" "Kill Your Darlings" é a fascinante história verídica de um crime, uma amizade e o elo que gerou o movimento cultural "Beat". Daniel Radcliffe, sem medo, assume o papel do jovem Allen Ginsberg numa viagem de descoberta da sexualidade e da sua voz como escritor."

O ator norte-americano Daniel Radcliffe, a estrela da série infantil "Harry Potter" - que depois de crescido está sempre envolvido com boatos sobre sua [homo] sexualidade - se diz chocado com o fato de as pessoas se concentrarem tanto nas cenas de sexo gay do filme "Kill Your Darlings" (ele é um dos protagonistas - direção e coautoria de John Krokidas) que estreou no 'Sundance Film Festival' na última sexta-feira em Nova York.

Na pele do estudante e poeta Allen Ginsberg, o filme exibe o ator em várias cenas nas quais aparece se masturbando ou praticando sexo gay.

"É interessante que o personagem seja considerado tão chocante, mas é também muito estranho porque vemos cenas de sexo hétero o tempo todo e todos nós já vimos cenas de sexo gay antes. Não dá pra saber o porquê de uma cena de sexo com personagens gays ser mais chocante do que a mesma cena de sexo com personagens heterossexuais. Ou ambas são igualmente chocantes ou não são", disse Daniel numa entrevista à MTV News. Assista à entrevista no vídeo abaixo (em inglês).

Ao mesmo tempo, o ator se espanta com o fato de as pessoas não lembrarem de seu personagem da peça "Equus",  na Broadway, onde aparecia nu e seu personagem mutilava cavalos: "Para essas pessoas sexo gay é mais chocante. É tão estranho!", acrescentou.

O Trailer do filme ainda não foi liberado. Leia o enredo a seguir.

Enquanto está frequentando Universidade de Columbia, em 1944, a vida do jovem Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe) é virada de cabeça para baixo quando ele põe os olhos em Lucien Carr (Dane DeHaan), um colega de classe inacreditavelmente cool e com uma beleza inocente. Carr conduz Ginsberg-se a um mundo boêmio e o apresenta a William Burroughs e Jack Kerouac (Jack Huston). Aversos a regras e a conformidades, tanto na vida real quanto na literatura, os quatro concordam em derrubar a tradição e fazer algo novo, dando origem assim ao movimento "Beat". Do lado de fora, observando tudo, está David Kammerer, um homem na casa dos trinta anos desesperadamente apaixonado por Carr. Quando Kammerer é encontrado morto e Kerouac, Burroughs e Carr são presos como suspeitos do assassinato, as vidas dos artistas iniciantes mudam para sempre.

7 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. Sou hiper fã do Allen Ginsberg. Não perco esse filme por nada!!

    Um grande abraço!

    ResponderExcluir
  3. Uma declaracao parecida no AOL sobre o filme Cloud Atlas. Existem algumas cenas amorosas entre dois personagens e alguem no AOL se rebelou dissendo que o filme era muito gay. Primeiramente existem cenas de sexo heterossexual mais explicita no mesmo filme e a violencia no mesmo e' absurda, mas a criatura imbecil so se manifestou contra as cenas entre dois homens. Eu acredito que e' desejo reprimido.

    ResponderExcluir
  4. hehehe

    eu acho normal as pessoas se chocarem, afinal ele é o Harry Potter, no fundo é o Harry Potter fazendo sexo gay.

    ResponderExcluir
  5. Enquanto o público gay (homossexuais em geral),achar que o mudo é gay, e quem não concorda com seus costumes é homofóbico ou pior "gay na encolha" ninguém vai levar o público gay (homossexuais em geral) a sério.
    Tiraram os direitos das pessoas gostarem ou não das outras: Não gosto do branquelo... tudo bem
    Não gosto do negão... tudo bem
    Não gosto do japa... tudo bem
    Não gosto da bibinha... opa você é homofóbico, vou chamar a polícia
    Entenderam?
    Direitos de menos, mas hipocrisia demais.
    Fica a dica: Não sejam hipócritas com vocês mesmos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Anônimo, o que isso tudo tem a ver com o filme da postagem?

      Excluir
    2. Você está mais que certo cadê direito de expressão quando é para falar dos homossexuais não pode porque ? quero saber!

      Excluir

Para se cadastrar, preencha o formulário na coluna do lado direito do blog.
Seu comentário é bem vindo, desde que:
1. possua nome e link válidos;
2. não contenha cunho racista, discriminatório ou ofensivo a pessoa, grupo de pessoas ou instituições;
3. não contenha cunho de natureza comercial ou propaganda.
Grato pela compreensão.