Sobre esta declaração do candidato ao cargo de prefeito do Rio de Janeiro, Rodrigo Maia (DEM), à edição de ontem do RJTV, me reporto ao comentário que fiz na postagem do usuário 'John Jonh Machado', no Grupo Cidadania Gay, do Facebook (com algumas modificações).
Rodrigo Maia não consegue se impor politicamente. Observe a maneira como ele se expressa e se porta publicamente: ansiedade pura. Deve ter ejaculação precoce. Parece um colegial concorrendo à liderança do grêmio escolar. É claro que falar bonito não é indicativo de bom político, porém, a meu ver, falta-lhe flexibilidade e jogo de cintura para lidar com assuntos diversos e importantes.
Como se explica um candidato à prefeitura do Rio de Janeiro que declara para um canal aberto de grande audiência que é contra a adoção e o casamento gay e detonar um nicho do turismo mundialmente desejado e promissor como o proporcionado pelos gays? Se morasse e concorresse à prefeitura de uma cidade do primeiro mundo, onde as crianças são tratadas como merecem e, especialmente, onde não ficam nas ruas expostas a drogas e a violências urbanas, ele até poderia ousar dizer o que disse.
Mostrou-se nessa entrevista um 'sem-noção', um seguidor das investidas toscas de Anthony Garotinho [aqui]. Ele vive dizendo que as pessoas não o conhecem bem, nem mesmo os seus eleitores. Como conhecê-lo se ele próprio não se mostra e, ao invés, segue roteiros de um político com tantas denúncias de crimes comuns e eleitorais?
Acompanhe a entrevista dele no vídeo abaixo.

2 comentários:

  1. Se incentivar turismo gay é vender sexo, deveriam então parar de vender o carnaval do jeito que vendem e levar gringos para escolas de samba para ver mulatas semi-nuas sambando.

    Enfim concordo quanto a ele parecer inseguro ao falar publicamente e é irritante como ele fala o tempo todo para as câmeras.Candidatos que conversam normalmente com os entrevistadores passam muito mais confiança.

    ResponderExcluir

Para se cadastrar, preencha o formulário na coluna do lado direito do blog.
Seu comentário é bem vindo, desde que:
1. possua nome e link válidos;
2. não contenha cunho racista, discriminatório ou ofensivo a pessoa, grupo de pessoas ou instituições;
3. não contenha cunho de natureza comercial ou propaganda.
Grato pela compreensão.