Muita gente deve se perguntar o porquê de se fazer cartilhas ou cursos relacionados ao público LGBT. Geralmente são elaboradas por órgãos públicos ou empresas privadas (hotéis, a maior parte) visando ensinar seus funcionários e/ou empregados a lidarem com essas pessoas.

Não é frescura. A resposta é o dinheiro, ou melhor, investimento para entrada de dinheiro. Tudo o mais é consequência.

Não precisamos entrar em detalhes, pois não é mais novidade pra ninguém o constante crescimento do pink money no mercado consumidor -- aqui mesmo, no Identidade G, algumas matérias foram escritas sobre o tema. Confira algumas:


O governo da Bahia (Salvador está sempre entre as cinco cidades brasileiras mais visitadas) tem se preocupado bastante com esse nicho e investido cada vez mais nessa questão. 


Uma cartilha (foto acima) está em fase final de preparação pelo cartunista Luis Augusto, criador do “Fala Menino”, em linguagem prática e colorida seguindo a linha do trabalho do artista.  A coordenação é do núcleo LGBT da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos ("SJCDH") e o projeto se destina aos servidores públicos baianos para ajudar a melhorar o atendimento à comunidade LGBT nas repartições públicas a partir deste mês.

Acredito que, nesse caso, o foco não seja apenas o turismo, mas a melhoria do atendimento a qualquer cidadão LGBT nas esferas do serviço público do Estado da Bahia.

A cartilha em formato de história em quadrinhos vai abordar saúde, educação, segurança, trabalho, cidadania, justiça, cultura e turismo, contextualizando as situações vividas pela comunidade LGBT. Além dos eixos temáticos, um glossário LGBT fará parte da publicação, contendo também dicas e telefones úteis.

Um comentário:

  1. Muito boa a iniciativa ... aprimorar a educação e consciência sempre faz mjito bem ...

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