Foi publicado no G1 que zilhões de parisienses enfrentaram um frio do cão no último domingo para mostrar ao presidente François Hollande sua insatisfação com o projeto de lei que prevê a legalização do casamento e da adoção por gays. Eles querem que antes se "promova um debate nacional sobre qualquer mudança na definição de casamento".

A porta-voz governamental Najat Vallaud-Belkacem, que também é ministra para assuntos femininos, disse à rádio Europe 1 que nada mudou. Segundo a ministra, o governo continua firme em sua decisão e o projeto será submetido ao Parlamento neste mês para ser sancionado até junho.

Najat é uma naja, hein? 

Ainda segundo o site, os direitos do gays "são rejeitados por uma estreita maioria da opinião pública". Mais adiante, a matéria informa que, nesta 'estreita maioria', estão homossexuais que inclusive lá estiveram [na passeata] protestando contra os gays que querem casar, ter filhos e dar uma pinta com alianças de ouro nos dedos.

Pera. Essa parte choca um pouco. Como assim? O gay vai na passeata e se junta a grupos fundamentalistas -- tinha de tudo: católicos, evangélicos, muçulmanos,  etc --  para gritar NÃO ao casamento entre pessoas do mesmo sexo? Não poderia simplesmente pensar nas amigas e se abster de manifestações públicas? Depois, era só ignorar a lei pra si. Penso que o direito deve existir, mesmo que eu não queira fazer uso dele.

Bichas egoístas essas francesas.

Um comentário:

  1. Exatamente o que eu acho: "O direito deve existir mesmo que eu não faça uso dele." Cada coisa viu, assim acontece com relação a saída do armário, quantos gays esbravejam contra com justificativas de que ninguém precisa saber da sua intimidade.Como assim? dizer que é hetero é algo banal, mas dizer que é homo é tão intimo...Aff!

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