O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa - e nossa sobrevivência no futuro
A mensagem acima é do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Ele dá continuidade à ideia do senador Gaylord Nelson que, após ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969, pensou em criar uma data para marcar a luta pela preservação do ambiente.

É dia de reflexão, de consciência  Antes de começar, primeira pergunta que me ocorreu foi: o que eu faço no dia a dia para promover a harmonização da natureza e, via de consequência, beneficiar a terra como o secretário acima aconselha? 

Aquelas pequenas ações que nós, pessoas com um mínimo de preocupação com os problemas da terra, temos no nosso cotidiano, são a resposta. Podem parecer poucas, principalmente porque não exigem esforço ou mérito. Na verdade deveriam ser obrigação geral. Se praticadas coletivamente os resultados serão significativos.  E quais são os cuidados? 

Em casa >> No banho, enquanto passo shampoo ou sabonete, fecho a torneira. Na pia do banheiro, enquanto escovo os dentes, idem. << Na rua >> Não jogo lixo fora da lixeira (seja o que for) << Na praia >> Não saio sem antes recolher o lixo em minha volta, mesmo o produzido por terceiros (bitucas de cigarro, copos, latas, materiais plásticos, etc).

Já é automático. Tomo outras medidas, mas se contá-las correrei o risco de ser mal interpretado. Não sou chato ou radical com nada nem com ninguém, muito menos discuto com pessoas que jogam latas de refrigerante nas ruas. Pego e jogo na lixeira se assistir a essa cena lamentável. 

A praia é o único lugar que fico desconfortável enquanto cato os detritos. Sempre há muita gente em volta. Por exemplo, voltei de um mergulho há duas semanas com um saco de lixo na mão. Era um daqueles grandões, azulão, devia ter um metro de comprimento. É claro que dá aflição e até um pouco de vergonha porque a lixeira fica no calçadão. Tem que cruzar com um monte de gente até lá.  Quando faço isso, procuro ser discreto para não parecer exibicionista. Por incrível que pareça, muita gente ainda não entende.

Não queria estender, mas não posso deixar de falar sobre solidariedade. Penso que esse é o sentimento que leva pessoas a produzirem um mundo melhor. Quem pensa e ajuda o próximo (inclusive animais), ajudará o planeta. Lembrei das imagens bacanas que vi no site americano LOL Damn!. A maioria é de lá, outras peguei no Google. São autoexplicativas. Confira a seguir.



















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