Raí - praia do Rio em 2011.

Tanto o apresentador do Fantástico Zeca Camargo quanto o ex-jogador de futebol Raí já se pronunciaram sobre as notícias supercomentadas na internet que insinuaram que ambos tiveram um envolvimento afetivo.

Raí se manifestou publicamente por meio da revista “Alfa”. Na edição de dezembro de 2012, respondendo à  pergunta da jornalista Carolina Tarrío (título“A arte de ser outro”), ele desabafou: “Foi algo tão absurdo… Me irritou que divulgassem uma mentira. Não conheço o Zeca Camargo. E sou heterossexual, mas isso não me torna melhor do que ninguém”.

Zeca foi perguntado por uma jornalista da revista QUEM, em setembro último, sobre o que teria a dizer a respeito. Ele respondeu com o pito:
Eu sei do que você está falando e é sobre uma suposição. Falar sobre suposição é ajudar a espalhar o boato. Eu como jornalista respeito meu entrevistado e não falo sobre boatos, só sobre fatos.
Vasculhando a internet, em busca de fotos de Zeca Camargo, encontrei essa pérola.
Boatos

A bola foi levantada pela jornalista Fabíola Reipert, correu em vários campos da internet, principalmente nas redes sociais, e chegou a bater na trave do Jornal O DIA, um dos incluídos na ação judicial movida por Raí (confira mais abaixo).

Na torcida estavam pessoas famosas, como a socialite Narcisa Tamborindeguy. Brincando com o apresentador Rafinha Bastos durante uma exibição do programa Saturday Nigth Live, na Rede TV!, ela gritou: “Ai, que Zeca Chuteira. Por que só temos Maria Chuteiras? Já está na hora de termos o masculino, o Zeca Chuteiras”. Sobrou para o Rafinha que entrou no processo.

Ação judicial

Raí moveu ação judicial contra o portal R7, a jornalista Fabíola Reipert, a Rede TV, o humorista Raphael Bastos, a Rede Bandeirantes de Telecomunicação, o Orkut e o jornal O Dia. 

O ex-jogador pediu antecipação de tutela para que a justiça de São Paulo determinasse aos réus que se abstivessem de veicular conteúdo de mesmo teor. A juíza não somente acatou o pedido como mandou apagar o que já havia sido veiculado, sob pena de multa diária estipulada em R$ 2 mil.

Por outro lado, a juíza, embora salientando a enorme repercussão do assunto na internet, apenas manteve na reclamação o portal R7, o jornal O Dia e a jornalista Fabíola, responsáveis pela notícia segundo entendimento dela.

A magistrada esclareceu que os demais incluídos apenas republicaram ou divulgaram com objetivo humorístico. Entretanto, frisou a possibilidade de, no futuro, o ex-jogador ajuizar as respectivas ações se assim achar necessário: 
É evidente que as informações divulgadas, ainda que fossem verdadeiras, não são de interesse público, relacionando-se, sim, à vida privada do autor. Tal circunstância reforça a necessidade de limitação do litisconsórcio passivo, pois do contrário poderão figurar no polo passivo todos os sites que o divulgaram. Neste contexto, (...) excluo do polo passivo da ação os réus (...) em face dos quais o autor deverá ajuizar ação ou ações próprias. Sua manutenção na lide prejudicará o próprio autor, pois os fundamentos da responsabilização (...) são diferentes e tal discussão certamente implicará em demora na entrega da prestação jurisdicional.
Medo!


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