Oitenta instituições de ensino estatais, incluindo 40 escolas primárias, removeram as referências de “feminino e masculino” de seus catálogos ou reescreveram as normas de vestimenta.


A medida é financiada pelo governo para que os colégios estejam mais abertos aos estudantes que estão “questionando sua identidade de gênero”.

Em janeiro, a Brighton College, uma escola privada de 170 anos e considerada uma das 10 melhores da Inglaterra, modificou todas as regras de vestimentas.


O diretor Richard Cairns contou, na época, que não existiria mais os dois tipos de uniformes e que o aluno poderia escolher o que melhor lhe agradasse. “Esta mudança segue o pedido de um pequeno número de famílias. Isso se liga com a minha forte convicção pessoal de que jovens devem ser respeitados por ser quem são”, disse.

“Se algum rapaz ou moça é mais feliz se identificando com o gênero diferente do nascimento então meu trabalho é ter certeza de que nós nos adaptaremos a isso. Meus únicos interesses como diretor são o bem-estar e a felicidade dos meus alunos”, ressaltou.

Informações do site The Independent.
Imagens: site Church Militant

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