A hashtag "احب_المثليين_ولست_منهم", que significa "Eu amo gays e eu não sou gay" apareceu pela primeira vez na quinta-feira da semana passada (2/2/2017) e se tornou popular na Arábia Saudita. Chegou a ocupar o 'trending topics' número 1 daquele país no último final de semana. 

Em um país governado pela lei islâmica sharia que condena a prática da homossexualidade até a pessoas não-muçulmanas que pratiquem com muçulmanos, isso é uma corajosa prova de amor aos gays.

Leia: Soldados gays que viveram amor proibido na Guerra do Iraque são premiados no Programa Ellen Degeneres

A pena para o condenado por homossexualidade - como é horrível escrever essas palavras - pode chegar à morte por apedrejamento - quando houver reincidência. Há relatos de punições severas como castração química, chicotadas e outros tipos de torturas.


Milhares de heterossexuais, entretanto, resolveram se solidarizar com os gays depois de ativistas de partidos homofóbicos da Arábia Saudita recentemente pedirem leis anti-gays mais severas e acusarem as mídias socais de "produzir muitos homossexuais".

Mas, como  era de se esperar, algumas pessoas acharam a hashtag ofensiva e acusaram os tweeters de "contrários à criação de Deus".





Nenhum comentário:

Postar um comentário

Para se cadastrar, preencha o formulário na coluna do lado direito do blog.
Seu comentário é bem vindo, desde que:
1. possua nome e link válidos;
2. não contenha cunho racista, discriminatório ou ofensivo a pessoa, grupo de pessoas ou instituições;
3. não contenha cunho de natureza comercial ou propaganda.
Grato pela compreensão.