Stacy Sykora está mais leve e feliz. 
A ex-líbero do Vôlei Futuro e da seleção norte-americana, atualmente  no Urbino, da Itália, confessou ser homossexual numa recente entrevista ao site Pallavoliamo. Em seu depoimento, a atleta falou sobre o acidente de ônibus com a equipe de Araçatuba no ano passado que quase a matou. O relato pode ter relação tanto na decisão de revelar sua orientação sexual quanto de abandonar a seleção dos EUA para jogar em Urbino.

Cansei de máscaras
- Agora eu não me escondo mais. Cansei de usar máscaras só por ser uma jogadora de Olimpíadas. Eu tenho meus pontos fortes e minhas fraquezas. Agora, como eu não me escondo em quadra, não me escondo mais no amor. Eu tenho uma namorada e, com ela, eu me sinto muito bem. Sinto muito se alguém torcer o nariz com a minha homossexualidade, mas eu estou bem com ela e isso é importante. Antes do acidente, já tive namoradadas, mas no passado eu escondia. Esta é a primeira vez que admito isso abertamente.

Namoro
Além da sexualidade, Stacy assumiu o namoro com a italiana Shivonn. Juntas, elas posaram para as  fotos do Pallavoliano. Sobre isso, a atleta não vê qualquer empecilho para a carreira.
- Eu tenho uma namorada, mas isso não significa que eu não possa ser uma boa jogadora e uma boa pessoa. Estou longe de casa desde 1998 e nunca partilhei minha vida com ninguém. Via meus pais apenas uma vez por ano. Agora, pela primeira vez, tenho uma pessoa em meu cotidiano. E, toda noite, não vejo a hora de chegar em casa do treino e estar com ela. Agora, que eu tenho a Shivonn comigo, estou vivendo a minha vida. Porque, se eu morresse amanhã, ao menos estatia fazendo o que me faz feliz. Eu acredito que, quando morrer, vou estar sozinha. Então, quero aproveitar cada momento da minha vida com as pessoas que eu gosto.

#Confira tb


'Tudo que eu quero agora é jogar vôlei e ser feliz'
- Eu não penso muito sobe futuro agora. Eu estou muito focada no meu presente. Claro, adoraria jogar na seleção, mas não sei se vou voltar. Estou jogando aqui em Urbino e estou feliz. Vamos ver o que podemos fazer. A única coisa que tenho certeza é de que amo vôlei. É a minha vida. Quando eu sofri o acidente e quase morri no Brasil, a única coisa que eu conseguia pensar era jogar vôlei.

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