Foto: Work Economic Forum
Expert Market acaba de publicar o seu relatório anual "Great place to be...LGBT workers" (Ótimo lugar para trabalhadores LGBT - tradução livre). O relatório aborda o tratamento e reconhecimento proporcionados aos profissionais LGBT na Europa. 

Quais são esses países?

Não surpreendentemente, os países nórdicos estão no topo do ranking com 43 países ao todo. Noruega, Finlândia e Bélgica são os melhores, seguidos de perto pela Alemanha e Suécia.

"Há muitos estudos sobre onde ir quando você é LGBT, mas estão relacionados mais com as melhores cidades para visitar, e não as melhores cidades para trabalhar", Benjamin Pelosse.
Dinamarca, Malta, Suíça, Reino Unido e Países Baixos completam o top 10 (vide mapa acima), prosseguindo com a Croácia e França empatados no 11º, à frente da Grécia, Espanha e Áustria.

Por último, mas não menos importante, os países a serem evitados são a Rússia, Turquia, Azerbaijão, Macedônia e Armênia que ocupa o último lugar do ranking.

Esse relatório se baseia não somente nos critérios relacionados ao mercado de trabalho, tais como taxa de desemprego, remuneração média mensal, discriminação na seleção, mas também nas políticas gerais dos países em relação à sua população LGBT.

Por que Noruega em primeiro
"A taxa de desemprego é baixa, o salário disponível é alto. Se você quer ser um trabalhador LGBT respeitado, certamente a Noruega é um dos melhores lugares do mundo para estar", destacou Pelosse, do Expert Market.
Segundo Pelosse, os problemas dos profissionais LGBT são a falta de normas antidiscriminatórias nos locais de trabalho. Por isso, ter essas leis é algo muito poderoso.
"A Noruega tem as melhores proteções contra a discriminação que um país pode ter, e a tolerância também é bastante alta", explicou Pelosse.
Não é a primeira vez que a Noruega foi escolhida por sua conduta de boas-vindas à comunidade LGBT. Foi declarado o país mais gay-friendly dos países nórdicos.  

Em 2016 recebeu elogio internacional por seu "avanço histórico para os direitos dos transgêneros" de forma a permitir que os noruegueses mudem legalmente seu gênero simplesmente notificando as autoridades em vez de passarem por qualquer transformação física antes.

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