Anderson é o jovem que denunciou o pai e a madrasta no Facebook pela agressão física e ataques psicológicos de ambos.


Segundo a matéria publicada no site Portal Atualizado, a briga entre pai e filho começou quando a madrasta insinuou que Anderson era usuário de drogas. No calor da discussão, ela teria obrigado Anderson a revelar ao pai que é gay.

O pai então agrediu o filho com chutes e socos pelo corpo e rosto e ameaçou pegar uma faca. Foi impedido pela madrasta que sabia que ele o mataria.
‘‘Nesse momento ela não pensou em mim e sim no meu pai, ela sabia que ele ia se prejudicar caso fizesse algo ainda mais grave comigo.” afirmou Anderson
As redes sociais dão voz aos oprimidos e injustiçados em situações como a violência doméstica. Aos opressores denunciados cabe a exposição e o julgamento de milhões de usuários.

Com tantos recursos virtuais, o Estado vai na contramão: se torna cada vez menos competente no exercício de suas obrigações, dentre as quais a de promover segurança e bem-estar social a seus cidadãos.

Se não fossem os trilhões de reais de impostos arrecadados todos os anos em nosso País, diria que não há dinheiro que pague a paz gerada aos cidadãos que vivem numa nação onde os deveres e direitos são, respectivamente, exigidos e assegurados.

Essa é a diferença entre morar no Brasil e na Suécia. Neste País, a cada ano que passa, a mídia divulga notícias de presídios desativados por falta de prisioneiros.

Como aqui sobra ganância e faltam honestidade e competência aos administradores públicos, casos como o do adolescente Anderson são cada vez mais postados nas redes sociais e ignorados ou omitidos pelos órgãos públicos [in]competentes.

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