atrair o interesse de alguma emissora de canal aberto ou fechado.
No entanto, o gargalo teria sido a falta de patrocinadores. Parece que algumas emissoras demonstraram vontade na produção, mas não teriam obtido êxito nessa questão.
Segundo informado em alguns site na ocasião, em 2011, os organizadores teriam tentado recolher fundos nas redes sociais para financiar o projeto. O dinheiro arrecadado pelos seguidores ajudou na produção de mais vídeos e para prorrogar o prazo das negociações com as emissoras.
Desde outubro de 2011, o perfil do Twitter não tem sido atualizado.
Ao que tudo indica, não rolou. Uma pena.
Os globais, Marcelo Mello Jr., que viveu Matias em "A Vida da Gente", e Sérgio Menezes - de volta à Globo e atuando em "Cheias de Charme" (novela das sete) -, surgem em cenas tórridas.
Marcelo aparece no chuveiro aos beijos com outro ator. Sérgio Menezes vive um personagem que é casado com mulher, mas se envolve com o persongem Marcos. Ele trai a esposa quando esta sai pra trabalhar.
A estória, enfim, gira em torno do encontro de três gays no Rio de Janeiro: um jovem expulso de casa por causa da orientação homossexual, um rapaz assumido recém chegado do interior e um jogador de futebol que não se assume por medo de perder patrocínio.
[Irônico, né não? A vida imitando a  arte ou o contrário?]
Em entrevista à revista QUEM, em janeiro deste ano, o ator Marcelo Mello Jr. falou sobre a experiência de fazer as cenas gays no seriado “CaRIOcas”.
É um piloto para um programa, que conta a história de quatro amigos gays que moram na mesma cidade. A série aborda o tema de maneira leve. Gostei da proposta de mostrar uma relação de carinho um pelo outro, e quanto mais a gente levantar o assunto para discussão, melhor. Não teve cenas tão quentes, é normal, um trabalho, uma história que estávamos contando. O garoto que contracena comigo (Dionis Tavares) também era novo, era o primeiro trabalho dele. Foram dois meses bem intensos de gravações. Seria muito interessante voltar a fazer esse personagem caso a série um dia seja produzida.

Confira tudo.
TEASER

DEO 2

DEO 3




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  1. Pois é, Junnior! Esse seriado e um outro no mesmo esquema (que, se não me engano chama-se Farm 40 graus) sofrem do mesmo mal: vive num país homofóbico que tem empresas que não querem ter seus produtos associados aos homossexuais... Bando de covardes FDPs!!

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  2. O Brasil é muito machista!
    O Rio de Janeiro por exemplo adora vender uma imagem de cidade livre, cabeça aberta, mas os gays lá vivem no armário!

    Enfim... é esse mundo que vivemos...Sério?

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  3. o problema é que eles procuraram patrocínio, e não investidores.

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  4. Gozado: nem os interessados no pink Money toparam se associar? Ou os organizadores são de dentro do “esquema global” e não querem se arriscar fora? Não dá pra entender...

    Abração.

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  5. Sempre assim, todo mundo com um discurso de aceitação, coisa e tal e na hora do "vamos ver", nada...

    E se algum dia isso for passar em algum canal de tv aberta, imagino o horário!

    Beijos, meu lindo.

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  6. Imagino o horário (2). E ainda tem quem diga que não existe preconceito, ou que não devemos levantar bandeira.E como faz? a politica se faz no dia a dia, quando cito levantar bandeira não é faze alarde, mais existem meios para isso. Tem gay que se omite da luta, isso é triste também.

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  7. Poxa, fiquei chateado com a notícia... Estava torcendo por esse seriado, tinho até lido que seria exibido pela RedeTV...

    Pra mim, tem o dedo "podre" da Globo. O Marcelo Mello apesar de apagado em "A Vida da Gente", foi o xodó na temporada anterior de "Malhação".

    Paciência, né? Cada dia mais vamos nos enlatados americanos...

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  8. Foxx falou tudo! Existem varios projetos gays em Hollywood que tambem nao conseguem patrocinio e o varios atores estao fazendo hoje em dia e' procurando investidores. Ou estao criando pequenos episodios colocando online para conseguir produzir o produto final. Ha mais de tres anos um grupo em Los Angeles tenta fazer a versao americana de Queer as Folk e nada. So queria deixar registrado que as vezes a gente tem impressao que so acontece no Brasil mas a mentalidade aqui tambem e muito tacanha.

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  9. E seguindo a cartilha das séries gays, os personagens mais bonitos e que fazem o papel de objeto de desejo de outro personagem são sempre interpretados por atores heterossexuais.E quando reclama-se aí vem o blá, blá, blá sobre esse ser o trabalho de ator e que se queremos que atores gays possam interpretar héteros temos que achar lindo o oposto mesmo não tendo atores assumidamente gays na TV fazendo personagens relevantes.

    Para mim de nada adianta tentar colocar no ar uma representação do público gay se os atores que interpretam os próprios gays, principalmente aqueles com maior apêlo sexual sejam héteros, trazendo um viés homofóbico.

    Depois tem gente criticando a fantasia masoquista de gays para com héteros, a baixa auto-estima que muitos gays têm, o complexo de inferioridade.

    Isso sem falar que série parece ser muito boba e muita básica.Uma esmola.

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  10. Achei muito legal. E bom ver atores heteros representando sem pudor, cenas tão quentes. O Sergio. Menezes então, nossa...!!'

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  11. Uma pena, gostaria muito que esse seriado fosse adiante... quem sabe agora em 2014, depois dos prostestos do meio do ano e com essa de cura gay, alguns empresários possam querer investir nisso?
    Porque com certeza essa série não faria sucesso apenas no Brasil mais sim em vários outros paízes, não só pelo fato da comunidade homosexual estar com maior poder de liberdade expressão no mundo, mas também porque a estória aconteceria no Rio de Janeiro, terra de homen com poder.

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