O casamento entre pessoas do mesmo sexo em Portugal foi legalizado desde 2010, mas a adoção por casais do mesmo sexo parece que é ainda um assunto espinhoso aos juristas portugueses.
Na semana passada, a comunidade jurídica de Portugal se reuniu na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra para discutir a adoção de crianças por casais homossexuais. As vozes contrárias foram representadas pelo presidente da Ordem dos Advogados de Portugal, António Marinho e Pinto. 

Para ele, é um desrespeito e maltrato com as crianças permitir que elas sejam adotadas por casais do mesmo sexo. Uma criança precisa crescer num ambiente com sólidas referências masculinas e femininas, defendeu Pinto.

Conhecido por discursos polêmicos, Marinho e Pinto já foi membro do Conselho Geral e presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB de Portugal, entre 2002 e 2003. E foram exatamente os direitos humanos o tema utilizado por um grupo de advogados, presentes no encontro, para reagir às falas de António:
…a defesa dos direitos humanos não tem quaisquer proprietários, não depende (nem deve depender) da orientação sexual de cada um e é uma tarefa que incumbe a todos os cidadãos e cidadãs e que, por maioria de razão, deveria igualmente caber a uma ordem profissional que existe para concretizar o estado de direito democrático.
Mas o homem é duro na queda, não se convence e conclui:
Há um terceiro elemento neste triângulo que não foi ouvido e que foi de alguma forma maltratado, desrespeitado, que são as crianças a adotar. Ninguém tem direito a adotar. Elas [as crianças] é que têm direito a uma família onde possam desenvolver harmoniosamente a sua personalidade.
 Polêmico o nosso luso Feliciano, né não?? O que você acha, concorda com ele?


6 comentários:

  1. tão ridículo e imbecil qto o daqui ... deve ser evangélico tb ...

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  2. Nao...nao concordo. E ainda é presidente da OAB. Esse é daqueles que ilustram as piadinhas portuguesas. Totalmente obtuso.
    Beijos Junior

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  3. eu sou gay, más concordo com ele, os casais gays ainda são desregulados, e vamos precisar de tempo para poder construir famílias funcionais

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  4. Você deve ter um grande complexo de inferioridade!!!

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  5. É sempre o velho discurso (imbecil): melhor ter crianças na rua, passando fome, sendo molestadas ou agredidas, ou em casa (nas mesmas condições), do que permitir a adoção por casais homoafetivos. E depois dizem estar preocupados com o futuro da infância.

    Quanto ao fato de existir homossexuais "desregulados", conforme a opinião do Tony (Comentários, 07.06.2013), os há também entre os heterossexuais. E então, será o caso de negar a adoção a eles também?

    Acredito que a resposta seja negativa. Cabe às autoridades (promotores de justiça e juízes) proceder a uma avaliação prévia, um estudo psicológico dos candidatos (independente da orientação sexual) a fim de verificar se são pessoas decentes, equilibradas psicologicamente e realmente dispostas a oferecer amor a uma criança.

    O resto é conversa mole.

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